Página 1 dos resultados de 265 itens digitais encontrados em 0.004 segundos

‣ Ansiedade e agressividade infantil sob o enfoque da psicologia transpessoal : uma interpretação kirliangrafica

Viviane França Dias
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/06/1999 Português
Relevância na Pesquisa
48.40547%
A ansiedade e a agressividade infantil tem sido objeto de muitos estudos, uma vez que tanto pais como educadores vêem-se muitas vezes envolvidos com tais problemas e verificam sua impotência na resolução dos mesmos. Ansiedade e agressividade parecem fazer parte do cotidiano das crianças, em maior ou menor grau. Neste trabalho, procurou-se determinar o papel da escola na minimização do problema, através de contribuições da Psicologia transpessoal. Como a Psicologia Transpessoal busca uma compreensão mais holística do psiquismo humano e uma aproximação entre o saber ocidental e o oriental, acreditamos que ela, por ser mais abrangente, seja capaz de oferecer valiosos subsídios para que se possa trabalhar com proposições holisticas em educação, utilizando-se técnicas de interiorização, concentração, relaxamento, etc., com o propósito de atenuar o problema, que se faz mais presente na população de baixa renda, pelo contexto em que ela vive, ou sobrevive. No trabalho de campo, para coleta de dados, a observação da criança nas situações propostas será o instrumento utilizado. Uma maquina de Kirlian tografará a aura dessas crianças antes e depois da aplicação das técnicas. Questionários serão distribuídos a professores...

‣ Caracterização da agressividades entre pares de crianças por professoras pré-escolares

Souza, Carolina Duarte de
Fonte: Florianópolis Publicador: Florianópolis
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 173 p.| tabs.
Português
Relevância na Pesquisa
38.48463%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologia.; A presente pesquisa teve como objetivo investigar como as professoras caracterizam e lidam com a agressividade entre pares de crianças na pré-escola. A abordagem foi quanti-qualitativo, sendo uma pesquisa descritiva, exploratória, transversal e de levantamento de dados. No total, foram 26 educadoras participantes, utilizaram-se dois instrumentos: a Escala de Comportamento Social do Pré-escolar [PSBS-T] e a Entrevista Sobre Agressividade em Pré-Escolares. Os dados obtidos pelo PSBS-T foram submetidos às análises formais descritivas e relacionais (Teste Wilcoxon e o Coeficiente de Correlação de Spearman); aqueles oriundos da entrevista passaram por uma análise de conteúdo categorial temática. As professoras caracterizaram as crianças participantes como pouco agressivas e socialmente competentes, indicando que quanto mais comportamento prossocial a criança apresentava, mais ela era aceita pelos pares de ambos os sexos e menos comportamentos de agressão externalizada e relacional elas praticavam. A análise das entrevistas apontou que para as educadoras: a) os comportamentos mais indicativos de agressividade nas crianças são quando estas batem ou empurram em alguém; b) as principais reações dos alunos aos atos agressivos entre si são revidá-los ou excluir a criança que agride; c) que as educadoras intervêm na agressividade sobretudo por meio de conversas com a criança que agride...

‣ As relações entre percepção de ameaça, ansiedade, raiva e agressividade no desporto : um estudo comparativo em modalidades de contacto

Cruz, José Fernando A.; Sofia, Rui M.; Mendonça, Liliane; Matos, Joana
Fonte: Associação Portuguesa de Psicologia Publicador: Associação Portuguesa de Psicologia
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /02/2010 Português
Relevância na Pesquisa
47.68234%
Com o presente estudo pretendeu-se compreender e analisar, em modalidades desportivas com diferentes níveis de contacto físico, as relações entre a percepção de ameaça subjacente à experiência de stress e duas emoções “tonalizadas” negativamente: a ansiedade e a raiva. Os 121 atletas de ambos os sexos que participaram na investigação, com idades compreendidas entre os 14 e os 32 anos distribuíam-se por três modalidades distintas: auto-defesa (N=35), “kickboxing” (N=39) e futebol (N=47). Foram administradas as seguintes medidas psicológicas (versões traduzidas e/ou adaptadas): a) Escala de Avaliação Cognitiva da Competição Desportiva – Percepção de Ameaça (Cruz, 1996); b) Escala de Agressividade e Raiva Competitiva (Maxwell & Moores, 2007; Cruz, 2007); e c) Escala de Ansiedade Competitiva – 2 (Smith et al., 2006; Cruz & Gomes, 2007). Os resultados preliminares sugerem as boas características psicométricas dos instrumentos utilizados. Serão ainda apresentados dados correlacionais em função do sexo e modalidade e algumas implicações práticas para o estudo dos comportamentos agressivos no desporto.

