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‣ Alginate coated chitosan nanoparticles as adjuvant for mucosal vaccination with hepatitis B antigen; O uso de nanopartículas de quitosano, revestidas com alginato como adjuvante do antigénio da hepatite B na vacinação através das mucosas oral e nasal

Ribeiro, Olga Maria Fernandes Borges
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado Formato: aplication/PDF
Português
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37.406094%
A nova geração de vacinas são, na maioria dos casos, resultado dos rápidos avanços que se têm verificado nos últimos anos na área da biologia molecular e da imunologia, permitindo o uso da biotecnologia na produção de proteínas recombinantes com acção imunológica protectora. A vacina contra o vírus da hepatite B é disso o melhor exemplo. Esta vacina foi licenciada pela primeira vez em 1981, sendo nesta altura um produto derivado do plasma de portadores crónicos da hepatite B. Só mais tarde, em 1986, o mesmo antigénio, uma proteína de superfície do vírus da hepatite B, começou a ser produzido em sistemas de cultura celular. A vacina da hepatite B foi a primeira vacina recombinante a ser licenciada e a sua concepção tem servido de modelo ao desenvolvimento de novas vacinas, nomeadamente em doenças provocadas por vírus. Por outro lado, tem sido constatado pela comunidade científica que estas vacinas recombinantes são em geral antigénios fracos e por isso necessitam de ser administrados conjuntamente com substâncias que ampliem o seu efeito, os adjuvantes. Assim, paralelamente ao crescente desenvolvimento, que se tem verificado nos últimos anos, da tecnologia para o desenvolvimento e produção de novas vacinas...

‣ A regressão da cirrose na Hepatite B

Pinto, Carla Sofia Madureira
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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37.35538%
Introdução: O vírus da hepatite B é um Hepadnavirívus, com tropismo para os hepatócitos. Em todo o mundo, estima-se a existência de 2 mil milhões de pessoas infectadas com o vírus entre as quais 350 milhões padecem de hepatite B crónica. Por ano morrem aproximadamente 600.000 pessoas devido a hepatite B aguda ou crónica. A resposta imuno mediada decorrente da lesão mantida do vírus nos hepatócitos conduz à formação de fibrose. O esclarecimento dos mecanismos moleculares e celulares que regulam o balanço entre a formação dos constituintes da matriz extracelular e a sua degradação permitem a compreensão do processo da fibrogénese. Esta pressupõe acumulação de matriz extracelular, com alteração dos seus constituintes quer qualitativamente quer quantitativamente. A fibrólise, é o processo de degragação da matriz extra celular e está dependente da actuação de metaloproteases. O desequilíbrio destes processos resulta na acumulação ou diminuição da fibrose. A fibrose hepática é um processo dinâmico e reversível, mas cirrose, último estádio da fibrose, considerada por muitos autores irreversível, pode também regredir desde que se verifique, a remoção do estímulo fibrótico, o vírus, no caso da hepatite B. A morbilidade e a mortalidade na hepatite B crónica...

‣ Análise histológica comparativa de biópsias hepáticas de pacientes com hepatite C crônica, co-infectados pelo HIV-1, realizadas antes e após o tratamento da hepatite C; Comparative histological analysis of liver biopsies from patients with chronic hepatitis C and co-infected with HIV-1, performed before and after the treatment of hepatitis C.

