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‣ "Estudo geológico-geocronológico dos terrenos granito-gnáissicos e sequências metavulcanossedimentares da Região do Betara (PR)"; "Geologic-geochronologic study from the granite-gnaissic terranes and metavolcanossedimentary sequences from Betara Region (PR)"

Ribeiro, Ligia Maria de Almeida Leite
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 25/09/2006 Português
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A Região do Betara, objeto desta pesquisa, localiza-se a nordeste da Cidade de Curitiba, entre os Municípios de Rio Branco do Sul e Campo Largo. Inclui Rochas granito-gnáissicas proto a miloníticas (Núcleo Betara) e seqüências metavulcanossedimentares de baixo a médio grau metamórfico (Formação Betara). Esses terrenos ocorrem na porção sul da Faixa Ribeira, em meio a seqüências metavulcanossedimentares da Formação Votuverava. Este trabalho teve como objetivo principal realizar estudos geológico-geocronológicos (UPb zircão) de rochas metabásicas associadas à seqüências metavulcanossedimentares (Formação Betara), bem como dos terrenos granito-gnáissicos proto a miloníticos (Núcleo Betara). Na região centro-sul do Betara, foram reconhecidas rochas granodioríticas proto a miloníticas formadas durante o paleoproterozóico (~2200 Ma) com heranças (núcleos de zircões) arqueanas (~2800 Ma). Valores arqueanos (~3200 Ma) foram obtidos através do método Sm-Nd (TDM) indicativos da época de derivação do manto dos protolitos crustais dessas rochas. Estes terrenos são limitados a sul pela Zona de Cisalhamento Lancinha, que baliza o domínio da Faixa Apiaí (à norte) daquele pertencente ao Complexo Atuba (a sul). Neste contexto tectônico...

‣ Geoquímica e Geocronologia do Plutonismo Granítico Mesoproterozóico do SW do Estado de Mato Grosso (SW do Cráton Amazônico); Not available.

Geraldes, Mauro Cesar
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 07/04/2000 Português
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O objetivo deste trabalho é o estudo geocronológico e da composição química dos granitóides da porção SW do estado do Mato Grosso. A abordagem deste projeto tem relevância para o entendimento da evolução geológica através da identificação, na área de estudo, de eventos de acresção crustal durante o Paleo e Mesoproterozóico que vieram a compor significativa fração do SW Cráton Amazônico. Na região do Terreno Jauru, tonalitos, vulcânicas ácidas e gnaisses analisados pelo método U/Pb em zircões apresentam idades de 1790 a 1750 Ma. Análises químicas de rocha total indicam características calcioalcalinas para as rochas intrusivas, o que, adicionado a dados de quimismo de rochas vulcânicas disponíveis na literatura sugerem um ambiente de arco vulcânico para suas origens. Dados isotópicos Sm/Nd ('T IND.DM' entre 2.000 a 1800 Ma e 'épsilon IND. Nd(t)' entre +3 e +2) reforçam as características juvenis para estas unidades. Nesta mesma região, outras rochas intrusivas (com composição entre granito e tonalito) apresentam idades U/Pb em zircões entre 1550 e 1530 Ma. O estudo químico indica trend calcioalcalino e resultados isotópicos Sm/Nd ('T IND. DM' entre 2047 e 1743 Ma. e 'épsilon IND. Nd(t)' entre +3...

‣ A Evolução Geológica e Tectônica do Batólito Pelotas no Rio Grande do Sul; Not available.

Philipp, Ruy Paulo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/09/1998 Português
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O Batólito Pelotas, situado na porção leste do Escudo Sul-rio-grandense, apresenta um arcabouço definido por um expressivo complexo plutônico multintrusivo e polifásico. Possui uma extensão de cerca de 400km e uma largura entre 80 e 120km. O batólito é composto quase totalmente por suítes e plútons de rochas granitóides, sendo reconhecidas ainda exposições de rochas básicas e septos dos metamorfitos encaixantes. Sua evolução temporal de aproximadamente 70 Ma(620-550) é resultante da adição de distintos processos tectônicos. Com base na constituição interna e na subdivisão estratigráfica do batólito, foram individualizadas seis suítes graníticas. Suíte Intrusiva Pinheiro Machado (SIPM), Suíte Intrusiva Erval (SIE), Suíte Intrusiva Viamão (SIV), Suíte Intrusiva Encruzilhada do Sul (SIES), Suíte Granítica Cordilheira (SGC) e Suíte Granítica Dom Feliciano (SGDF). Associados às rochas graníticas da SIV, SIES e SGDF, ocorrem pequenos corpos de rochas ígneas inermediárias a básicas (Diorito Capim Branco, Gabros Passo da Fabiana e outros corpos não denominados). Destaca-se, ainda, a ocorrência de rochas vulcânicas e subvulcânicas ácidas constituindo pequenos platôs de rochas piroclásticas e enxames de diques. A construção definitiva do Batólito Pelotas é o resultado do desenvolvimento de três ciclos magmáticos principais. Esta evolução iniciou com o magmatismo cálcio-alcalino médio a alto-K da SIPM...

‣ Petrography, magnetic susceptibility and geochemistry of the Rio Branco Granite, Caraj?s Province, southeast of Par?, Brazil

SANTOS, Patrick Araujo dos; FEIO, Gilmara Regina Lima; DALL'AGNOL, Roberto; COSTI, Hilton T?lio; LAMAR?O, Claudio Nery; GALARZA TORO, Marco Antonio
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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Petrografia, suscetibilidade magn?tica e geoqu?mica do Granito Rio Branco, Prov?ncia Caraj?s, sudeste do Par?, Brazil. O Granito Rio Branco ? um stock paleoproterozoico intrusivo no biotita-monzogranito arqueano Cruzad?o. Ocorre a oeste da cidade de Cana? dos Caraj?s, nas proximidades da mina de cobre do Sossego na Prov?ncia Caraj?s. ? constitu?do por sienogranitos n?o deformados e isotr?picos, hololeucocr?ticos, em geral de granula??o m?dia. A mineralogia ? formada por feldspato alcalino pert?tico, quartzo e plagiocl?sio. A biotita, intensamente cloritizada, ? a principal fase m?fica, acompanhada por flluorita, allanita, zirc?o, pirita e calcopirita como minerais acess?rios. Albitiza??o e, com menor intensidade greiseniza??o, afetaram o granito, sendo a mineralogia secund?ria albita, fluorita, top?zio, clorita, muscovita, siderofilita e ?xidos e/ou hidr?xidos de ferro. O Granito Rio Branco apresenta valores sistematicamente baixos de suscetibilidade magn?tica (SM) variando de 1,3 x 10-5 a 6,96 x 10-4 (SI). Geoquimicamente, ? metaluminoso a peraluminoso, possui altas raz?es FeOt/(FeOt + MgO) e mostra afinidades com granitos ferrosos, tipo-A do subtipo A2. Os padr?es dos ETR revelam um ligeiro enriquecimento de ETR leves em rela??o ao ETR pesados e anomalia negativa acentuada de Eu (Eu/Eu* = 0...