‣ Prática de Artes Marciais e Agressividade - Manifestação em Jovens Praticantes de Karaté

Avelar-Rosa, Bruno; Santiago, Romero; Araújo, Duarte; Serpa, Sidónio
Fonte: Associação Portuguesa de Psicologia Publicador: Associação Portuguesa de Psicologia
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2003 Português
Relevância na Pesquisa
47.932812%
Estudo sobre a manifestação de agressividade em jovens praticantes de Karaté com idades compreendidas entre os 12 e os 16 anos. Foram observados grupos amostrais de praticantes e não praticantes de Karaté, considerando também a influência do seu nível de prática (experientes e principiantes) e experiência desportiva (para os não praticantes). Para tal, foi utilizado o Questionário de Buss & Perry (1992) adaptado à população portuguesa por Simões (1993) o qual permite mensurar as respostas em 4 itens principais: agressividade física, agressividade verbal, irritabilidade e hostilidade. Os resultados obtidos não suportam a hipótese de que os praticantes de Artes Marciais são tendencialmente mais agressivos mas também não confirmam a crença de que a experiência nestas disciplinas intervém na regulação positiva desta manifestação nos jovens que as praticam.

‣ Agressividade na condução e mecanismos de defesa em condutores infractores : perspectiva psicodinâmica

Rosário, Luís Miguel Agulheiro Santos Bonsucesso do
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 Português
Relevância na Pesquisa
38.57422%
Tese de mestrado, Psicologia (Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, 2009; Esta investigação teve como objectivo estudar a comparação entre a agressividade na condução e os mecanismos de defesa em condutores infractores. Para tal, recorreu-se a uma medida de auto-relato da agressividade na condução (DDDI) e a um inventário de mecanismos de defesa com uma componente semi-projectiva (DMI). Foi também construído um questionário sócio-demográfico caracterizador da amostra. Verificou-se a associação entre mecanismos de defesa e a agressividade na condução, particularmente em correlações positivas e significativas entre os mecanismos de defesa nomeadamente a projecção (PRO) e a agressividade dirigida ao objecto (TAO) com a condução agressiva. Complementarmente, observaram-se correlações negativas significativas com a repressão emocional, racionalização (PRN) e com a agressividade dirigida ao self (TAS), e entre a reversão (REV) e as emoções negativas durante a condução, tendo-se concluído assim a existência de mecanismos de defesa que promovem e mitigam a condução agressiva.; This investigation aimed to study the comparison of aggression in driving and defense mechanisms on traffic offenders. To this purpose...

‣ Violência nos videojogos e a agressividade: Estudo exploratório da associação entrejogar video jogos violentos e a agressividade em adolescentes