Castro, Gleusa de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 08/12/2006 Português
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37.35538%
Sabe-se que o vírus da imunodeficiência humana (HIV) pode modificar a história natural da infecção pelo HCV, acelerando a progressão da fibrose hepática e conseqüente evolução para cirrose. O tratamento com interferon-alfa pode levar à melhora da histologia hepática, reduzindo a inflamação e fibrose, principalmente nos pacientes que apresentam resposta virológica sustentada. O impacto do tratamento sobre a evolução histológica em pacientes não-respondedores ao tratamento da hepatite C apresenta resultados controversos. Objetivos: Avaliar, nos pacientes com hepatite C crônica, co-infectados pelo HIV, o impacto do tratamento da hepatite C, sobre as modificações de parâmetros indicativos de fibrose e atividade inflamatória, em biópsias de fígado realizadas antes e após o tratamento da hepatite C. Métodos: Foram estudados 26 pacientes co-infectados pelo HCV e HIV-1, submetidos à biópsia hepática antes e, em média, 25,2 meses após o término do tratamento da hepatite C. Fragmentos da biópsia hepática foram comparados, antes e após o tratamento, em relação aos seguintes parâmetros: Índice de Atividade Histológica (HAI) e o grau de Fibrose (Knodell); intensidade do depósito de colágeno (coloração pelo picrosirius) e o grau de ativação das células estreladas (marcação com alfa-actina de músculo liso). Os índices destas variáveis histológicas...

‣ Avaliação da soroprevalência do vírus da hepatite C em pacientes portadores de doenças sexualmente transmissíveis na cidade de São Paulo; Evaluation of Hepatitis C virus seroprevalence in patients with Sexually Transmitted Diseases in São Paulo, Brazil

Arnone, Marcelo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/08/2008 Português
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37.374849%
Introdução: A infecção pelo vírus da hepatite C é atualmente um dos maiores problemas de saúde pública em todo o mundo. Sua principal via de transmissão é a parenteral, por meio da transfusão de sangue e hemoderivados e pelo uso de drogas injetáveis. A transmissão por via sexual é controversa e vem sendo objeto de estudos nos últimos anos. Objetivo: Avaliar a frequência do vírus da hepatite C em portadores de doenças sexualmente transmissíveis, correlacionar os achados sorológicos da população estudada com os fatores de risco para transmissão do vírus da hepatite C e analisar o papel da via sexual como meio de transmissão da doença. Casuística e Métodos: O estudo foi realizado em 1.000 pacientes portadores de doenças sexualmente transmissíveis atendidos no Centro de Saúde Escola Geraldo Paula Souza da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e no Ambulatório de Doenças Sexualmente Transmissíveis da Divisão de Dermatologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, no período de janeiro de 2004 a dezembro de 2006. Os pacientes foram entrevistados para identificação de fatores de risco para transmissão do vírus da hepatite C e foram colhidas amostras para realização de sorologia para hepatite C e HIV. Os dados coletados incluiram idade...

‣ Esteato-hepatite não alcoólica e esteatose em hepatite crônica pelo vírus C: prevalência e relações entre dados demográficos e clínico-laboratoriais com parâmetros histopatológicos; Nonalcoholic steatohepatitis and steatosis in chronic hepatitis C: prevalence and the relationship between demographic, clinical and laboratory data with histopathological parameters

Costa, Marcia Ferreira da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 02/03/2010 Português
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37.449062%
A hepatite crônica pelo vírus C é a principal causa de doença hepática crônica progressiva e complicações relacionadas, como a cirrose hepática e o carcinoma hepatocelular. O estadiamento de fibrose e a graduação da atividade necroinflamatória são excelentes preditores de progressão da doença na hepatite crônica pelo vírus C (HCVC). A epidemia global de obesidade e diabetes mellitus é responsável pela crescente incidência da doença hepática gordurosa não alcoólica, caracterizada por achados histológicos que variam da esteatose pura até a esteato-hepatite não alcoólica (EHNA), com potencial risco de evolução para a cirrose hepática e suas complicações. Na HCVC, fatores virais e do hospedeiro podem contribuir para a associação com a doença hepática gordurosa não alcoólica. Não há consenso sobre a prevalência de esteatose e esteato-hepatite não alcoólica em pacientes com HCVC, com ampla variabilidade na dependência do genótipo viral, fatores metabólicos da população em estudo e variáveis histológicas utilizadas para a definição. Objetivos: a) Definir a prevalência de esteatose hepática e da esteato-hepatite não alcoólica em pacientes com hepatite crônica pelo vírus C; b) Avaliar a relação entre variáveis clínico-laboratoriais e diferentes graduações de parâmetros histopatológicos; c) Avaliar a influência da EHNA na progressão da fibrose; d) Determinar os fatores virais e do hospedeiro associados a diferentes grupos histológicos...

