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‣ Os granitóides sintectônicos pós-colisionais Sanga do Areal, intrusivos no Complexo Arroio dos Ratos, na Região de Quitéria, RS.

Centeno, Adrio Peixoto
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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37.637686%
Esta dissertação faz parte de um projeto que tem como objetivo investigar a origem e evolução do magmatismo de arco e pós-colisional do Escudo Sul-rio-grandense (ESRG), caracterizando a partir de estudos geoquímicos, estruturais e petrográficos os Granitóides Sanga do Areal (GSA), localizados na região de Quitéria, porção leste do Escudo Sul-rio-grandense. Estes granitóides consistem de dois corpos principais, alongados na direção NE-SW, com aproximadamente 14 km de extensão e 2 km de largura, e também de diversas intrusões menores, posicionadas, preferencialmente, na porção mediana de alta deformação cisalhante do Complexo Arroio dos Ratos. Estão em contato na porção NW com metatonalitos, metagranodioritos e gnaisses tonalíticos a dioríticos de idade paleoproterozóica do referido complexo e com horblenda-biotita granodioritos da unidade neoproterozóica Granodiorito Cruzeiro do Sul. Na porção SE o contato se dá com tonalitos a dioritos relacionados aos Granitóides Arroio Divisa de idade neoproterozóica. Os GSA são biotita monzogranitos de textura porfirítica em seu termo principal, com cerca de 30% de megacristais de até 5 cm de comprimento de plagioclásio e K-feldspato. A matriz heterogranular média a grossa é composta por quartzo fitado...

‣ Geologia dos Granitoides Sanga Rasa, terreno Taquarembó, Bagé, RS

Tambara, Guilherme Baldissera
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
Português
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37.376816%
O Terreno Taquarembó está localizado na porção SW do Escudo Sul-rio-grandense e é interpretado como um fragmento do Cráton Rio de La Plata. Este Terreno é composto por gnaisses paleoproterozóicos do Complexo Granulítico Santa Maria Chico (CGSMC) parcialmente retrabalhados no Ciclo Brasiliano pela colocação de corpos graníticos. O CGSMC é constituído principalmente por granulitos básicos, gnaisses tonalíticos a granodioríticos, metanortositos, metaultramafitos, metapelitos, mármores e gnaisses calco-silicáticos. Os granitos que intrudem este complexo incluem a Suíte Santo Afonso e Saibro, e também o Granitoides Sanga Rasa, unidade que será caracterizada neste trabalho. O Granitoides Sanga Rasa apresenta uma forma aproximadamente orientada segundo 015-195, mostra relação de contato intrusiva com relação aos granitos da Suíte Santo Afonso, constituindo-se de uma rocha de textura equigranular média com variação localizada para fina ou grossa, cor cinza escuro e composição variando de termos dioríticos a sienograníticos, dominados por termos granodioríticos. Os minerais máficos predominantes são biotita e hornblenda (M’= 10-15), com titanita subordinada. Apresenta foliação magmática bem desenvolvida...

‣ Caracterização dos granitóides brasilianos da faixa de dobramentos Paraguai, MS e MT

Manzano, Jefferson Cassu
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 107 f. : il., tabs.
Português
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37.376816%
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Pós-graduação em Geologia Regional - IGCE; Esta qualificação traz os resultados de uma pesquisa realizada nos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde foram estudados e caracterizados quanto à composição mineralógica, comportamento geoquímico e idades isotópicas, sete corpos granitóides, intrusivos em rochas metassedimentares de baixo grau do Grupo Cuiabá. Estas rochas granitóides, conhecidas pelos nomes Taboco, Rio Negro, Coxim e Sonora no Estado do Mato Grosso do Sul e São Vicente, Lajinha e Araguaiana no Estado do Mato Grosso, representam um importante e pouco estudado capítulo na evolução geológica e tectônica do território brasileiro. Estes corpos representam um magmatismo sin a pós colisional, que ocorreu em dois eventos distintos, um ao redor de 500Ma e outro por volta de 540Ma. Geoquimicamente são caracterizados por uma tendência cálcio alcalina de alto potássio com caráter predominantemente peraluminoso. O quadro estrutural das rochas encaixantes mostra uma evolução polifásica, evidenciada pelo registro de três fases deformacionais, relacionadas à evolução da Faixa de Dobramentos Paraguai.; This qualification brings the results of a research accomplished in Mato Grosso and Mato Grosso do Sul States...