Ferreira, Patrícia Paula Lourenço e Arriaga
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2001 Português
Relevância na Pesquisa
48.527856%
Dissertação de Mestrado em Psicopatologia e Psicologia Clínica; O principal objectivo deste estudo foi testar se existe uma associação entre a violência jogada em videojogos e as medidas de auto-relato da agressividade em adolescentes. Esta dissertação também avaliou: (a) o tempo dispendido a jogar videojogos; (b) a idade com que iniciaram o uso de videojogos; (c) os motivos para jogarem; (d) os habituais parceiros de jogo; (e) a percepção acerca das atitudes dos pais relativamente aos seus hábitos com videojogos; (f) os jogos favoritos; (g) as preferências pela modalidade cooperativa, competitiva ou solitária; (h) as opiniões acerca dos efeitos dos videojogos violentos no comportamento agressivo das crianças e jovens; e (i) dimensões da Personalidade. Foram analisadas diferenças entre sexos, idades e níveis sócio-económicos. Seiscentos e sessenta e seis adolescentes (239 rapazes e 327 raparigas), entre os 12 e os 17 anos de idade (M = 14,12), do 8o ao 10° ano de escolaridade, preencheram quatro questionários que analisavam: dados sócio-demográficos; hábitos com videojogos; Agressividade total e diferentes componentes da agressão, avaliadas pela versão Portuguesa do Aggression Questionnaire (AQ; Buss & Perry...

‣ Análise confirmatória fatorial de uma versão portuguesa do Questionário de Agressividade de Buss-Perry

Cunha, Olga; Gonçalves, Rui Abrunhosa
Fonte: ISPA - Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: ISPA - Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2012 Português
Relevância na Pesquisa
48.061104%
Buss e Perry (1992) desenvolveram um instrumento composto por 29 itens para avaliar comporta - mentos agressivos, o Questionário de Agressividade de Buss-Perry (AQ). Neste estudo analisaram-se a estrutura fatorial e as propriedades psicométricas de uma versão portuguesa deste Questionário numa amostra de 633 estudantes do Norte de Portugal. A análise fatorial exploratória confirmou a estrutura fatorial de quatro fatores definida por Buss e Perry (1992): agressividade física, agressi - vidade verbal, raiva e hostilidade. A escala evidenciou boa consistência interna, com exceção do fator agressividade verbal. Na análise confirmatória verificou-se uma replicação moderada dos fatores agressividade física, raiva e hostilidade e uma modesta replicabilidade da agressividade verbal. O instrumento evidencia igualmente uma boa capacidade discriminante, verificando-se diferenças entre os sexos, com exceção da hostilidade. Os resultados foram discutidos com base na utilidade do AQ para a prática clínica e forense.; Buss and Perry (1992) developed a questionnaire composed by 29 items to evaluate aggressive behaviours, the Buss-Perry Aggression Questionnaire (AQ). In this study we analysed the factorial structure and psychometric properties of a Portuguese version of the AQ in a sample of 633 students from the North of Portugal. Factorial analysis confirmed the Buss and Perry (1992) four-factor structure: physical aggression...

‣ Habilidades sociais de estudantes de Psicologia: um estudo multicêntrico

Del Prette,Zilda Aparecida Pereira; Del Prette,Almir; Barreto,Maria Cecília Mendes; Bandeira,Marina; Rios-Saldaña,Maria Refugio; Ulian,Ana Lucia Alcântara Oliveira; Gerk-Carneiro,Eliane; Falcone,Eliane Mary de O.; Villa,Miriam Bratfisch
Fonte: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2004 Português
Relevância na Pesquisa
47.55027%
Habilidades sociais que ocorrem com alta freqüência e pouca variabilidade podem ser consideradas como padrões, sugerindo características da cultura ou subcultura que são importantes na seleção de instrumentos de avaliação e no planejamento de intervenções. Este trabalho buscou caracterizar o repertório de habilidades sociais de estudantes de Psicologia com base em amostras de 4 localidades: São Paulo (SP), Bahia (BA), Minas Gerais (MG) e Rio de Janeiro (RJ), verificando diferenças entre elas, inclusive em termos da influência do sexo e idade. Quinhentos e sessenta e quatro estudantes responderam 1 inventário de auto-relato IHS- Del-Prette & A. Del Prette, 2001, cujos itens agrupavam-se em 5 fatores: F1) enfrentamento e auto-afirmação; F2) expressão de afeto positivo; F3) conversação e desenvoltura social; F4) auto-exposição a desconhecidos e situações novas; e F5) autocontrole da agressividade. Com base no escore geral (EG) e escores fatoriais (F1, F2, Fe, F4 e F5), foram efetuadas análises comparativas por localidade e, em cada uma delas, por sexo e idade (ANOVA seguida de teste t ou Scheffé). Os resultados indicaram que: a) os estudantes de Psicologia apresentaram escores mais altos que os da amostra normativa no EG...