‣ Estimativa da prevalência da Hepatite C, no município de São Paulo, 2003 a 2008, usando o método de captura-recaptura; Estimated prevalence of hepatitis C in the city of São Paulo, 2003 a 2008, using the capture-recapture method

Koizumi, Inês Kazue
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/09/2010 Português
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37.374849%
RESUMO Introdução - Estima-se que 2 por cento da população mundial esteja infectada pelo Vírus da Hepatite C e assim, a hepatite C é considerada importante problema de saúde pública por sua magnitude e gravidade. O uso de bancos de dados, originados pelos serviços de saúde, pode ser uma alternativa aos tradicionais inquéritos epidemiológicos de base populacional. Conjugar o desenvolvimento na área dos sistemas de informação com a necessidade de avançar no conhecimento das doenças importantes para a saúde pública é o desafio que se coloca no cenário da pesquisa epidemiológica. Objetivos - Estimar a subnotificação e a prevalência da hepatite C, no município de São Paulo, no período de 2003 a 2008, usando o método de captura-recaptura e descrever o perfil dos casos registrados em quatro Sistemas de Informação em Saúde. Método - Estudo transversal usando dados secundários registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), no Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), no Sistema de Informação Hospitalar (SIH) e no Sistema de Comunicação Hospitalar (CIH), empregando o método de captura e recaptura. Os bancos SIH e CIH foram unificados para o cálculo da estimativa de casos de hepatite C usando o método de capturarecaptura com a aplicação do modelo log-linear. Resultados O SINAN permitiu detectar características importantes dos portadores da hepatite C...

‣ Monitoramento do anticorpo anti-HBs em indivíduos renais crônicos vacinados contra hepatite B de um município do interior paulista; Monitoring of anti-HBs in individuals with chronic renal failure who were vaccinated against hepatitis B in a city in the interior of the state of São Paulo

Lopes, Leticia Pimenta
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/08/2011 Português
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37.35538%
A vacinação é o método mais importante, barato e eficaz que se tem para a prevenção da transmissão do vírus da hepatite B (VHB). A vacina é indicada para indivíduos renais crônicos devido ao risco acrescido para aquisição do VHB durante a hemodiálise e a transfusão de sangue ou derivados. É indicado que a vacina seja administrada o mais precocemente possível ao entrar no programa de diálise, enquanto os indivíduos são bons respondedores. Este estudo teve como objetivo avaliar o monitoramento do anticorpo anti-HBs vacinal contra a hepatite B em pacientes renais crônicos, que iniciaram hemodiálise no ano de 2005 e permaneceram em seguimento por até quatro anos, em Ribeirão Preto-SP. Trata-se de um estudo de coorte retrospectivo, desenvolvido em quatro unidades de hemodiálise que atendiam indivíduos portadores de DRC na cidade de Ribeirão Preto. A fonte de informação foi composta pela revisão de prontuários de saúde e a população do estudo foi constituída por 102 indivíduos renais crônicos. Dos 102 (100%) participantes, 58,8% eram do sexo masculino e a faixa etária predominante foi <= 45 anos; 52,3% foram a óbito; 18,5% foram submetidos a transplante renal; 20% transferidos; e, em 9,2% dos casos...

‣ Estudos sobre infecções pelos vírus da hepatite B (HBV), hepatite C (HCV), hepatite delta (HDV) e vírus GB-C (GBV-C) em diferentes regiões da América do Sul; Studies on viral infections by hepatitis B virus (HBV), hepatitis C virus (HCV), hepatitis delta virus (HDV) and GB virus C (GBV-C) in different regions of South America