‣ Rochas granitóides da zona de Ossa Morena : magnetismo, geodinâmica e reconstituição geohistórica

Antunes, Ana Isabel Marques
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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37.686836%
A Zona de Ossa Morena (ZOM) é uma das grandes unidades geotectónicas da Cintura Varisca Ibérica. É composta por rochas metamorfizadas de idades precâmbrica e paleozóica, e por corpos de granitóides instalados predominantemente durante a orogenia varisca, embora também se encontrem testemunhos de magmatismo mais antigo. Em função da sua relação temporal com os episódios mais importantes de deformação, os granitóides variscos são habitualmente divididos em sin-tectónicos e tardi-pós-tectónicos. Foram estudadas amostras de ortognaisses, correspondendo a granitóides pré-variscos, de Portalegre e de Alcáçovas. Os primeiros são rochas claramente peraluminosas, mas o seu carácter extremamente diferenciado não permitiu definir a natureza dos magmas primitivos. O ortognaisse de Alcáçovas, por seu turno, é fracamente peraluminoso e tem assinatura tipicamente calco-alcalina, sugerindo que o seu protólito ígneo se relacionasse com um processo orogénico ante-varisco (cadomiano?). O plutonismo varisco sin-tectónico da ZOM é representado por corpos intrusivos com composições desde as dos gabros às dos monzogranitos, com predomínio dos tonalitos e granodioritos. São rochas essencialmente metaluminosas - embora também com representação de composições fracamente peraluminosas -...

‣ Geoquímica de granitóides de Pera Velha - Vila Nova de Paiva - Ferreira de Aves

Costa, Maria Mafalda Canas Portela
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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37.686836%
Os granitoides variscos peraluminosos que afloram na area de Pera Velha . Vila Nova de Paiva . Ferreira de Aves intruiram metassedimentos do Complexo Xisto-Grauvaquico Cambrico, Ordovicico e Carbonico. A sua instalacao esta relacionada com a 3a fase de deformacao da orogenia hercinica (D3). O granodiorito a monzogranito levemente porfiroide biotitico-moscovitico de Lagares, de 317 Ma de idade, e sin-D3, enquanto o monzogranito biotitico-moscovitico de Pera Velha, de 295 Ma, e o monzogranito-sienogranito porfiroide biotitico-moscovitico de Ferreira de Aves, de 292 Ma sao tardi- a pos-D3. As composicoes geoquimicas dos tres granitoides e os diagramas de variacao para elementos maiores e menores das rochas, biotites e moscovites indicam que nao estao relacionados, o que e apoiado pela interseccao dos perfis de terras raras dos tres granitoides nas terras raras pesadas. As composicoes quimicas de plagioclase, turmalina e apatite tambem mostram evidencias de que os tres granitoides nao estao relacionados. O monzogranito-sienogranito de Ferreira de Aves evoluiu por cristalizacao fraccionada de quartzo, feldspato potassico, plagioclase, biotite e ilmenite. Os dados isotopicos (87Sr/86Sr)i, ƒÃNdi e ƒÂ18O indicam que os tres granitoides terao resultado da fusao parcial de material dominantemente da crusta continental superior...

