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‣ Morfologia do ovário da ema (Rhea americana)

Parizzi,Rogério C.; Miglino,Maria A.; Maia,Marina O.; Souza,Joel A.; Santos,José M.; Oliveira,Moacir F.; Santos,Tatiana C.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2007 Português
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A morfologia do ovário de emas adultas (Rhea americana) sexualmente maduras foi descrita neste trabalho. Os ovários de 24 fêmeas em fase reprodutiva foram colhidos em abatedouro, tomados dados métricos do diâmetro dos folículos (n = 18) e colhidos fragmentos para microscopia de luz (n = 6) fixados em formol 10%, PBS 0,1M, pH 7,4 para microscopia de luz. Nas emas o ovário esquerdo está desenvolvido, ocupando a porção dorsal da cavidade celomática em contato com a porção cranial do rim esquerdo e a glândula adrenal esquerda, sustentado na cavidade pelo mesovário. Na superfície livre do ovário foram observados em média 72,4±17,09 folículos em desenvolvimento e 30,4±3,65 folículos atrésicos. Os folículos estão unidos à superfície ovariana pelo pedúnculo folicular e os em desenvolvimento apresentam uma cinta na superfície, o estigma folicular, rompida nos folículos atrésicos. Histologicamente, o ovário possui uma medula, com tecido conjuntivo frouxo e vasos sangüíneos e um córtex repleto de oócitos e folículos, cuja parede está constituída pelas tecas externa e interna, estrato granuloso e zona radia-da. No córtex observam-se folículos primordiais, pré-vitelogêni-cos e vitelogênicos. A superfície do ovário está revestida por epitélio cúbico baixo...

‣ Morfologia da laringe de cutia (Dasyprocta sp.)

Silva,Andrezza B.S.; Santos,Thais M.V.; Carvalho,Maria Acelina M.; Guerra,Paulo S.L.; Rizzo,Marcia S.; Araújo,Waldilleny R.; Torres,Cristiane B.B.; Conde Junior,Airton M.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 Português
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A cutia (Dasyprocta sp.) é um roedor silvestre com distribuição mundial. Atualmente, além de importante papel ecológico que exerce, está sendo utilizada como modelo em experimento animal. Estudos sobre a morfologia destes animais são importantes porque podem ser uma alternativa para o estudo de diversos processos patológicos, além de contribuirem para a preservação da espécie. A laringe é um órgão localizado entre a faringe e a traqueia, no qual está envolvido nas funções de respiração, deglutição e fonação. O presente estudo propôs realizar uma descrição morfológica macroscópica e microscópica da laringe da cutia. Para tanto, foram utilizadas quinze cutias pertencentes ao Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Piauí e provenientes do Núcleo de Estudos e Preservação de Animais Silvestres com licença do IBAMA (Nº 02/08-618, CTF Nº 474064). Todos os animais foram identificados, promovida a sexagem e, posteriormente, a laringe acessada e dissecada sendo os fragmentos cartilagíneos encaminhados para rotina histológica e corados pelo método de hematoxilina-eosina. As lâminas obtidas foram visualizadas em microscopia óptica de luz e foto documentadas. A laringe da cutia apresenta cinco cartilagens...

‣ Morfologia e anatomia foliar de três morfotipos de Marcetia taxifolia (A. St.-Hil.) DC. (Melastomataceae) na Serra do Cipó, MG

Gardoni,Lívia Cristina de Paiva; Isaias,Rosy Mary dos Santos; Vale,Fernando Henrique Aguiar
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 Português
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Nos campos rupestres da Serra do Cipó, MG, é possível distinguir morfotipos de M. taxifolia com intenso polimorfismo. Os objetivos deste estudo foram caracterizar e interpretar comparativamente a morfologia e a anatomia foliar de três morfotipos em condições de campo e cultivados, relacionando os fenótipos com variações ambientais. Os morfotipos foram denominados "Rosa", "Branco" e "Rosa Cristal" devido à cor das flores e ao aspecto do solo. Foram medidos no campo: altura da planta, área da copa, diâmetro da base caulinar e número de eixos caulinares. Em casa de vegetação, sementes de cada morfotipo germinaram em seu solo de origem e no dos outros dois morfotipos. Lâminas histológicas permanentes e temporárias de folha foram feitas para estudo anatômico. Os parâmetros mais significativos foram altura das plantas, número de caules e área foliar, que nas plantas do campo apresentaram-se maior no morfotipo "Branco" e menores no "Rosa Cristal". O número de eixos caulinares foi significativamente maior em "Rosa Cristal". Marcetia taxifolia apresenta grande plasticidade fenotípica, evidenciada pela heterogeneidade encontrada nos três morfotipos estudados, no campo e em casa de vegetação. A maior divergência ocorreu entre os morfotipos "Rosa Cristal" e "Branco". A plasticidade da espécie é pouco refletida em nível anatômico...