Mora, Monica Viviana Alvarado
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/10/2011 Português
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37.374849%
As hepatites virais estão entre as mais importantes pandemias mundiais da atualidade. Existem várias causas de hepatite, entre elas, o vírus da hepatite B (HBV), o vírus da hepatite C (HCV) e o vírus da Hepatite Delta (HDV). Da mesma forma, o vírus GB-C (GBV-C) é importante na coinfecção com outros vírus, como o HIV. Nesse estudo, várias regiões da América do Sul foram analisadas. Na Colômbia, os estados do Amazonas e Magdalena foram encontradas como regiões hiperendêmicas para HBV. O genótipo F3 (75%) foi o mais prevalente. Determinou-se que o subgenótipo F3 é o mais antigo dos subgenótipos F. No estado de Chocó, encontrou-se o subgenótipo A1 (52,1%) como o mais prevalente. Surpreendentemente, nesse mesmo estado foram encontrados nove casos autóctones de infecção pelo genótipo E (39,1%). Para o HCV, em Bogotá, encontrou-se o subtipo 1b (82,8%) como o mais prevalente. Da mesma forma, estimou-se que esse subtipo foi introduzido por volta de 1950 e se propagou exponencialmente entre 1970 a 1990. O HDV foi identificado em casos de hepatite fulminante do estado de Amazonas, todos classificados como genótipo 3. Se determinou que o HDV/3 se espalhou exponencialmente a partir de 1950 a 1970 na América do Sul e depois desta época...

‣ C4d e PCR do VHC em tecido no diagnóstico diferencial entre rejeição e recidiva de hepatite C em pacientes transplantados de fígado; Characterization of C4d deposits and tissue HCV PCR in the differential diagnosis between rejection and hepatitis C recurrence after liver transplantation

Song, Alice Tung Wan
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/03/2012 Português
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37.374849%
INTRODUÇÃO: Doença hepática avançada causada pelo vírus da hepatite C (VHC) é a principal causa de indicação de transplante de fígado. No entanto, mais da metade dos casos apresenta recidiva histológica em até um ano. A biópsia hepática tem importante papel no diagnóstico da recidiva e na orientação do manejo, porém o diagnóstico diferencial com rejeição pode ser difícil. O marcador tecidual C4d e a PCR quantitativa para o VHC têm sido propostos como métodos auxiliares nessa diferenciação diagnóstica. OBJETIVOS: O objetivo primário foi avaliar o papel da deposição de C4d e da PCR quantitativa de VHC tecidual no diagnóstico diferencial entre rejeição aguda e recidiva de hepatite C em pacientes transplantados de fígado. Os objetivos secundários foram: avaliar a associação de deposição de C4d com as características epidemiológicas, clínicas, laboratoriais e histológicas de rejeição aguda e hepatite crônica; e avaliar a associação da PCR quantitativa de VHC tecidual com as características epidemiológicas, clínicas, laboratoriais e histológicas de hepatite crônica. MÉTODO: Estudo diagnóstico retrospectivo com amostras de biópsia hepática. Os casos foram selecionados de acordo com o diagnóstico histológico...

‣ Prevalência de marcadores sorológicos das hepatites A e B em pacientes com hepatite C crônica atendidos no ambulatório de hepatites do serviço de Gastroenterologia Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade; Prevalence of serological markers of hepatitis A and B in patients with chronic hepatitis C in the outpatient Liver Clinic of the Department of Gastroenterology, University of Sao Paulo School of Medicine

Silva, Edvaldo Ferreira da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/08/2014 Português
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37.391572%
Introdução: Pacientes com infecção crônica pelo VHC e superinfecção pelo vírus da hepatite A (VHA) ou o vírus da hepatite B (VHB), têm maior morbi-mortalidade quando comparados com pacientes que apresentam infecção aguda somente pelo VHA ou VHB. A mortalidade associada à hepatite A aguda pode estar particularmente elevada em pacientes com pré-existência de hepatite crônica causada pelo VHC. Por esta razão, a imunização ativa com vacinas contra o VHA e o VHB vem a ser obrigatória nesta população, e consequentemente esta sorologia deve ser determinada. Objetivos: O objetivo deste trabalho foi avaliar a prevalência de marcadores sorológicos da hepatite A e hepatite B em 1.000 pacientes com infecção crônica pelo VHC atendidos no Ambulatório de Hepatites da Divisão de Gastroenterologia e Hepatologia Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Resultados: O anti-VHA IgG foi positivo em 923 de 1000 pacientes (92,3%). Quando estratificados por idade, o anti-VHA IgG foi encontrado em 61% dos pacientes entre 20 e 29 anos, 70% entre 30 e 39 anos, 85% entre 40 e 49 anos, 94% entre 50 e 59 anos e 99% nos pacientes com mais de 60 anos . O anti-HBc total foi positivo em 244 pacientes (24%). Estratificados por idade...