‣ Geoquímica dos granitóides de Aguiar da Beira, norte de Portugal

Costa, Maria Mafalda Canas Portela
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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37.758804%
A área de Aguiar da Beira está integrada nos terrenos autóctones da Zona Centro-ibérica e é constituída essencialmente por rochas granitóides variscas instaladas durante e após a terceira fase de deformação (D3). As relações de campo mostram que estes granitóides intruíram formações metassedimentares de idade proterozóica superior-câmbrica e as sequências do Ordovícico e do Carbónico do sinclinal Porto-Sátão, cujo extremo SE aflora na área de estudo. Com base na cartografia publicada e nos dados de campo colhidos no âmbito deste trabalho, foi possível individualizar oito intrusões distintas: o granodiorito -granito biotítico de Sernancelhe, o granito gnaissoso de duas micas, o granito moscovítico-biotítico de Vila Nova de Paiva, o granodiorito-granito biotítico-moscovítico de Lagares e os granitos de Touro (biotítico-moscovítico), Aguiar da Beira (moscovítico-biotítico), Pera Velha / Vila da Ponte (biotítico-moscovítico) e Rei Mouro (moscovítico-biotítico). A presença de encraves microgranulares em cinco dos granitóides estudados sugere que os processos de mistura de magmas desempenharam um papel importante na sua petrogénese. As datações U-Pb obtidas em zircões e monazites durante o presente estudo permitiram subdividir os granitóides de Aguiar da Beira em três grupos...

‣ Geocronologa de alguns granitóides variscos da região de Viseu

Vieira, Telma Catarina Ferreira
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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37.491824%
Os três granitóides estudados afloram na zona de Viseu e são rochas que intruíram nos metassedimentos do Complexo Xisto-Grauváquico, de idade Proterozóico Superior - Câmbrico Inferior, durante a 3ª fase da deformação varisca (D3). O granito sin-D3 de duas micas de Junqueira, porfiróide e não porfiróide de grão médio tem idade de 310 Ma e mostra indícios de deformação no estado sólido enquanto o granito biotítico porfitóide de Cota-Viseu com idade de 298 Ma e o granodiorito biotítico de Mosteirinhos de idade 299Ma são tardi-pós-D3 e não demonstram fortes evidências de deformação no estado sólido. A nível geoquímico, as características do granito de Junqueira são dominantemente do tipo S. As amostras do granito de Cota-Viseu e do granodiorito de Mosteirinhos mostram assinaturas geoquímicas transicionais entre o tipo I e o tipo S. Os dados isotópicos de Sr-Nd em rocha total revelam a influência de protólitos crustais na génese dos três granitóides estudados, embora haja indícios de um envolvimento de diferentes mecanismos na formação dos três granitóides.; The three studied granitoids emerge in the area of Viseu and they are rocks that appeared in metasediments of the Schist and Metagreywacke Complex (CXG)...

‣ Caracterização geológica e tecnológica de granitóides do Ceará

Marques, Joni Gaspar
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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37.491824%
Os três granitóides abordados neste trabalho, granito Banabuiú (GB), fácies Quixadá e fácies Serra Branca, pertencem a três batólitos distintos: batólito Banabuiú, batólito Quixadá e batólito Quixeramobim, respectivamente. Estes três batólitos estão inseridos no Domínio Ceará Central (Ceará, Brasil), localizado na Província Borborema. Estes batólitos, segundo dados geocronológicos disponíveis apresentam uma idade Neoproterozóica e de origem associada à orogenia Brasiliana (≈ 600 Ma). A presente investigação tem como objectivos o estudo cartográfico do batólito de Quixeramobim, numa área a sul da cidade de Quixeramobim, e a caracterização tecnológica e radiométrica dos três granitóides supracitados com vista a avaliar o seu potencial interesse para utilização como rocha ornamental. Para o efeito, foram realizados ensaios tecnológicos e radiométricos: índices físicos, compressão uniaxial simples, flexão em três pontos, desgaste por abrasão amsler e velocidade de propagação de ondas ultra-sónicas ao abrigo das normas da ABNT e ASTM, espectrometria de raio gama e exalação de radão. Também foram efectuadas análises macroscópicas e microscópicas a estes três granitóides a fim de os comparar com os resultados dos ensaios tecnológicos e radiométricos...