‣ Agressividade e violência

Ferrari,Ilka Franco
Fonte: Departamento de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Publicador: Departamento de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 Português
Relevância na Pesquisa
47.83166%
Um percurso pela obra de Freud e Lacan que objetive esclarecer conceito e usos dos termos agressividade e violência conduz ao esclarecimento de que tais termos não se superpõem, ainda que possam estar interligados. O contexto em que aparecem sempre supõe algo de renúncia por parte do sujeito, devido ao tratamento que a civilização dá ao gozo. A agressividade, porém, está circunscrita à estruturação do eu enquanto a violência se ordena em torno da lógica que implica a entrada do vivente na linguagem, que não é sem conseqüências. São consideradas questões atuais sobre o tema, a partir das coordenadas do discurso capitalista e suas implicações subjetivas.

‣ Agressividade, estilo de vida criminal e adaptação à prisão

Gonçalves,Leonel Cunha; Gonçalves,Rui Abrunhosa
Fonte: Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo Publicador: Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 Português
Relevância na Pesquisa
47.932812%
O estudo da adaptação à prisão e a classificação dos reclusos pode ajudar a prevenir situações de risco e promover um tratamento penitenciário mais efetivo. Este estudo correlacional explora a relação entre a agressividade, o estilo de vida criminal e a adaptação à prisão, incluindo variáveis sociodemográficas e jurídico-penais. A agressividade é medida pelo Aggression Questionnaire e o estilo de vida criminal pelo Lifestyle Criminality Screening Form. A adaptação à prisão inclui dois indicadores: processos disciplinares e acessos aos serviços clínicos. A amostra é constituída por trinta e um participantes do sexo masculino e nacionalidade portuguesa, detidos num Estabelecimento Prisional Regional. O período de observação teve a duração de cinco meses. Os resultados indicam que a agressividade, a história de consumo de drogas e as penas de menor duração predizem pior adaptação à prisão. Conclui-se que o Aggression Questionnaire se associa aos processos disciplinares e aos acessos aos serviços clínicos.

‣ Efeitos da agressividade infantil para o sofrimento psíquico de professores em diferentes momentos de carreira

Castro,Rebeca Eugênia Fernandes de; Souza,Maria Abigail de
Fonte: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Publicador: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2012 Português
Relevância na Pesquisa
47.83166%
O sofrimento de professores tem sido amplamente considerado pela literatura, em associação com diversos fatores. O presente trabalho investiga esse sofrimento sob o aspecto da agressividade vivenciada em sala de aula. Foram entrevistados doze professores de uma escola pública da cidade de São Paulo - onze do sexo feminino e um do sexo masculino - distribuídos em função de três momentos na carreira de ensino: inicial (até seis anos), intermediário (entre doze e dezoito anos) e final (últimos cinco anos da carreira). As entrevistas foram gravadas, transcritas e os dados categorizados conforme a frequência simples de ocorrência. A comparação das respostas revelou diferenças entre os educadores com menor e maior tempo de carreira no ensino: na percepção da agressividade infantil, nos sentimentos despertados e nas estratégias de manejo utilizadas. Frente à constatação dessas diferenças, foi possível refletir e tecer considerações para o delineamento de intervenções preventivas.