‣ Citologia hepática em transplantados renais com infecção crônica pelo vírus da hepatite C

Costa, Marcelo Generali da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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37.374849%
As características clínicas da hepatite C em transplantados renais ainda não estão bem definidos. A punção biópsia hepática (PBH) é o padrão-ouro para o diagnóstico do grau de lesão nesses pacientes, O presente estudo objetivou avaliar o papel da citologia hepática obtida por meio de punção aspirativa com agulha fina (PAH) no diagnóstico das lesões hepáticas em transplantados renais com hepatite crônica pelo vírus C. Avaliou-se, também, a freqüência e a gravidade das lesões hepáticas nesses pacientes e características clínico-laboratoriais correlacionadas com a gravidade da doença. Vinte e oito pacientes foram submetidos à PBH e à PAH e os resultados comparados. A PAH utilizou a técnica de Hayry e von Willebrand calculando-se o Incremento Corrigido Total e o número de células imunoativadas (CIA). Dezoito pacientes (66,6%) apresentaram, na PBH, ausência de lesões, lesões mínimas ou lesões não caracterizadas como hepatite crônica; 6 pacientes (22,2%) apresentaram hepatite crônica persistente ou lobular e 3 pacientes (11,1%) tiveram hepatite crônica ativa. Não se verificou associação estatisticamente significativa entre os resultados da PAH e os da histologia (erro β = 0,82). A idade dos pacientes mostrou associação significativa com o diagnóstico histológico...

‣ Superfície ocular e hepatite C

Gomes,Rachel Lopes Rodrigues; Marques,Júnia Cabral; Albers,Marcos Bottene Vila; Endo,Roberto Mitiaki; Dantas,Paulo Elias Correa; Felberg,Sérgio
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 Português
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37.374849%
Objetivos: Avaliar os resultados dos testes utilizados para o diagnóstico de olho seco em portadores do vírus da hepatite C, e verificar se há relação entre a duração conhecida da doença e a intensidade das alterações da superfície ocular. MÉTODOS: Foram avaliados 25 pacientes portadores do vírus da hepatite C não tratados e 29 indivíduos com testes sorológicos negativos para hepatite C. Nos dois grupos, foi realizada a mesma sequência de exames: biomicroscopia, teste de cristalização da lágrima, tempo de ruptura do filme lacrimal, avaliação da córnea com fluoresceína, teste de Schirmer I, avaliação da córnea e conjuntiva com corante rosa bengala e estesiometria da córnea. Os pacientes também foram questionados com relação ao tempo conhecido de infecção pelo vírus da hepatite C. RESULTADOS: O grupo com hepatite C apresentou valor menor que o encontrado nos indivíduos sem hepatite C, no teste de Schirmer I tanto para o olho direito (p=0,0162) como esquerdo (p=0,0265). Para o tempo de ruptura do filme lacrimal verificou-se média inferior no grupo com hepatite C nos dois olhos; porém, a diferença apresen tou significância estatística apenas no olho esquerdo (p=0,0007), não sendo detectada diferença no olho direito (p=0...