‣ Origem e instalação de Granitóides Variscos na Zona Centro-Ibérica

Azevedo, M.R.; Valle Aguado, B.
Fonte: Escolar Editora Publicador: Escolar Editora
Tipo: Parte de Livro
Português
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37.376816%
Os trabalhos de investigação desenvolvidos durante as últimas décadas mostram que os granitóides, largamente representados em domínios orogénicos, constituem excelentes indicadores cronológicos e petrogenéticos dos processos de crescimento e reciclagem crustal ao longo do tempo geológico. A Zona Centro-Ibérica (ZCI) é o segmento da Cadeia Varisca Europeia onde as rochas graníticas afloram em maior extensão e apresentam uma maior diversidade tipológica. A caracterização petrográfica, geoquímica, isotópica e estrutural destes granitóides pode, por isso, contribuir significativamente tanto para a identificação dos mecanismos responsáveis pela produção e diversificação de magmas graníticos em contexto colisional, como para a reconstituição das condições tectono-metamórficas prevalecentes durante a orogenia varisca. (...)

‣ Solos resiuais de rochas granitóides a sul do Tejo: características geológicas e geotécnicas

Duarte, Isabel Maria Ratola
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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37.726348%
O presente trabalho visa essencialmente contribuir para o conhecimento das características geológicas e geotécnicas dos solos residuais de rochas granitóides do Alentejo, no Sul de Portugal, assim como, dos principais factores que condicionam essas características. Existem poucos estudos sobre os granitóides da região, que no entanto, se encontram enquadrados nas zonas paleogeográficas e tectónicas com maior representação em Portugal, a Zona de Ossa Morena (ZOM) e a Zona Centro Ibérica (ZCI). A sua cronologia, química e mineralogia é comparável com a de outros granitóides existentes na Península Ibérica, e está de acordo com a sua localização em relação às referidas zonas e respectivos limites. Estas rochas granitóides foram e são sujeitas a alteração, principalmente por parte dos agentes atmosféricos que, na região do Alentejo Interior assumem um papel de realce, porque as condições climatéricas distinguem-se significativamente das que predominam na restante área do território português. A própria geomorfologia, típica desta região, associada a uma certa escassez de coberto vegetal, deixando expostas (menos protegidas) as formações rochosas, conduz à produção de solos residuais com características químicas...

‣ Granitóides no SW da zona de Ossa-Morena (Montemor-o-Novo, Évora): Petrogénese e processos geodinâmicos

Moita, Patrícia Sofia Martins
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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37.574885%
A presente dissertação consiste no estudo da petrogénese dos litótipos magmáticos do Terreno de Alto Grau Metamórfico de Évora, parte integrante do Maciço de Évora, situado no bordo SW da Zona de Ossa-Morena. Foram seleccionadas e amostradas, em diversas áreas, litologias que abrangem uma variabilidade composicional significativa: gabros (diversas pequenas intrusões entre Montemor-o-Novo e Évora), tonalitos (Maciço dos Hospitais, Montemor-o-Novo), granitóides diferenciados (Alto de São Bento, Évora), migmatitos e granitóides associados (margens da ribeira de Almansor, Montemor-o-Novo), e, ainda, gnaisses e granitóides associados (Valverde). A geoquímica elementar indica que os diversos corpos gabróicos e os tonalitos metaluminosos do Maciço dos Hospitais poderão pertencer a uma série magmática relacionada por cristalização fraccionada. Estas litologias, para além de terem uma assinatura macroelementar de clara tendência calco-alcalina, exibem perfis oligoelementares semelhantes, com ligeiro enriquecimento em ETRL e fortes anomalias negativas de Nb e Ti, revelando características de magmas gerados em ambiente de arco continental. A semelhança entre os dados isotópicos, em particular εNd, obtidos para os gabros e os tonalitos [gabros: εNd323= -1.71 a -2.10; (87Sr/86 Sr)323= 0.70545 a 0.70556; tonalitos: εNd323= -1.91 a -3.29; (87Sr/86Sr)323= 0.70619 a 0.70650] reforçam a existência de laços genéticos...

