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‣ Considerações acerca da adesão e da suscetibilidade à umidade de misturas asfálticas densas à luz de algumas propriedades mecânicas; Considerations on adhesion and moisture susceptibility of asphalt mixtures by mean of mechanical properties

Furlan, Ana Paula
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 04/09/2006 Português
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47.84858%
Este estudo apresenta uma contribuição à compreensão do fenômeno da adesão e da sua perda que as misturas asfálticas apresentam em conseqüência da ação da água. Para tanto, foram testados diversos tipos de misturas asfálticas à luz dos processos preconizados pela ASTM e pela AASHTO para avaliação de suscetibilidade à umidade. Foram executados vários experimentos fatoriais, que consideraram as principais variáveis influentes no fenômeno da adesão, tais como: tipo de agregado (basalto, gabro e granito), tipo de asfalto (CAP 20 e CAP 40), processo de produção de misturas (Marshall, ASTM e AASHTO), volume de vazios (4 e 7%), teor de asfalto (3) e uso ou não de cal. As propriedades monitoradas foram a resistência à tração e o módulo de resiliência. Entre outras constatações, verificou-se nesta pesquisa que a cal melhorou a adesividade das misturas na maioria dos casos; o procedimento da AASHTO mostrou-se mais efetivo na detecção de suscetibilidade à ação de água nas misturas; ensaios de módulo de resiliência indicaram variações nas características mecânicas dos corpos-de-prova que os ensaios de resistência à tração não conseguiram detectar; as misturas com asfalto tipo CAP 20 apresentaram menos suscetibilidade à umidade que as com CAP 40; o aumento no volume de vazios das misturas redundou em maior perda de adesividade e maiores teores de asfalto levaram as misturas a menores sensibilidades à água. Dentre todas as misturas estudadas...

‣ Evolução magmática e hidrotermal de granitos de "tipo-A" reduzidos: o exemplo do Pluton Desemborque, Maciço Guaraú, SP; not available

Garcia, Rodolfo Pedroso
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/04/2015 Português
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67.29819%
O pluton Desemborque, de idade neoproterozóica, é parte do denominado Maciço Guaraú, aflorante na região sul do de estado de São Paulo e está inserido no contexto geológico da Província Graciosa. É composto por biotita sienogranito a álcali feldspato granito, metaluminosos a moderadamente peraluminosos, que apresentam assinaturas geoquímicas típicas de granitos de tipo-A, como conteúdos relativamente altos de álcalis, além de concentrações significativas de elementos LIL e HFS. Apresentam alteração hidrotermal em graus variáveis, claramente evidenciados tanto pelas texturas quanto pelas composições registradas em seus minerais essências e acessórios, destacando-se a albitização e a greisenização. Os feldspatos alcalinos são pertitas ou mesopertitas zonadas. Algumas composições químicas integradas exibem valores entre 'Or IND 53-58''Ab4 IND 42-46' (núcleos) e 'Or IND 68-71''Ab4 IND 29-32' (bordas). A maior parte das composições obtidas dos plagioclásios correspondem a albita, com poucos cristais classificados como oligoclásio sódico. Albita pura e pós magmática ocorre intersticialmente aos feldpastos ou como microvenulações. São encontradas duas fases micáceas estritamente magmáticas: biotitas castanhas (annita) e esverdeadas (protolitionita-siderofilita). Associadas ao processo de greisenização que substitui biotitas e feldspatos encontram-se micas verdes claras a incolores anteriormente definidas como zinnwaldita...

‣ Petrografia, geoquímica e geocronologia do Granito De Parguaza na Colômbia

Bonilla Pérez, Amed
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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48.37115%
O Granito Parguaza está localizado nas margens do Rio Orinoco no Departamento de Vichada, na Colômbia, e faz parte do grande batólito descrito na Venezuela como “Granito de El Parguaza”. Este corpo aflora na Colômbia como colinas isoladas tipo inselberg e colinas de pequena dimensão com declives acentuados que se sobressaem em relação às vastas planícies terciárias. Dada a sua dimensão, representa um dos maiores granitos anorogênicos do mundo, fazendo parte do noroeste do Cráton Amazônico, podendo ser distinguido como uma das mais antigas unidades da Colômbia (Mesoproterozóico) que não tenham sido submetidas à deformação. Caracteriza-se pela textura rapakivi tipo piterlita e wiborgita e a sua composição é de sienogranito a de feldspato alcalino granito com variações de composição e textura, com zonas de granulação fina, além de pegmatitos, aplitos e veios de quartzo. Geoquimicamente é classificado como um granito do tipo A, peralcalino a metaluminoso, formado em condições de pós-colisão a anorogênicas, com potencial de mineralizações de nióbio, tântalo e estanho associados com pegmatitos e aluviões associados. Medidas de U / Pb em zircão com o método LA-ICP-MS indicam uma nova idade concordante de 1392±5 Ma que difere marcadamente da idade proposta anteriormente na Venezuela. A idade e relações obtidas permitem correlacionar este corpo com granitos anorogênicos de características semelhantes...