‣ Aceitação-rejeição para estudar e agressividade na escola

Sisto,Fermino Fernandes
Fonte: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá Publicador: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 Português
Relevância na Pesquisa
48.191494%
Foram estudadas as relações entre agressividade e aceitação-rejeição em 1281 estudantes de quatro escolas de ensino fundamental. A medida sociométrica baseou-se em três escolhas positivas e três negativas em situação de estudo. As escalas de agressividade forneceram três medidas: em situação familiar, em situação escolar e geral. Nas medidas sociométrica e de agressividade em situação familiar as diferenças entre as escolas foram atribuídas ao acaso. As escalas de agressividade escolar e geral formaram dois subgrupos, sendo duas escolas com menor e outras duas com maior agressividade. Foram encontradas correlações significativas entre as medidas sociométrica e de agressividade escolar nas quatro escolas e com agressividade geral em uma delas, indicando que quanto maior a aceitação social, menor a agressividade. Como as correlações foram baixas, estudaram-se grupos extremos em termos de aceitação-rejeição e apenas em uma escola as escalas de agressividade escolar e geral diferenciaram esses grupos.

‣ Avaliação da agressividade na família e escola de ensino fundamental

Joly,Maria Cristina Rodrigues Azevedo; Dias,Anelise Silva; Marini,Janete Aparecida da Silva
Fonte: Universidade de São Francisco, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia Publicador: Universidade de São Francisco, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 Português
Relevância na Pesquisa
48.13908%
O estudo objetivou identificar a percepção de crianças do ensino fundamental acerca da agressividade na família e escola, verificando possíveis diferenças entre essa variável com gênero, faixa etária, série e tipo de escola. Aplicou-se uma escala de agressividade em 758 alunos brasileiros, de 2ª a 4ª séries, de ambos os sexos, sendo 50,4% meninas. Os participantes apresentaram poucas condutas agressivas. A agressividade familiar teve maiores índices do que a escolar. Identificou-se influência do gênero sobre a agressividade geral dos participantes. Verificou-se que os meninos apresentaram índices de agressividade na família mais altos e significativamente diferentes em relação às meninas. Constataram-se diferenças significativas para idade e série apenas para agressividade familiar.

‣ Dificuldades lingüísticas na aquisição da escrita e agressividade

Sisto,Fermino Fernandes; Fernandes,Débora Cecílio
Fonte: Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE) Publicador: Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 Português
Relevância na Pesquisa
48.10433%
Esta pesquisa estudou a relação entre dificuldades lingüísticas da escrita e agressividade em estudantes de oito a doze anos. Participaram 834 alunos de escolas estaduais e particulares. Foi aplicada a Escala de Agressividade para Crianças e Jovens, que fornece medidas de agressividade geral e nas situações familiar e escolar e o ADAPE, que consiste em um ditado composto por palavras com dificuldades lingüísticas. As dificuldades lingüísticas e as medidas de agressividade escolar indicaram grandes semelhanças nos resultados das segundas e terceiras séries, fornecendo correlações significativas e positivas, ou seja, conforme aumentaram os erros na escrita, aumentaram também as pontuações em agressividade escolar. Entretanto, com os alunos da quarta série, houve uma nítida diferenciação entre os gêneros. Enquanto que as meninas forneceram coeficientes positivos e alguns muito altos, os meninos registraram correlações negativas, indicando que conforme aumentaram os erros, diminuiu a agressividade escolar.

‣ Agressividade e raiva: perfil de presidiários

Ferreira,Elizelma Ortencio; Capitão,Cláudio Garcia
Fonte: Conselho Federal de Psicologia Publicador: Conselho Federal de Psicologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 Português
Relevância na Pesquisa
47.83166%
Este trabalho verificou diferenças entre o tipo de delito (furto, roubo, seqüestro, homicídio, latrocínio e outros) e os construtos agressividade e raiva por meio do Teste de Frustração de Rosenzweig (PF) e do Inventário de Expressão e Raiva em Estado e Traço (STAXI), respectivamente. Aplicaram-se ambos os testes em cento e vinte e cinco presidiários de uma penitenciária de segurança máxima do interior de São Paulo. A análise de variância ANOVA indicou que o grupo de seqüestradores apresenta, no STAXI, uma instabilidade muito grande entre os fatores relativos à raiva, enquanto os que não praticaram seqüestro têm uma estabilidade aparentemente maior. A diferença significativa para o fator intrapunitivo, no PF, mostrou que os indivíduos que cometeram furto reprimem menos a agressividade em situações de frustração, quando comparados àqueles que não cometeram tal delito.