‣ AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES GEOQUÍMICAS, MINERALÓGICAS E GEOMECÂNICAS EM PERFIS DE ALTERAÇÃO DE MACIÇOS GRANITÓIDES

Tidy, Filipe M. R.; Duarte, Isabel M.R.; Mirão, José A. P.
Fonte: LusoImpress S.A. Publicador: LusoImpress S.A.
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.686836%
O presente trabalho pretende ser um contributo para a caracterização geológico-geotécnica dos solos residuais de rochas granitóides de uma região de clima temperado, a Região do Alentejo, em Portugal. A composição química, mineralógica e textural dos granitóides do Alentejo, bem como de outros granitóides da Península Ibérica, apresentam variações distintas conforme a geologia local. Devido aos diferentes tipos de alteração que ocorrem na formação dos perfis de solos residuais, os produtos finais também serão diversos [Duarte, 2002]. Assim, as propriedades físicas, químicas, mineralógicas e geomecânicas destes solos dependem não só da composição química e mineralógica da rocha mãe, mas também das características geomorfológicas e climatéricas locais [Duarte et al, 2004, 2008]. Para a prossecução do trabalho foram selecionados três locais com perfis de alteração distintos, dentro da Região Alentejo e que se ilustram na Figura 1: i) Perfil de alteração de um granodiorito da Pedreira de Monte das Flores, no Maciço Eruptivo de Évora, com cerca de 8 m de altura; ii) Perfil de alteração de um quartzodiorito da Pedreira de Benafessim, no Maciço Eruptivo de Montemor-o-Novo, com cerca de 10 m de altura; iii) Perfil de alteração de um granito da escavação para o Aterro Sanitário de Arraiolos...

‣ AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES GEOQUÍMICAS, MINERALÓGICAS E GEOMECÂNICAS EM PERFIS DE ALTERAÇÃO DE MACIÇOS GRANITÓIDES

Tidy, Filipe M. R.; Duarte, Isabel M.R.; Mirão, José A. P.
Fonte: LusoImpress S.A. Publicador: LusoImpress S.A.
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.686836%
O presente trabalho pretende ser um contributo para a caracterização geológico-geotécnica dos solos residuais de rochas granitóides de uma região de clima temperado, a Região do Alentejo, em Portugal. A composição química, mineralógica e textural dos granitóides do Alentejo, bem como de outros granitóides da Península Ibérica, apresentam variações distintas conforme a geologia local. Devido aos diferentes tipos de alteração que ocorrem na formação dos perfis de solos residuais, os produtos finais também serão diversos [Duarte, 2002]. Assim, as propriedades físicas, químicas, mineralógicas e geomecânicas destes solos dependem não só da composição química e mineralógica da rocha mãe, mas também das características geomorfológicas e climatéricas locais [Duarte et al, 2004, 2008]. Para a prossecução do trabalho foram selecionados três locais com perfis de alteração distintos, dentro da Região Alentejo e que se ilustram na Figura 1: i) Perfil de alteração de um granodiorito da Pedreira de Monte das Flores, no Maciço Eruptivo de Évora, com cerca de 8 m de altura; ii) Perfil de alteração de um quartzodiorito da Pedreira de Benafessim, no Maciço Eruptivo de Montemor-o-Novo, com cerca de 10 m de altura; iii) Perfil de alteração de um granito da escavação para o Aterro Sanitário de Arraiolos...