‣ Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae

Silva,Kelina Bernardo; Alves,Edna Ursulino; Bruno,Riselane de Lucena Alcântara; Matos,Valderez Pontes; Gonçalves,Edilma Pereira
Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes Publicador: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 Português
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O conhecimento dos aspectos morfológicos de sementes e plântulas pode ser usado em estudos de taxonomia, na interpretação de testes de germinação em laboratório, trabalhos em viveiro e em estudos relacionados à ecologia da espécie. Os objetivos deste trabalho foram o de descrever e ilustrar a morfologia externa e interna dos frutos e sementes, as fases de germinação, a plântula e as plantas de mulungu (Erythrina velutina Willd.). Os frutos e sementes foram coletados no solo, embaixo de árvores matrizes distribuídas em diferentes fragmentos florestais, no município de Areia - PB. Para a descrição morfológica dos frutos, sementes, germinação e desenvolvimento da plântula foram examinados cem unidades que foram selecionadas aleatoriamente. A semente é reniforme; embrião axial com cotilédones carnosos; germinação epígea fanerocotiledonar e na fase de plântula foi observado heterofilia. Os aspectos descritos e ilustrados mostraram-se homogêneos e confiáveis para a identificação da espécie. Deste modo, podem ser úteis em trabalhos de tecnologia de sementes, para a avaliação qualidade fisiológica de sementes e avaliação de plântulas em testes de germinação, além de servirem para identificação da espécie em viveiros e também para estudos de regeneração natural.

‣ Morfologia externa do adulto de Almeidaia aidae Mielke & Casagrande (Lepidoptera, Saturniidae, Arsenurinae, Almeidaiini). I. Cabeça, apêndices e região cervical

Camargo,Amabílio J. A. de; Casagrande,Mirna M.; Mielke,Olaf H. H.; Furtado,Eurides
Fonte: Sociedade Brasileira de Zoologia Publicador: Sociedade Brasileira de Zoologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 Português
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A morfologia externa do adulto de Almeidaia aidae Mielke & Casagrande, 1981 é descrita e ilustrada pela pela primeira vez. Os resultados obtidos foram comparados com outras espécies de Saturniidae. É uma espécie rara e endêmica da região do Cerrado. Estudos sobre sua biologia foram publicados recentemente pelo quarto autor.

‣ Produtividade e morfologia de acessos de caupi, em Mossoró, RN

Torres,Salvador B; Oliveira,Fabrícia N de; Oliveira,Regina C de; Fernandes,João B
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a produtividade e caracterizar a morfologia de dez acessos de caupi [Vigna unguiculata (L.) Walp.], nas condições edafoclimáticas do município de Mossoró, RN. Dez acessos (Amapá, BRS Potiguar, Canapu, Casca-de-seda, Coruja, Costela-de-vaca, João-vieira, Pingo-de-ouro, Rabo-de-peba e Sempre-verde) foram avaliados em experimento de campo, de agosto/2006 a junho/2007, em Mossoró. Verificou-se que todos os genótipos de caupi apresentaram hábito de crescimento indeterminado e semi-enramador volúvel, exceto o "BRS Potiguar" que revelou comportamento semi-enramador. O número de sementes variou de 12 a 16 por vagem. Para a região de Mossoró, pode ser indicado como melhor alternativa ao produtor, o acesso Amapá, por ser mais precoce, possuir maior número de vagens por planta e maior produtividade, seguido de BRS Potiguar e Casca-de-seda.