‣ Depósitos auríferos associados ao magmatismo granítico do setor leste da Província de Alta Floresta (MT), Craton Amazônico: tipologia das mineralizações, modelos genéticos e implicações prospectivas; Granitoid-related gold deposits in the Alta Floresta Gold Province (MT), Amazon Craton: ore-forming processes, genetic models and implications to exploration

Rafael Rodrigues de Assis
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/02/2011 Português
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48.588853%
A Província Aurífera de Alta Floresta, porção centro-sul do Craton Amazônico, localiza-se entre os limites das províncias geocronológicas Ventuari - Tapajós (1,95-1,8 Ga) e Rio Negro - Juruena (1,8-1,55 Ga). Corresponde a uma unidade tectônica essencialmente composta por sequências plutono-vulcânicas geradas em ambiente de arcos magmáticos que se desenvolveram e se agregaram progressivamente no Paleoproterozóico. No segmento leste da província, na região que compreende os municípios de Nova Santa Helena - Peixoto de Azevedo - Guarantã do Norte - Novo Mundo (MT), rochas plutônicas e vulcânicas são as hospedeiras de mais de uma centena de depósitos auríferos que ocorrem concentrados ao longo do Cinturão Peru-Trairão, de direção NW-SW. Inseridos neste contexto, estão os depósitos Pé Quente e Francisco, alvos de estudo deste trabalho. O Depósito Pé Quente hospeda-se na suíte homônima, que compreende quartzo monzodiorito-monzodiorito a leucomonzonito, isotrópicos, inequigranulares a equigranulares. Apatita, rutilo e zircão correspondem às fases acessórias comuns na suíte. Nos arredores do depósito são individualizadas uma série de manifestações plutônicas mais tardias, não cogenéticas a Suíte Pé Quente...

‣ Geocronologia e geoquímica isotópica de granitoides e metassedimentos da área de São Pedro das Águias (concessão para a prospeção de W de Tabuaço)

Cerejo, T.; Santos, J. F.; Sousa, J. C.; Castanho, N.; Sérgio, G.; Ribeiro, S.
Fonte: Faculdade de Ciências da Universidade do Porto Publicador: Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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47.87362%
As litologias identificadas na área da Quinta de São Pedro das Águias correspondem a: xistos biotíticos, xistos negros, mármores, rochas calcossilicatadas s.s. e skarns da sequência metassedimentar da Formação de Bateiras, pertencente ao Grupo do Douro do CXG; granito de Paredes da Beira-Tabuaço; vários corpos aplíticos e pegmatíticos. Para as litologias granitoides, foi obtida uma isócrona Rb-Sr de 311±7 Ma (MSWD=1.7; 87Sr/86Sr inicial = 0.7146), a qual é aqui interpretada como datando a sua instalação durante uma etapa tardia da D3 varisca. O granito revela caraterísticas do tipo S, nomeadamente por ser moscovítico e peraluminoso (A/CNK médio = 1.28), e ter assinatura isotópica claramente compatível com crosta metassedimentar (-8.9≤εNd311≤-7.8; +129≤εSr311≤+192). A sobreposição da assinatura isotópica do granito com a dos metapelitos encaixantes indica que o magma parental foi provavelmente gerado por anatexia de metassedimentos do Grupo do Douro. Os metapelitos estudados são, do ponto de vista isotópico, em particular por apresentarem valores mais baixos de εNd311, claramente distintos dos metassedimentos do CXG do Grupo das Beiras, assemelhando-se, em contrapartida, a outras unidades metassedimentares do Maciço Ibérico.; In the area of Quinta de São Pedro das Águias...