‣ Caracterização geoquímica dos granitóides do plutonito de Pavia, Zona de Ossa-Morena, Portugal

Lima, Selma M.; Neiva, Ana Margarida R.; Ramos, João Farinha
Fonte: Laboratório Nacional de Energia e Geologia Publicador: Laboratório Nacional de Energia e Geologia
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /09/2011 Português
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37.491824%
O plutonito de Pavia é um complexo granítico orientado E-W e composicionalmente heterogéneo no seu bordo SW variando entre um tonalito biotítico-anfibólico (tonalito de S. Geraldo) e um granito de duas micas. A datação U-Pb destes granitos (s.l.) sugere que estes foram implantados em dois momentos distintos, o primeiro a ~328 Ma e o segundo a ~324 Ma. Com base na geoquímica de rocha total são apresentadas, no presente trabalho, as classificações químicas e tectónicas dos granitóides. Deste modo, as rochas granitóides do plutonito de Pavia são metaluminosas (tonalito de S. Geraldo) a ligeiramente peraluminosas. O tonalito metaluminoso possui diópsido normativo e nos membros peraluminosos o teor de corindo normativo não ultrapassa os 2%. Os granitóides são magnesianos e possuem um carácter cálcico a calco-alcalino. Apresentam composições típicas dos granitos de arco vulcânico (sub-ambiente arco continental normal) e segundo as classificações de Harris et al. (1986) e Batchelor & Bowden (1985) são pré-colisionais, à excepção do granito de duas micas, que por ser um leucogranito com moscovite, quimicamente se aproxima mais dos granitos sin-colisionais.

‣ Caracterização petrológica e geoquímica dos granitoides intrudidos ao longo da zona de cisalhamento Coxixola, Província Borborema, NE Brasil: plutons Serra Branca e Coxixola

Santos, Lucilene dos; Guimarães, Ignez de Pinho (Orientadora)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
Português
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37.574885%
Os granitoides estudados (plutons Serra Branca - GPSB e Coxixola - GPC) intrudem ortognaisses e migmatitos paleoproterozóicos a arqueanos, e rochas supracrustais Neoproterozóicas. Os GPSB, sienogranitos leucocráticos, equigranulares, contendo localmente enclaves de granitos porfiríticos (GPC) e dioritos, compreendem intrusão alojada em terminações extensionais de zonas de cisalhamento NE-SW transcorrentes sinistrais, ramificações da zona de cisalhamento Coxixola (ZCC), destral com direção E-W. Os GPC compreendem quartzo sienitos, quartzo monzonitos e sieno a monzogranitos, porfiríticos, deformados no estado sólido, com anfibólio de composição ferro - edenita, edenita e Mg - hornblenda. Enxames de enclaves máficos, quartzo dioritos a quartzo monzonitos, ocorrem orientados na direção E - W. A fO2 varia de intermediária (GPSB) a elevada (GPC). Estimativas de temperaturas liquidus utilizando saturação em zircão, variam entre 836 °C - 893 °C (GPC) e 783 °C - 843 °C (GPSB). Os granitoides estudados mostram valores fortemente negativos de εNd(t) e idades modelo (TDM) paleoproterozóicas. U-Pb em zircão por SHRIMP definiu uma idade de 560 ± 5 Ma para os GPSB, e por LA-ICP-MS definem idades de 573 ± 3 Ma para um dique de leucogranito que corta os GPC e de 580 ± 7 Ma para os GPC. Os GPSB são ricos em SiO2 (> 70%)...

‣ Petrologia dos granitóides brasilianos associados à zona de cisalhamento Remígio-Pocinhos(PB)