‣ Morfologia e histologia do oviduto de marrecas Ana boschas

Moraes,C.; Baraldi-Artoni,S.M.; Pacheco,M.R.; Nishizawa,M.; Nakaghi,L.S.O.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2010 Português
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Avaliaram-se o comprimento do infundíbulo, do magno, do istmo, do útero e da vagina e o número de pregas do magno e do istmo do oviduto de 20 marrecas Ana boschas na fase reprodutiva. O infundíbulo apresenta mucosa com pregas longitudinais e baixas, revestidas por epitélio pseudoestratificado cilíndrico ciliado, com células caliciformes. O magno, compartimento mais longo do oviduto, 25,38cm±3,20, encontra-se constituído por uma camada mucosa com pregas altas e espessas revestidas por células cilíndricas ciliadas e abundantes células caliciformes. O istmo é formado por uma mucosa com pregas estreitas e curtas e numerosas glândulas tubulares que se estendem para o interior da lâmina própria. O útero, região curta do oviduto, 5,25cm±1,26, apresenta parede com pregas e cristas baixas e numerosas glândulas tubulares enoveladas, dirigidas para o interior da lâmina própria. A vagina, um estreito tubo muscular, está constituído por oito anéis circulares, em média, e uma camada muscular altamente desenvolvida e espessa. A morfologia do oviduto da marreca apresenta características morfológicas e histológicas distintas dos galiniformes, observando-se que a vagina e a porção cranial do infundíbulo apresentam pregas e células caliciformes...

‣ Morfologia e quantificação da microbiota intestinal do curimbatá (Prochilodus lineatus) e do cascudo cinza (Pterygoplichthys anisitsi) cultivados em cativeiro

Makino,L.C.; Faustino,F.; Paes,M.C.F.; Beraldo-Massoli,M.C.; Cardozo,M.V.; Schocken-Iturrino,R.P.; Nakaghi,L.S.O.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2012 Português
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Todos os animais vivem em íntima associação com micro-organismos que desempenham importantes funções em seu desenvolvimento normal. Nos vertebrados, a mais populosa e complexa comunidade de micro-organismos reside no trato intestinal. O intuito do estudo foi quantificar, classificar e verificar morfologicamente a população microbiana intestinal de duas importantes espécies de peixes de água doce, o curimbatá (Prochilodus lineatus) e o cascudo cinza (Pterygoplichthys anisitsi). As amostras foram coletadas por meio de raspagens da mucosa intestinal, diluídas seriadamente até 10-4, semeadas em placas contendo ágar soja tripticaseína (TSA) e ágar chocolate (AC) para contagem de bactérias totais e identificação morfológica por Gram, em aerobiose e em anaerobiose facultativa, respectivamente. As contagens de bactérias totais mostraram resultados que variaram entre 10³ e 10(4)ufc.mL-1. Os tipos morfológicos encontrados foram cocos, leveduras e bastonetes Gram negativos e positivos. Estudos adicionais sobre os padrões de colonização microbiana e a morfologia dos micro-organismos aderidos à mucosa intestinal foram possíveis com o uso da microscopia eletrônica de varredura (MEV), sendo encontradas formas variadas de micro-organismos...

‣ Morfologia e biometria do timo em araras dos gêneros Ara e Anodorhynchus

Lima,R.Z.; Gonçalves,E.S.; Santana,M.I.; Lima,E.M.M.; Silva,F.O.C.; Severino,R.S.; Drummond,S.S.; Armando,A.P.R.N.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 Português
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Foram utilizados 12 exemplares de Ara ararauna - seis fêmeas e seis machos -, cinco exemplares de Ara chloropterus (uma fêmea e quatro machos) e dois exemplares de Anodorhynchus hyacinthinus - uma fêmea e um macho -, todos adultos, doados por criadouro particular, após óbito natural. Os lobos foram dissecados e medidos com paquímetro - comprimento x largura x espessura - e analisados quanto ao peso, à topografia e à morfologia individual. Independentemente do gênero, foram identificados, em 17 casos (89,5%), lobos tímicos nos antímeros cervicais esquerdo e direito, e em oito casos (42,1%), lobos na cavidade celomática. Os lobos apresentaram formatos alongados - 52,6% -, arredondados - 21,1% - ou ovalados - 15,8% -, posicionados preferencialmente ventromedialmente ao longo do plexo vasculoneural do pescoço, com número médio de cinco lobos por antímero, tamanho médio de 0,49cm de comprimento, 0,12cm de largura e 0,05cm de espessura e peso médio de 0,076g.