‣ Geocronologia e geoquímica isotópica de granitoides e metassedimentos da área de São Pedro das Águias (concessão para a prospeção de W de Tabuaço); Geochronology and isotope geochemistry of granitoids and metasediments of São Pedro das Águias area (Tabuaço W project)

Cerejo, T.; Santos, J. F.; Sousa, J. C.; Castanho, N.; Sérgio, G.; Ribeiro, S.
Fonte: LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia Publicador: LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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47.87362%
As litologias identificadas na área da Quinta de São Pedro das Águias correspondem a: xistos biotíticos, xistos negros, mármores, rochas calcossilicatadas s.s. e skarns da sequência metassedimentar da Formação de Bateiras, pertencente ao Grupo do Douro do CXG;granito de Paredes da Beira-Tabuaço; vários corpos aplíticos e pegmatíticos. Para as litologias granitoides, foi obtida uma isócrona Rb-Sr de 311±7 Ma (MSWD=1,7; 87Sr/86Sr inicial = 0,7146), a qual é aqui interpretada como datando a sua instalação durante uma etapa tardia da D3 varisca. O granito revela caraterísticas do tipo S, nomeadamente por ser moscovítico e peraluminoso (A/CNK médio = 1,28), e ter assinatura isotópica claramente compatível com crosta metassedimentar (-8,9≤εNd311≤-7,8; +129≤εSr311≤+192). A sobreposição da assinatura isotópica do granito com a dos metapelitos encaixantes indica que o magma parental foi provavelmente gerado por anatexia de metassedimentos do Grupo do Douro. Os metapelitos estudados são, do ponto de vista isotópico, em particular por apresentarem valores mais baixos de εNd311, claramente distintos dos metassedimentos do CXG do Grupo das Beiras, assemelhando-se, em contrapartida, a outras unidades metassedimentares do Maciço Ibérico.; In the area of Quinta de São Pedro das Águias...

‣ Revestimento cerâmico com granito e argila caulinítica

Souza,E. T. A. de; Monteiro,S. N.; Vieira,C. M. F.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 Português
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48.04989%
Este trabalho teve por objetivo a obtenção de revestimento cerâmico prensado do tipo semiporoso por meio da mistura de argila plástica caulinítica e granito. Foram preparadas misturas com 0%, 20%, 30% e 40% em peso de granito. Para um estudo comparativo, avaliou-se também uma massa cerâmica industrial proveniente da região de Santa Gertrudes. Foram preparados corpos-de-prova por prensagem uniaxial para queima em temperaturas variando de 1000 a 1200 ºC. Nas amostras queimadas foram realizados ensaios tecnológicos para determinação da retração linear, resistência mecânica (flexão em 3 pontos) e absorção de água. Análise microestrutural foi realizada por microscopia eletrônica de varredura. Os resultados mostraram que a incorporação de granito à argila caulinítica não possibilitou uma redução da temperatura de queima necessária para se alcançar o patamar de 10% de absorção de água requerido por norma. Também foi observado um decréscimo da resistência mecânica com o aumento de granito incorporado. Em comparação com a massa industrial, tanto a argila caulinítica quanto às misturas elaboradas apresentaram uma composição química com menor teor de fundentes e maior perda ao fogo e comportamento refratário durante a queima.

‣ Petrologia dos granitóides brasilianos associados à zona de cisalhamento Remígio-Pocinhos(PB)

Nascimento, Rielva Solimairy Campelo do
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Geodinâmica e Geofísica; Geodinâmica; Geofísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Geodinâmica e Geofísica; Geodinâmica; Geofísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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48.372354%
The Brasiliano Cycle in the Seridó Belt (NE Brazil) is regarded mostly as a crustal reworking event, characterized by transcurrent or transpressional shear zones which operated under high temperature and low pressure conditions. In the eastern domain of this belt- the so-called São José de Campestre Massif (SJCM), a transtensional deformation regime is evidenced by extensional components or structures associated to the strikeslip shear zones. The emplacement of the Neoproterozoic Brasiliano granitoids is strongly controled by these discontinuities. Located in the southern border of the SJCM, the Remígio-Pocinhos shear zone (RPSZ) displays, in its northern half, top to the SW extensional movement which progressively grade, towards its southern half, to a dextral strike-slip kinematics, defining a negative semi-flower structure. This shear zone is overprinted upon allocthonous metasediments of the Seridó Group and an older gneiss-migmatite complex, both of which containing metamorphic parageneses from high amphibolite to granulite facies (the latter restricted to the strike-slip zone), defining the peak conditions of deformation. Several granitoid plutons are found along this structure, emplaced coeval with the shearing event. Individually...