Nascimento, Rielva Solimairy Campelo do
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Geodinâmica e Geofísica; Geodinâmica; Geofísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Geodinâmica e Geofísica; Geodinâmica; Geofísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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37.574885%
The Brasiliano Cycle in the Seridó Belt (NE Brazil) is regarded mostly as a crustal reworking event, characterized by transcurrent or transpressional shear zones which operated under high temperature and low pressure conditions. In the eastern domain of this belt- the so-called São José de Campestre Massif (SJCM), a transtensional deformation regime is evidenced by extensional components or structures associated to the strikeslip shear zones. The emplacement of the Neoproterozoic Brasiliano granitoids is strongly controled by these discontinuities. Located in the southern border of the SJCM, the Remígio-Pocinhos shear zone (RPSZ) displays, in its northern half, top to the SW extensional movement which progressively grade, towards its southern half, to a dextral strike-slip kinematics, defining a negative semi-flower structure. This shear zone is overprinted upon allocthonous metasediments of the Seridó Group and an older gneiss-migmatite complex, both of which containing metamorphic parageneses from high amphibolite to granulite facies (the latter restricted to the strike-slip zone), defining the peak conditions of deformation. Several granitoid plutons are found along this structure, emplaced coeval with the shearing event. Individually...

‣ Caracterização geoquímica e petrogenética dos Granitoides Arroio Divisa, região de Quitéria, Rio Grande do Sul; Geochemical and petrogenetic characterization of the Arroio Divisa Granitoids, Quitéria region, Rio Grande do Sul, Brazil

Fontana, Eduardo; Nardi, Lauro Valentim Stoll; Bitencourt, Maria de Fátima; Knijnik, Daniel Barbosa
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2012 Português
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37.491824%
Os Granitoides Arroio Divisa (GAD), localizados na região de Quitéria, porção leste do Escudo Sul-rio-grandense, constituem um corpo alongado de direção NE-SW, com aproximadamente 30 km de extensão e 1 a 6 km de largura. Ao norte, são intrusivos em metatonalitos, metagranodioritos e gnaisses tonalíticos a dioríticos do Complexo Arroio dos Ratos, de idade paleoproterozoica, e ao sul são intrudidos por granitos e riolitos neoproterozoicos. Os GAD são predominantemente granodioritos e granitos foliados, de textura equigranular média a grossa, contendo anfibólio e biotita, além de titanita, zircão e apatita como minerais acessórios. Rochas dioríticas a tonalíticas ocorrem na forma de enclaves microgranulares, corpos de dimensões métricas, e diques sin-plutônicos, de contatos interdigitados e interlobados característicos de mistura heterogênea de magmas. Nas proximidades dos termos dioríticos observa-se um aumento no teor de máficos dos granitoides. É também comum a ocorrência de xenólitos centimétricos a decamétricos de gnaisses e metatonalitos do Complexo Arroio dos Ratos e hornblenda-biotita granodiorito correlacionado ao Granodiorito Cruzeiro do Sul. Nas proximidades das zonas de mistura e de xenólitos maiores...

‣ Classificação estrutural e tectónica dos granitóides neoproterozóicos do cinturão Paraíba do Sul no Estado do Rio de Janeiro

Machado, R; Demange, M
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1994 Português
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37.574885%
Os granitóides Neoproterozóicos do cinturão Paraíba do Sul no Estado do Rio de Janeiro são classificados, neste trabalho, em função das fases tectónicas regionais, dos domínios estruturais de ocorrência, do nível crustal de colocação, do tipo composicional, do caráter tectónico e de seu posicionamento temporal com base nos dados geocronológicos disponíveis, muitos deles ainda inéditos. São distinguidos três grupos de granitóides: sin-F2, sin-F3 e sin-F4. Os sin-F2 dividem-se em dois subgrupos. Um deles, predominante, de composição expandida (tonalito/granodioríto/granito), com idade ao redor de 620 Ma, comparável aos granitos tipo-I Cordilheirano, é colocado em nível crustal de fácies anfibolito a granulite. A origem deste magmatismo é relacionada a uma zona de subducção, com mergulho de SE para NW, por debaixo do cinturão Paraíba do Sul. O outro subgrupo, subordinado, é constituído por granitóides migmatíticos do tipo-S, atribuídos a um evento colisional com idade ao redor de 600 Ma. Os granitóides sin-F3 e sin-F4, de composição não expandida (com predomínio de sieno e monzogranitos), são considerados como magmatismo tipo-I Caledoniano, de caráter tardia pós-colisional, com idade entre 490 e 560 Ma.; The granitoids of the Neoproterozoic in the Paraíba do Sul belt in the State of Rio de Janeiro are classified according to their ages related to the recognized tectonic phases...