‣ Agressividade e depressão em escolares

Silva, Diego Dewes da
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
38.469436%
A presente dissertação de Mestrado é composta por dois estudos, seguindo as normas do programa de Pós-Graduação em Psicologia da PUCRS. O primeiro estudo é uma revisão sistemática de literatura intitulada “Manifestações da Agressividade e depressão em crianças e adolescentes: revisão sistemática”, cujos objetivos são: a) realizar revisão sistemática da literatura sobre a temática da agressividade em crianças e adolescentes avaliados pelo Children Behavior Checklist (CBCL); b) realizar revisão sistemática da literatura sobre a temática da depressão em crianças e adolescentes avaliados pelo CBCL; c) avaliar como a agressividade e depressão se manifestam na infância e adolescência. Foram utilizados descritores e critérios de inclusão e exclusão pré-definidos em buscas às bases de dados MedLine, Embase, PsycInfo, Lilacs, SCielo e BVS para as duas revisões sistemáticas realizadas, considerando descritores específicos para agressividade e depressão, utilizados em buscas separadas. Identificou-se que crianças e adolescentes manifestam agressividade e depressão de diferentes formas quanto ao sexo e idade, em diferentes regiões do mundo. O segundo estudo, intitulado “Diferenças de Gênero e Idade na Agressividade e Depressão em Escolares” objetivou analisar relações existentes entre agressividade...

‣ Crian?as que se revelam agressivas: um estudo fenomenol?gico sobre o reconhecimento da agressividade em escolares

RIBEIRO, Elizabete Cristina Monteiro
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
48.005864%
A agressividade na inf?ncia tem sido apresentada como queixa recorrente por pais e educadores, o que instaura um cen?rio preocupante na medida em que a identifica??o da crian?a e sua fam?lia como principais respons?veis ainda ? acentuada. Neste estudo apresenta-se inicialmente uma compreens?o da agressividade na inf?ncia a partir da Abordagem Centrada na Pessoa, assim como a proposta de educa??o neste referencial articulando com alguns princ?pios da teoria da complexidade. Considerando que a crian?a reconhecida como agressiva vem se constitu?do num processo de subjetiva??o no qual as pessoas socialmente significativas a ela est?o implicadas, esta pesquisa por meio de uma investiga??o fenomenol?gica teve como objetivo verificar a configura??o deste reconhecimento a partir da an?lise dos depoimentos dos participantes: a crian?a identificada como agressiva, um colega, a m?e e a professora. O estudo foi realizado numa escola selecionada a partir do mapeamento feito pelo Observat?rio de Viol?ncia nas Escolas N?cleo-Pa. Os resultados encontrados apontam para: uma vis?o de subjetividade linear subsidiando as forma de relacionar; o distanciamento docente utilizado como recurso para evitar o conflito; a agressividade manifestada denunciando as hist?rias pregressas do aluno e a viv?ncia atual; uma rela??o entre a condi??o da crian?a reagir ao r?tulo e a hist?ria familiar; as repercuss?es da forma como ? reconhecida na escola em seu processo de aprendizagem. Os sentimentos vivenciados pelos participantes permitem alertar para a condi??o de implicabilidade que os envolve...