‣ Geologia, petrografia e geoqu?mica e suscetibilidade magn?tica do Granito Paleoproterozoico S?o Jo?o, Sudeste do Cr?ton Amaz?nico, Prov?ncia Caraj?s

LIMA, Paulo Henrique Ara?jo
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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68.18617%
O Granito S?o Jo?o (GSJ) ? um bat?lito anorog?nico de formato circular, com aproximadamente 160 km? de ?rea, que secciona unidades arqueanas pertencentes ao Terreno Granito-Greenstone de Rio Maria, sudeste do Cr?ton Amaz?nico. ? constitu?do dominantemente por quatro f?cies petrogr?ficas distintas: biotita-anfib?lio monzogranito (BAMG), biotita-anfib?lio sienogranito (BASG), anfib?lio-biotita monzogranito a sienogranito (ABMSG) e biotita monzogranito a sienogranito (BMSG). O GSJ possui natureza metaluminosa a fracamente peraluminosa, raz?es FeOt/(FeOt+MgO) entre 0,94 e 0,99 e K2O/Na2O entre 1 e 2, mostra afinidades geoqu?micas com granitos intraplaca do tipo A, subtipo A2 e granitos ferrosos, sugerindo uma fonte crustal para sua origem. O GSJ possui conte?dos de ETRL mais elevados que os ETRP e um padr?o sub-horizontalizado para esses ?ltimos, al?m de anomalias negativas de Eu crescentes no sentido das rochas menos evolu?das para as mais evolu?das (BAMG ? BASG? ABMSG? BMSG). Os dados de suscetibilidade permitiram identificar seis popula??es com diferentes caracter?sticas magn?ticas, onde os valores mais elevados de SM relacionam-se ?s f?cies menos evolu?das e os mais baixos ?s mais evolu?das. O estudo comparativo entre o GSJ e as su?tes gran?ticas da Prov?ncia Caraj?s mostra que ele apresenta maiores semelhan?as geol?gicas...

‣ Cerro Por? Batholith: post-orogenic A-type granite from the Amoguij? Magmatic Arc - Rio ApaTerrane - South of the Amazonian Craton

PLENS, Dalila Pexe; RUIZ, Amarildo Salina; SOUSA, Maria Z?lia Aguiar de; BATATA, Maria Elisa Fr?es; LAFON, Jean Michel; BRITTES, Ana Fl?via Nunes
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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57.92851%
O Bat?lito Cerro Por? ? um corpo de aproximadamente 30 por 4 km de extens?o, localizado na regi?o de Porto Murtinho, Mato Grosso do Sul. Situa-se nos dom?nios do Terreno Rio Apa, por??o sul do Cr?ton Amaz?nico. Constitui-se pela F?cies sienogran?tica rosa e F?cies monzogran?tica cinza. A primeira ? caracterizada por textura equi a, essencialmente, inequigranular xenom?rfica e pela presen?a constante de intercrescimentos gr?fico e granof?ric; constitui-se por feldspatos alcalinos, quartzo e plagiocl?sio, tendo biotita como ?nico m?fico prim?rio. A F?cies monzogran?tica cinza apresenta textura porfir?tica, com uma matriz de granula??o fina gr?fica a granof?rica e consiste de quartzo, plagiocl?sio, feldspatos alcalinos e agregados m?ficos (biotita e anfib?lio). Ambas foram metamorfizadas na f?cies xisto verde e a F?cies sienogran?tica rosa mostra-se milonitizada quando em zonas de cisalhamento. Foi identificado um evento deformacional d?ctil-r?ptil originado em regime compressivo, respons?vel pela gera??o de xistosidade e linea??o de estiramento mineral. A Zona de Cisalhamento Esperan?a relaciona-se a esta fase e reflete a hist?ria cinem?tica convergente, reversa a de cavalgamento, com transporte de topo para NWW. Quimicamente, esses litotipos classificam-se como granitoides do tipo A2 da s?rie alcalina pot?ssica saturada em s?lica. Determina??o geocronol?gica obtida pelo m?todo U-Pb (SHRIMP) em zirc?o...

‣ Field and petrographic data of 1.90 to 1.88 Ga I- and A-type granitoids from the central region of the Amazonian Craton, NE Amazonas State, Brazil