‣ Geología y geocronología Rb-Sr de granitoides de Sierra Grande, provincia de Río Negro

Varela,Ricardo; Sato,Kei; González,Pablo D.; Sato,Ana M.; Basei,Miguel A.S.
Fonte: Revista de la Asociación Geológica Argentina Publicador: Revista de la Asociación Geológica Argentina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 Português
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Al este de Sierra Grande la unidad más antigua es la Ectinita El Jagüelito, metagrauvacas y pizarras, cortadas por granitoides ordovícicos (Rb-Sr en roca total 467 ± 16 Ma; U-Pb en circón 476 ± 4 Ma). Ectinitas y granitoides son cubiertos discordantemente por sedimentitas clásticas fosilíferas silúricas de la Formación Sierra Grande y el total de unidades deformado por pliegues y fallas. Al sur de Sierra Grande, Mina Hiparsa, afloran la Ectinita El Jagüelito, la Formación Sierra Grande y granitoides, en un contexto de fuerte deformación tectónica. Desde mitad de siglo pasado se discute si los granitoides constituyen el basamento de la Formación Sierra Grande o si son intrusivos en la misma. La Formación Sierra Grande está afectada por metamorfismo térmico. Datos radimétricos previos de granitoides son discordantes (Rb-Sr en roca total 252 ± 5 Ma; 363 ± 57 Ma; 318 ± 28 Ma; U-Pb SHRIMP en circón 476 ± 6 Ma). Se efectuaron nuevos análisis Rb-Sr en roca total y minerales y se propone la existencia de dos unidades graníticas. En granitoides del noroeste de la mina, Granito Mina Hiparsa, se obtuvieron dos isocronas (262 ± 6 Ma, 87Sr/86Sr inicial = 0,7162 ± 0,0003 y 263 ± 9 Ma, 87Sr/86Sr inicial = 0,7149 ± 0...

‣ Estudios isotópicos de Hf en zircones de granitoides pérmicos en el NW de México: Evidencia de mezcla de magmas generados a partir de la fusión de múltiples fuentes corticales

Arvizu,Harim E.; Iriondo,Alexander
Fonte: Instituto de Geología, UNAM Publicador: Instituto de Geología, UNAM
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 Português
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En este trabajo se presentan datos isotópicos de Lu-Hf en zircones magmáticos de granitoides pérmicos asociados a subducción en el NW de Sonora, México. El microanálisis in situ realizado por la técnica de LA-MC-ICPMS muestra amplias variaciones en las composiciones isotópicas de Hf en zircones de la misma edad en una misma muestra de granitoide (hasta 15 unidades épsilon Hf). El rango de valores de épsilon Hf inicial para estos granitoides va desde -9.0 hasta -24.9. Esta variación sugiere una mezcla de magmas derivados de la fusión de diversas fuentes corticales que originaron a los granitoides pérmicos. Las edades modelo corticales de Hf para estos granitoides varían de 1.59 a 2.39 Ga, predominando el rango de 1.6-1.8 Ga, sugiriendo la fusión del basamento proterozoico que aflora en el noroeste de México para la formación de los granitoides pérmicos. Las relaciones isotópicas de Hf obtenidas ilustran la complejidad de los procesos de formación de magmas en la corteza continental. Esta complejidad raramente es revelada por estudios convencionales de geoquímica de elementos mayores y traza e isótopos de Sm-Nd en roca total. Nuestra hipótesis para la generación de magmas desde el Proterozoico al reciente en el NW de México establece que inicialmente el manto contribuyó de manera importante en la formación de magmatismo paleoproterozoico. Posteriormente...