‣ Agressividade e o adolescente em conflito com a lei: um estudo psicanal?tico

CRUZ, Alexandre Th?o de Almeida
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
Relevância na Pesquisa
48.061104%
A presente disserta??o de mestrado trata-se de uma pesquisa te?rica fundamentada na psican?lise e na psicopatologia fundamental e prop?e um estudo sobre agressividade e o adolescente em conflito com a lei. Primeiramente demonstra-se como a agressividade ? constitutiva da subjetividade, ou seja, existe em todos os sujeitos humanos, tomando como base a an?lise feita por Freud em o Mal-estar na civiliza??o (1930); posteriormente estuda-se a agressividade em Winnicott (2002) o qual tamb?m afirma ser esta constitutiva da subjetividade e enfatiza a import?ncia de se compreender este conceito em sua rela??o com a tend?ncia anti-social e a delinqu?ncia. Em seguida, apresenta-se uma reflex?o sobre a conduta anti-social e a delinqu?ncia onde se destaca o pensamento de Vilhena (2002) que diferencia agressividade e viol?ncia ao mesmo tempo em que articula os conceitos de de-priva??o com aspectos da contemporaneidade, destacando que a fam?lia ? o lugar do suporte para o adolescente que transgride as leis sociais, assim como a fal?ncia dos pap?is parentais deve ser levada em considera??o no estudo da agressividade, tend?ncia anti-social e delinqu?ncia. Por fim apresenta-se a teoria de Marta Gerez-Ambert?n (2004) sobre o "sujeito do ato" Para a autora o sujeito deve ter um comprometimento subjetivo com seus atos atrav?s de seu discurso. Trabalha-se com a hip?tese de que os adolescentes em conflito com a lei tentam encontrar respostas a seus conflitos e desejos inconscientes. Outrossim...

‣ Agressividade, estilo de vida criminal e adaptação à prisão; Agresividad, estilo de vida criminal y adaptación a la prisión; Aggressiveness, criminal lifestyle and prison adjustment; Agressivité, style de vie criminel et adaptation à la prison

Gonçalves, Leonel Cunha; Gonçalves, Rui Abrunhosa
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2012 Português
Relevância na Pesquisa
47.932812%
El estudio de la adaptación a la prisión y la clasificación de los reclusos pueden ayudar a prevenir situaciones de riesgo y promover un tratamiento penitenciario más adecuado. Este estudio correlacional explora la relación entre la agresividad, el estilo de vida criminal y la adaptación a la prisión, incluyendo datos socio-demográficos y jurídico-penales. La agresividad es medida por el Aggression Questionnaire y lo estilo de vida criminal por el Lifestyle Criminality Screening Form. La adaptación a la prisión incluye dos indicadores: los procedimientos disciplinarios y los accesos a los servicios clínicos. La muestra consta de treinta y uno participantes del sexo masculino y nacionalidad portuguesa, detenidos en una prisión regional. El periodo de observación fue de cinco meses. Los resultados indican que la agresividad, la historia del consumo de drogas y condenas más cortas predicen peor adaptación a la cárcel. Además se verifica que los scores Aggression Questionnaire se asocian con los procedimientos disciplinarios y el acceso a los servicios clínicos.; The study of inmates´ adjustment to prison and prison classification may help to prevent risky situations and promote a more effective institutional treatment. This correlational study explores the relation between aggressiveness...

‣ Marte: Da agressividade ao amor. A compreensão da agressividade nas pessoas com Lesão Vertebro-Medular

Galhordas,João; Lima,Paula; Encarnação,Tânia
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 Português
Relevância na Pesquisa
48.005864%
O presente trabalho tem como objectivo a compreensão dos sentimentos e comportamentos agressivos, em sujeitos com Lesão Vertebro-Medular. Para este efeito, realiza-se um estudo exploratório, tendo como referência o quadro teórico psicanalítico. Inicialmente é realizada uma revisão geral sobre o conceito de agressividade, destacando-se a sua definição, as suas origens e funções, a forma de lidar com a agressividade e a sua manifestação nas situações de Lesão Vertebro-Medular. De seguida procede-se à apresentação e análise de dois casos clínicos do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão. Do material analisado, chegou-se a aspectos conclusivos que nos permitem considerar que a expressão da agressividade se encontra muitas vezes ligada a situações de perda e frustração, podendo não ter apenas uma conotação negativa, sendo até construtiva e essencial para a saúde mental. Saliente-se ainda nestes casos a intervenção do psicólogo através da relação terapêutica e a pertinência da compreensão destas situações por parte de todos os profissionais de reabilitação.