VALERIO, Crist?v?o da Silva; MACAMBIRA, Moacir Jos? Buenano; SOUZA, Valmir da Silva
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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58.54404%
O SW do munic?pio de Presidente Figueiredo, localizado no Estado do Amazonas, Nordeste do Cr?ton Amaz?nico Central, Brasil, hospeda granitoides do tipo I de idade entre 1890 a 1898 Ma (Terra Preta Granito, Su?te ?gua Branca), hornblenda-sienogranitos do tipo A (Sienogranito Canoas da Su?te Mapuera), rochas vulc?nicas ?cidas ? intermedi?rias (Grupo Iricoum?) e granitos rapakivi de idades entre 1883 a 1889 Ma (Granito S?o Gabriel da Su?te Mapuera), e rochas afins (quartzo-gabro-anortosito e diorito), al?m de quartzo-monzonito Castanhal, milonitos e hornfels. A f?cies quartzo-diorito do granito Terra Preta foi formada por processos de mistura entre um dique quartzo-gabro sinplut?nico e um granodiorito hornblenda. Gl?bulos parcialmente assimilados de sienogranitos hornblenda Canoas e seus contatos com o granodiorito hornblenda Terra Preta sugerem que o sienogranito Canoas ? um pouco mais jovem do que o Granito Terra Preta. Xen?litos do sienogranito Canoas no interior do Granito S?o Gabriel mostram que o granito ? mais jovem do que o sienogranito Canoas. Novas evid?ncias geol?gicas e petrogr?ficas avan?am na compreens?o petrol?gica destas rochas e sugerem que, al?m de cristaliza??o fracionada, assimila??o e mistura de magma, desempenharam um papel importante...

‣ Geologia, Petrografia e Geoqu?mica do Bat?lito Seringa, Prov?ncia Caraj?s, SSE do Par?

PAIVA J?NIOR, Ant?nio Lima de; LAMAR?O, Claudio Nery; LIMA, Paulo Henrique Ara?jo
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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58.32276%
O Granito Seringa, com cerca de 2250 km2 de superf?cie afl orante, representa o maior bat?lito da Prov?ncia Caraj?s. ? intrusivo em unidades arqueanas do Terreno Granito-Greenstone de Rio Maria, sudeste do Cr?ton Amaz?nico. ? constitu?do por dois grandes conjuntos petrogr?ficos: a) rochas monzogran?ticas, representadas por bitotita-anfib?lio monzogranito grosso (BAMGrG) e anfib?lio-bitotita monzogranito grosso (ABMGrG); b) rochas sienogran?ticas, representadas por anfib?lio-biotita sienogranito porfir?tico (ABSGrP), leucosienogranito heterogranular (LSGrH), leucomicrosienogranito (LMSGr) e anfib?lio-biotita sienogranito heterogranular (ABSGrH). Biotita e anfib?lio s?o os minerais varietais e zirc?o, apatita, minerais opacos e allanita, os acess?rios. O Granito Seringa mostra car?ter subalcalino, metaluminoso a fracamente peraluminoso e possui altas raz?es FeOt/FeOt+MgO (0,86 a 0,97) e K2O/Na2O (1 a 2). Os ETR mostram padr?o de fracionamento moderado para os ETRL e sub-horizontalizado para os ETRP. As anomalias negativas de Eu s?o fracas nas rochas monzogran?ticas e moderadas a acentuadas nas sienogran?ticas e leucomonzogran?ticas, respectivamente, com exce??o dos ABSGrP. Mostra afinidades geoqu?micas com granitos intraplacas ricos em ferro...

‣ Geologia, geocronologia e litoqu?mica dos granitos paleoproteroz?icos do tipo A no setor setentrional da Prov?ncia Tocantins

CHAVES, C?sar Lisboa; GORAYEB, Paulo S?rgio de Sousa; MOURA, Candido Augusto Veloso
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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77.28973%
Este trabalho apresenta a caracteriza??o geol?gica da Su?te Intrusiva Ipueiras em que re?ne quatro plutons gran?ticos (Areias, Ipueiras, It?lia, do Carmo) na regi?o de Porto Nacional-Monte do Carmo-Ipueiras, estado do Tocantins, compreendendo a por??o norte do Maci?o de Goi?s no setor setentrional da Prov?ncia Tocantins. Novos dados petrogr?ficos, litoqu?micos, geocronol?gicos e isot?picos permitiram discrimin?-los de outros eventos gran?ticos presentes na regi?o, tratando-se de granitos subalcalinos de car?ter peraluminoso, com assinaturas geoqu?micas caracter?sticas de granitos do tipo A. Os estudos geocronol?gicos Pb-Pb em zirc?o revelaram que os plutons s?o cronocorrelatos com idades em torno de 2,08 Ga que s?o representativas da ?poca de cristaliza??o e coloca??o desses corpos gran?ticos nos terrenos gn?issicos e granul?ticos. As idadesmodelo Sm-Nd, com valores de TDM entre 2,19 e 2,15 Ga e ?Nd(2,08 Ga) entre +2,5 e +2,9 indicam curto tempo de resid?ncia crustal para a rocha fonte da qual derivou este magmatismo gran?tico em sua evolu??o, e os valores de ?Nd indicam contribui??o mant?lica para a forma??o desses granitos, caracterizando um dom?nio juvenil nesta por??o do Maci?o de Goi?s. Os dados revelam a exist?ncia de um importante evento de granitog?nese de idade paleoproteroz?ica neste dom?nio do Maci?o de Goi?s no setor setentrional da Prov?ncia Tocantins cujo alojamento dos plutons est? relacionado a pulsos magm?ticos finais da evolu??o tectonotermal do evento Transamaz?nico amplamente distribu?do na regi?o.; ABSTRACT: This work presents the geologic characterization of the Ipueiras Intrusive Suite...