‣ Morfologia, topografia e irrigação do coração do Tamandua tetradactyla

Pinheiro,G.S.; Branco,É.; Pereira,L.C.; Lima,A.R.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2014 Português
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O Tamandua tetradactyla é uma espécie da ordem Xenarthra que apresenta coloração amarelada na cabeça, nos membros e na parte anterior do dorso, sendo o restante do corpo negro, formando uma espécie de colete, por isso também é chamado de "tamanduá-de-colete". Objetivou-se descrever a morfologia, a topografia e a irrigação cardíaca do Tamandua tetradactyla. Foram utilizados quatro espécimes jovens, provenientes da área de Mina Bauxita - Paragominas, Pará, que foram doados à Universidade Federal Rural da Amazônia - UFRA, após morte por atropelamento. O sistema arterial foi preenchido com látex contrastado, e os animais foram fixados em uma solução de formaldeído a 10%. A cavidade torácica foi acessada e permitiu a análise topográfica do coração, com posterior mensuração, descrição morfológica e vascular. O coração estava localizado entre o terceiro e o quinto espaço intercostal, apresentando duas artérias coronárias, direita e esquerda, que se originaram do seio aórtico. O tipo de irrigação para esta espécie variou entre a do tipo equilibrada e a direita. Nos sulcos coronários...

‣ Costa de fiordes da Patagônia central, Chile, morfologia submarina e fácies acústicas

Vieira,Rosemary; Simões,Jefferson Cardia
Fonte: Sociedade Brasileira de Geofísica Publicador: Sociedade Brasileira de Geofísica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2006 Português
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Esse estudo interpreta os perfis acústicos de subfundo e modelos 3D submarinos de alguns fiordes adjacentes ao Campo de Gelo Patagônico Sul, Chile. As bacias aprofundadas mostram a morfologia irregular e distintas formas associadas ao sistema sedimentar de zonas de grounding line, de línguas de gelos flutuantes. Refletores acústicos exibem duas fácies principais: caóticas e estratificadas, segundo sua configuração interna e geometria externa. Os sedimentos provavelmente foram depositados durante a deglaciação durante o Holoceno. A geometria dos depocentros e as características dos refletores acústicos mostram evidências da influência da batimetria e da topografia pré-existentes. Devido às grandes profundidades das bacias, as margens terminais podem ter sido um misto de condições flutuantes e aterradas no fundo marinho, embora possa predominar o regime glacial temperado.

‣ Morfologia polínica de Capparis L. (Capparaceae Juss.) de Pernambuco, Brasil

Costa e Silva,Maria Bernadete; Watanabe,Hiroko Makino; Sales,Margareth Ferreira de
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1999 Português
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Foram estudados os grãos de pólen de Capparis flexuosa L., C. frondosa Jacq., C. jacobinae Moric ex Eichler e C. yco (Mart.) Eichler, coletados no Estado de Pernambuco, com o objetivo de contribuir para a melhor delimitação das espécies e ampliar o conhecimento da morfologia polínica da família. O material polínico foi acetolisado e os grãos de pólen examinados em microscopia de luz e eletrônica de varredura. As diferenças morfológicas observadas, principalmente quanto à ornamentação da exina, mostram a tendência euripolínica do gênero Capparis.

‣ Morfologia de plântulas e plantas jovens de 30 espécies arbóreas de Leguminosae

Oliveira,Denise Maria Trombert
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1999 Português
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Tendo em vista a carência de informações a respeito das formas jovens das plantas e a importância desses dados como subsídios para trabalhos taxonômicos, filogenéticos e ecológicos, foram estudadas morfologicamente as plântulas e plantas jovens de 30 espécies arbóreas de Leguminosae, ocorrentes no Estado de São Paulo, Brasil, visando à apresentação de características úteis para a identificação das espécies selecionadas. O desenvolvimento das plântulas e plantas jovens foi acompanhado diariamente, em germinador e em casa de vegetação. São apresentados dados relativos à morfologia da plântula, número de catáfilos, época de diferenciação do primeiro eófilo e sua filotaxia, época da abscisão cotiledonar e da formação do primeiro metáfilo, bem como a ocorrência de nodulação radicular. A análise das plântulas e plantas jovens demonstrou a grande variação que existe nas Leguminosae. Nessa família, plântulas epígeo-foliáceas e epígeo-carnosas ocorrem em 80% das espécies estudadas. Em Caesalpinioideae, todas as plântulas se mostraram epígeas, 20% delas com cotilédones carnosos. Em Mimosoideae, 66,7% das espécies produziram plântulas epígeo-foliáceas, 22,2% epígeo-carnosas e 11,1% semi-hipógeas. As espécies de Faboideae apresentaram dois tipos de plântulas: epígeo-carnosas em 54...