‣ Petrography, magnetic susceptibility and geochemistry of the Rio Branco Granite, Caraj?s Province, southeast of Par?, Brazil

SANTOS, Patrick Araujo dos; FEIO, Gilmara Regina Lima; DALL'AGNOL, Roberto; COSTI, Hilton T?lio; LAMAR?O, Claudio Nery; GALARZA TORO, Marco Antonio
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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58.368174%
Petrografia, suscetibilidade magn?tica e geoqu?mica do Granito Rio Branco, Prov?ncia Caraj?s, sudeste do Par?, Brazil. O Granito Rio Branco ? um stock paleoproterozoico intrusivo no biotita-monzogranito arqueano Cruzad?o. Ocorre a oeste da cidade de Cana? dos Caraj?s, nas proximidades da mina de cobre do Sossego na Prov?ncia Caraj?s. ? constitu?do por sienogranitos n?o deformados e isotr?picos, hololeucocr?ticos, em geral de granula??o m?dia. A mineralogia ? formada por feldspato alcalino pert?tico, quartzo e plagiocl?sio. A biotita, intensamente cloritizada, ? a principal fase m?fica, acompanhada por flluorita, allanita, zirc?o, pirita e calcopirita como minerais acess?rios. Albitiza??o e, com menor intensidade greiseniza??o, afetaram o granito, sendo a mineralogia secund?ria albita, fluorita, top?zio, clorita, muscovita, siderofilita e ?xidos e/ou hidr?xidos de ferro. O Granito Rio Branco apresenta valores sistematicamente baixos de suscetibilidade magn?tica (SM) variando de 1,3 x 10-5 a 6,96 x 10-4 (SI). Geoquimicamente, ? metaluminoso a peraluminoso, possui altas raz?es FeOt/(FeOt + MgO) e mostra afinidades com granitos ferrosos, tipo-A do subtipo A2. Os padr?es dos ETR revelam um ligeiro enriquecimento de ETR leves em rela??o ao ETR pesados e anomalia negativa acentuada de Eu (Eu/Eu* = 0...

‣ A Suíte Intrusiva Rio Dourado - um granito tipo A de 1,88 Ga - sudeste do Craton Amazônico - Mato Grosso - Brasil; The Rio Dourado Intrusive Suite - 1.88 Ga A-type granite - southeastern Amazonian Craton - Mato Grosso - Brazil

Barros, Márcia Aparecida de Sant'Ana; Pimentel, Márcio Martins; Rocha, Mara Luiza Barros Pita; Silva, Fernanda Rodrigues da; Padilha, Rosilene Aparecida; Dantas, Elton Luiz; Moura, Evelin de
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/2011 Português
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88.30476%
A Suíte Intrusiva Rio Dourado (SIRD) está constituída por rochas graníticas expostas na porção sudeste do Craton Amazônico, Província Amazônia Central, como corpos intrusivos na Suíte Intrusiva Vila Rica, de idade paleoproterozoica. Rochas vulcânicas félsicas de natureza dominantemente piroclástica (Grupo Iriri) são cogenéticas e ocorrem associadas espacialmente aos corpos intrusivos. Estudos petrográficos permitiram dividir os granitos da SIRD em: biotita granito, biotita granitos com anfibólio e granitos granofíricos. Análises de composição modal indicam composições variáveis entre sieno e monzogranitos. Valor médio da razão FeO T /FeoT+MgO em torno de 0,8 a 0,95, os altos teores de FeO T e baixos de CaO, bem como o caráter fracamente peraluminoso, são comuns em granitos tipo A oxidados. Em diagramas de discriminação de ambiente tectônico, tais rochas ocupam o campo determinado para granitos pós-colisionais. Padrões de elementos terras raras mostram enriquecimento em ETRL com relação aos ETRP e anomalia negativa de Eu. Anomalias negativas de Ta e Nb e empobrecimento de elementos terras raras pesados, podem ser observadas em diagramas multielementar, feições comuns nos granitos tipo A de ambientes pós colisionais. Teores de Ce...

‣ PETROGRAFIA, PETROQUÍMICA E METALOGENIA DO GRANITO SERRA DO PARATIÚ, CANANÉIA, ESTADO DE SÃO PAULO

Martins, Fernando Antonio Guimarães; e Silva, Antonio Carlos Gondim de Andrade; de Oliveira, Mirian Cruxên Barros
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 07/01/2005 Português
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A região estudada é composta por rochas do Maciço Granítico Serra do Paratiú – MGSP, rochas metamórficas do Complexo Turvo-Cajati (ou metarritmitos Iguape), formações sedimentares Plio-Pleistocênicas do Grupo Mar Pequeno (Formação Cananéia e, muito subordinadamente, as Formações Pariqüera-Açu e Ilha Comprida) e coberturas holocênicas de origem continental, marinha e mista. O MGSP, Neoproterozóico – Eopaleozóico, está inserido na Plataforma Sul-Americana, no contexto geotectônico do embasamento cristalino sul-sudeste brasileiro (Bloco Iguape), pertencendo à Suíte Intrusiva Serra do Mar. Acha-se intrudido em rochas metamórficas do Complexo Turvo-Cajati (Paleoproterozóico), onde, localmente, junto ao contato com o corpo granítico, verifica-se biotita-cordierita hornfels denotando metamorfismo de contato. Constitui-se em um corpo, circunscrito, de forma levemente ovalada, com aproximadamente 70 km² de área aflorante; muito homogêneo, onde predomina biotita monzogranito, porfirítico, de cor cinza claro e, subordinadamente, biotita sienogranito. É fracamente peraluminoso, do tipo subsolvus, e coloca-se nos termos finais da série cálcioalcalina. A hipótese de que o Granito Serra do Paratiú seja pós-orogênico é reforçada pelas evidências de campo (forma do corpo...

‣ GEOQUÍMICA E GEOCRONOLOGIA DE GRANITOS ANOROGÊNICOS TONIANOS (ca. 914–899 Ma) DA FAIXA ARAÇUAÍ NO SUL DO ESTADO DA BAHIA

Menezes, Rita da Cunha Leal; Conceição, Herbet; Rosa, Maria de Lourdes da Silva; Macambira, Moacir José Buenano; Galarza, Marco Antonio; Rios, Débora Correia
Fonte: Centro de Pesquisa Professor Manoel Teixeira da Costa - IGC - UFMG Publicador: Centro de Pesquisa Professor Manoel Teixeira da Costa - IGC - UFMG
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 31/07/2012 Português
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Na região sul da Bahia, entre Itarantim e Potiraguá, identificou-se a ocorrência de cinco stocks elipsoidais de granito, alinhados na direção E-W, que são intrusivos no Complexo Itapetinga. Estes stocks são constituídos por biotita-hornblenda granito com termos sieníticos subordinados. Os granitos são metaluminosos a peraluminosos e têm atributos geoquímicos característicos de intrusões anorogênicas do tipo A1, tais como conteúdos de álcalis similares, altos valores de SiO2, Nb, Y, Ta, Th e Terras Raras Leves, baixos valores de CaO, Sr e Ba, e alta razão FeO*/MgO. Essas características são indicativas de magma riolítico com importante contribuição mantélica. Análises isotópicas Pb-Pb por evaporação de monocristais de zircão forneceram as idades de 914 ± 3 Ma (Bolívia), 911 ± 2 Ma (Irmão César), 907 ± 2 Ma (Jundiá), 905 ± 4 Ma (Monte Alto) e 899 ± 3 Ma (Serras) para os stocks estudados. Destaca-se que este magmatismo anorogênico do Toniano é cerca de 200 milhões de anos mais antigo do que a Província Alcalina do Sul do Estado da Bahia, originada no Criogeniano (730-690 Ma). Os dados aqui apresentados tornam ainda mais consistente o modelo de rifte, proposto na literatura, para explicar a presença deste tipo de magmatismo do Toniano...

‣ Evolución magmática del Granito Peñón Rosado, Cerro Asperecito, flanco occidental de la sierra de Famatina