‣ Efeitos da radiação ultravioleta-B sobre a morfologia foliar de Arabidopsis thaliana (L.) Heynh. (Brassicaceae)

Boeger,Maria Regina Torres; Poulson,Mary
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 Português
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A redução da camada de ozônio resulta no aumento da radiação ultravioleta que atinge a superfície terrestre, especialmente a radiação ultravioletaB (UV-B). O aumento da radiação poderá induzir a mudanças estruturais e fisiológicas nas plantas, influenciando no seu crescimento e desenvolvimento. O objetivo deste trabalho foi determinar os efeitos da radiação UV-B ambiente sobre a morfologia das folhas de Arabidopsis thaliana desenvolvidas em condições controladas. As sementes de A. thaliana cresceram em câmaras de crescimento, com 300 µmol m-2s-1 de radiação fotossinteticamente ativa (PAR) com ou sem 6 kJ m-2 s-1 de radiação UV-Bbe (UV-Bbe; UV-B biologicamente efetiva). Após 21 dias, 10 folhas de cada tratamento (com e sem radiação UV-B) foram coletadas para avaliar área foliar, massa fresca e seca, AEF, densidades estomáticas e de tricomas de ambas as faces da folha, espessura da lâmina foliar e concentração de compostos fenólicos e de clorofila total, a e b. As folhas tratadas com radiação UV-B apresentaram menor área foliar, massa fresca e seca, densidade de tricomas na face adaxial e densidade de estômatos na face abaxial da folha. Entretanto, apresentaram os maiores valores médios de espessura total da lâmina e do mesofilo...

‣ Morfologia de plântulas de cinco leguminosas genistóides arbóreas do Brasil (Leguminosae-Papilionoideae)

Rodrigues,Rodrigo Schütz; Tozzi,Ana Maria Goulart de Azevedo
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 Português
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Este trabalho tem como objetivo descrever, ilustrar e comparar a morfologia de plântulas de cinco espécies arbóreas ocorrentes no Brasil dos gêneros Bowdichia, Cyclolobium, Diplotropis, Ormosia e Poecilanthe, pertencentes ao clado genistóide (Leguminosae Papilionoideae). Plântulas fanero-epígeo-foliáceas são encontradas em Bowdichia virgilioides Kunth, Cyclolobium brasiliense Benth. possui plântulas fanero-epígeo-armazenadoras, enquanto que Ormosia arborea (Vell.) Harms, Diplotropis martiusii Benth. e Poecilanthe parviflora Benth. apresentam plântulas cripto-hipógeo-armazenadoras. Outros relevantes caracteres morfológicos das plântulas são discutidos e comparados com os de espécies previamente estudadas nestes gêneros.

‣ Morfologia de sementes e do desenvolvimento pós-seminal de espécies de Bromeliaceae

Pereira,Alba Regina; Pereira,Tânia Sampaio; Rodrigues,Ângela Saade; Andrade,Antônio Carlos Silva de
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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O estudo teve como objetivos caracterizar as sementes, fornecendo informações sobre o tipo e o tempo médio de germinação e de formação de plântulas, além de descrever a morfologia do desenvolvimento pós-seminal de seis espécies de Bromeliaceae. Os resultados mostram germinação do tipo epígea e plântulas criptocotiledonares para todas as espécies. As porcentagens máximas de germinação obtidas, acima de 80%, indicam alta qualidade fisiológica das sementes. O tempo médio de germinação e de formação de plântulas foi de 4-15 e 8-18 dias, respectivamente. As sementes são filiformes a elípticas, lisas ou com apêndices plumosos. Os caracteres morfológicos mais relevantes para a diferenciação entre gêneros e subfamílias de Bromeliaceae referem-se à forma e ao tipo de apêndices das sementes, e na forma e tamanho da bainha cotiledonar, hipocótilo e raiz primária das plântulas, subsidiando estudos taxonômicos, ecológicos e na área de tecnologia de sementes.

‣ Morfologia dos tricomas das pétalas de espécies de Pseudobombax Dugand (Malvaceae, Bombacoideae) e seu significado taxonômico

Carvalho-Sobrinho,Jefferson Guedes de; Santos,Francisco de Assis Ribeiro dos; Queiroz,Luciano Paganucci de
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 Português
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O gênero Pseudobombax Dugand apresenta cerca de 30 espécies, é restrito à região Neotropical e apresenta taxonomia complexa, com muitas de suas espécies mal circunscritas. Parte de seus problemas taxonômicos é conseqüência do fato de que suas espécies perdem as folhas na floração e, portanto, a maioria delas é representada apenas por flores nas coleções de herbário. Neste trabalho, investigou-se a morfologia dos tricomas presentes nas pétalas de oito espécies de Pseudobombax. O estudo utilizou microscopia óptica e eletrônica de varredura a partir de amostras obtidas de material de herbário e flores fixadas em etanol a 70%. Em todas as espécies de Pseudobombax analisadas, foram encontrados dois tipos principais de tricomas: (a) tricomas 2-4-armados, sésseis, longos, flexíveis e com paredes finas, situados na face adaxial de todas as espécies; (b) tricomas tufosos, sésseis, curtos, rígidos, com paredes espessas e lignificadas, situados na face abaxial. Os dados qualitativos e quantitativos obtidos mostraram-se de valor taxonômico para a resolução de problemas de identificação específica em Pseudobombax.

‣ Desenhando a nova morfologia do trabalho no Brasil

Antunes,Ricardo
Fonte: Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo Publicador: Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2014 Português
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O objetivo deste artigo é apresentar algumas tendências presentes no mundo do trabalho no Brasil recente. Se até a década de 1980, por exemplo, era relativamente pequeno o número de trabalhadores terceirizados, nas décadas seguintes houve um aumento significativo, resultado do forte processo de reestruturação produtiva e das mudanças no espaço da organização sociotécnica do trabalho. Pretendemos indicar, em seguida, um desenho de três setores que cumprem papel de destaque no capitalismo brasileiro: a indústria automobilística, a agroindústria e o telemarketing e call center. Assim, esperamos indicar alguns traços constitutivos da nova morfologia do trabalho no Brasil.

‣ Morfologia e morfometria do oviduto de codornas Nothura maculosa

Moraes,Carime; Baraldi-Artoni,Silvana Martinez; Oliveira,Daniela; Pacheco,Maria Rita; Amoroso,Lizandra; Franzo,Vanessa Sobue
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2007 Português
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Este estudo teve por finalidade descrever o oviduto de codornas. Foram utilizadas 20 codornas na fase reprodutiva. Avaliaram-se os comprimentos do infundíbulo, do magno, do istmo, do útero, da vagina e o número de pregas no magno e no istmo. Para o estudo histológico, coletaram-se fragmentos do oviduto, os quais foram fixados em Bouin, destinados à rotina histológica e corados pela técnica de Hematoxilina-Eosina. O infundíbulo apresentou pregas longitudinais e oblíquas, revestidas por epitélio pseudo estratificado cilíndrico ciliado não-secretor, cranialmente, e secretor, caudalmente. O magno é o componente mais longo (15,2cm), com mucosa revestida por epitélio pseudo estratificado cilíndrico ciliado com células caliciformes. O istmo é um segmento curto, com pregas reduzidas, compostas por estruturas histológicas semelhantes ao magno. O útero é uma região de parede pregueada, com glândulas tubulares enoveladas. A vagina é um estreito tubo com musculatura espessa. O oviduto da codorna apresentou sua morfologia semelhante ao dos galiniformes, como a galinha e a perua.

‣ Morfologia de potros da raça Brasileiro de Hipismo

Godoi,Fernanda Nascimento de; Bergmann,José Aurélio Garcia; Almeida,Fernando Queiroz de; Santos,Dalinne Christian Carvalho dos; Miranda,Ana Luisa Soares de; Vasconcelos,Fernando de Oliveira; Oliveira,José Evandro Gervásio de; Kaipper,Rodrigo Ramos; An
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 Português
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Objetivou-se avaliar a morfologia de potros da raça Brasileiro de Hipismo, utilizando análise de imagens digitais e medidas de perímetros corporais para estimativa de índices corporais dos animais. As mensurações lineares e angulares foram obtidas utilizando imagens digitais dos potros com câmera acionada pelo aplicativo Simi Reality Motion Systems®. As medidas foram baseadas em pontos anatômicos realçados com 19 marcadores reflexivos. A análise estatística descritiva dos resultados foi realizada utilizando o programa SAS. Os potros estavam em crescimento, com aumento das medidas lineares de altura na cernelha e na garupa, comprimento do corpo, distância escápulo-metacarpofalângica e nos comprimentos do pescoço, da perna e do antebraço. Os ângulos úmero-radial, metacarpo-falângico, fêmoro-tibial, tíbio-metatarsico aumentaram com a idade, enquanto que os ângulos da cabeça, do pescoço, coxo-femoral, metatarso-falângico, escápulo-solo e coxo-solo foram variáveis entre os momentos de avaliação. Os potros foram classificados em mediolíneos e hipermétricos pelos índices Corporal e Dáctilo-torácico, respectivamente. A avaliação do crescimento dos potros foi possível através da imagem digital.