Dahlquist,J.A.; Alasino,P.H.; Galindo,C.; Pankhurst,R.J.; Rapela,C.W.; Saavedra,J.; Casquet,C.; Baldo,E.G.; González Casado,J.M.
Fonte: Revista de la Asociación Geológica Argentina Publicador: Revista de la Asociación Geológica Argentina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2006 Português
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El granate es un mineral accesorio poco común en rocas ígneas y constituye un tema relevante de la petrología ígnea. Estudios combinados de petrología, química mineral, geoquímica de roca total y geoquímica isotópica en el cerro Asperecito indican que los granitoides con granate que forman el Granito Peñón Rosado (GPR) fueron producidos por la fusión parcial de rocas metasedimentarias con subsecuente diferenciación durante su emplazamiento en el Ordovícico inferior-medio. En este sentido, la facies GPR1 representa un cristalizado temprano, la facies GPR2 representa un fundido diferenciado, y la facies GPR3 un fundido residual. El Granito Peñón Rosado, fue emplazado en condiciones de moderada temperatura (785ºC) y presión media (4,4 kb) en profundidades de la corteza media (~15 km). El emplazamiento casi sincrónico en la corteza media de una abundante suite metaluminosa durante el Ordovícico inferior-medio (468 Ma en el cerro Asperecito) fue suficiente para inducir anatexis local de los metasedimentos circundantes. Los contenidos de elementos mayoritarios (CaO, Na2O) y elementos traza (Rb, Sr, Ba) en el Granito Peñón Rosado sugieren anatexis a partir de un material inmaduro acumulado en un plataforma continental. Así...

‣ El Granito Calasuya: un intrusivo alcalifeldespático postcolisional en el batolito de Sierra Norte-Ambargasta, Córdoba

Elortegui Palacios,Javier; Lira,Raúl; Poklepovic,Fernanda; Dorais,Michael J.
Fonte: Revista de la Asociación Geológica Argentina Publicador: Revista de la Asociación Geológica Argentina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 Português
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La zona central del extenso batolito Sierra Norte-Ambargasta, en el bloque más oriental de las Sierras Pampeanas orientales, está representada por granitoides de arco magmático tipo I (granodioritas, monzogranitos, pórfidos dacíticos y riolíticos denominados serie La Isla - Cerro de los Burros), intruidos por cuerpos menores félsicos postcolisionales, químicamente más evolucionados (denominados unidades Puesto de Los Caminos y Cerro Baritina), todos pertenecientes al Neoproterozoico- Cámbrico inferior. Nueva información geológica y geoquímica de la región centro-oriental del mismo batolito permitió identificar un plutón de composición alcalifeldespática, denominado Granito Calasuya, el primero de esta naturaleza en el batolito. Su mineralogía distintiva la constituyen la composición albítica de la plagioclasa magmática (An < 6% molar), el elevado #Fe en las biotitas (0,97), la existencia de fluorita accesoria tardío magmática y el conspicuo proceso de albitización postmagmática. Su alto grado evolutivo se refleja en sus elevados tenores de SiO2 y sus bajos contenidos de CaO, MgO, TiO2, MnO y Fe2O3(t); también en las proporciones elevadas de Rb, Y y Th y en los contenidos deprimidos de Sr, Ba y Zr. Los valores de ΣETR son bajos...

‣ PETROGRAFÍA, GEOQUÍMICA Y GEOCRONOLOGÍA DEL GRANITO DE PARGUAZA EN COLOMBIA

Bonilla-Pérez,Amed; Frantz,José Carlos; Charão-Marques,Juliana; Cramer,Thomas; Franco-Victoria,José A.; Mulocher,Elise; Amaya-Perea,Zeze
Fonte: Boletin de Geología Publicador: Boletin de Geología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 Português
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El Granito de Parguaza aflora en el departamento de Vichada-(Colombia), hacia la margen del río Orinoco y es parte del gran batolito descrito en Venezuela como Granito del Parguaza. Este cuerpo en Colombia aflora como cerros aislados tipo inselberg y serranías de poca extensión con pendientes abruptas que sobresalen entre las extensas llanuras terciarias. Representa uno de los granitos anorogénicos aflorantes más grandes del mundo y puede ser distinguido como una de las unidades colombianas más antiguas (Mesoproterozoico) que no han sufrido deformación. Se caracteriza por presentar textura rapakivi tipo wiborgita y piterlita, su composición es granítica a granítica de feldespato alcalino. Además de las variaciones composicionales y texturales, se encuentran zonas de grano fino, diques pegmatíticos, aplíticos y venas de cuarzo. Geoquímicamente se clasifica como un granito tipo A, metaluminoso a peralcalino, formado en ambiente post-colisional a anorogénico. Nuevas mediciones de U/Pb con LA-ICP-MS en circones indican nuevas edades concordantes de 1.392 ± 5 Ma y 1.402 ± 2 Ma para las partes más distales, respectivamente, mucho más jóvenes que edades propuestas anteriormente en territorio venezolano 1.545 Ma, lo cual puede ser interpretado como un intrusivo más complejo o como procesos de cristalización muy lentos de núcleo a borde. Por otro lado...