‣ Hepatite crônica por vírus C: Parte 1. Considerações gerais

CONTE,Vinício Paride
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2000 Português
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37.406094%
O vírus da hepatite C foi identificado em 1989 como sendo o principal agente causador das hepatites não-A não-B e o seu reconhecimento como agente de alta prevalência nas infecções pós-tranfusionais e/ou uso de derivados do sangue ou em associação com o abuso de drogas endovenosas. A descoberta e a maior disponibilidade de novas técnicas para a seleção adequada de doadores de sangue, reduziu sensivelmente a incidência das hepatites pós-transfusionais. Cerca de 95% dos indivíduos infectados pelo vírus da hepatite C podem ser identificados pelos testes anti-vírus da hepatite C de terceira geração. Os estudos retrospectivos de infecções pelo vírus da hepatite C iatrogênicas, são as principais fontes de reconhecimento da história natural da doença. A distribuição dos diferentes genótipos do vírus da hepatite C varia de acordo com as regiões geográficas. Na América do Sul, Europa, Estados Unidos e Japão 1, 2, e 3 representam a maioria das infecções, sendo o subtipo 1-b o mais prevalente. Os parâmetros epidemiológicos (idade, fatores de risco e duração da infecção) podem estar associados com os genótipos do vírus da hepatite C, sendo os tipos 1-a e 3-a mais freqüentes nos drogaditos endovenosos e o 1-b nas hepatites pós-transfusionais. O subtipo 1-b ocasiona lesões hepáticas mais graves e prolongadas...

‣ Teste da função tiroidiana na hepatite crônica viral

NOVIS,Mônica; VAISMAN,Mario; COELHO,Henrique Sérgio Moraes
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2001 Português
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37.391572%
Racional - Foram estudados 125 pacientes com hepatite crônica ativa e cirrose pós-hepatite por vírus B ou C, e diferentes graus de acometimento funcional hepático. Objetivo - Traçar um perfil hormonal tiroidiano nesses pacientes. Material e Métodos - Os pacientes foram divididos em quatro grupos: a) 31 com hepatite crônica ativa; b) 41 com cirrose pós-hepatite Child A; c) 35 com cirrose pós-hepatite Child B e d) 18 com cirrose pós-hepatite Child C. Além das dosagens séricas de albumina e bilirrubina, determinação do tempo de atividade da protrombina e avaliação da presença de ascite e encefalopatia hepática, todos foram submetidos a dosagens séricas de triiodotironina (T3), tiroxina (T4), hormônio estimulador da tiróide (TSH), tiroxina livre (FT4), triiodotironina reversa (rT3), cálculo do índice rT3/T3 (IrT3) e realização do teste do TRH. Resultados - Quando se compararam as médias dos resultados dos testes entre os diferentes grupos, observou-se que o T3 foi o exame mais expressivo, gradativamente mais baixo, quanto mais avançada a doença (hepatite crônica ativa: 149,2 ± 42,3 ng/dL; cirrose pós-hepatite Child A: 137,4 ± 37,2 ng/dL; cirrose pós-hepatite Child B: 88,0 ± 28,4 ng/dL e cirrose pós-hepatite Child C: 41...

‣ Conhecimento dos obstetras sobre a transmissão vertical da hepatite B

Conceição,Joseni Santos da; Diniz-Santos,Daniel Rui; Ferreira,Cibele Dantas; Paes,Fernanda Nunes; Melo,Clotildes Nunes; Silva,Luciana Rodrigues
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 Português
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37.35538%
CONTEXTO: A transmissão vertical é responsável por 35% a 40% dos novos casos de hepatite B no mundo e a infecção precoce pelo vírus da hepatite B aumenta o risco de evolução para a hepatite crônica, cirrose e carcinoma hepatocelular. OBJETIVO: Determinar o conhecimento dos obstetras sobre as práticas para o diagnóstico da infecção pelo vírus da hepatite B em gestantes e as condutas para a prevenção desta infecção em recém-nascidos de mães infectadas. MÉTODOS: Foram sorteados aleatoriamente profissionais de saúde cadastrados na Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia da Bahia, que foram convidados a responder um questionário anônimo com informações sobre sua formação acadêmica, o local de trabalho, o contato com estudantes e as suas práticas profissionais em relação ao vírus da hepatite B. Adotou-se como critério de exclusão o não exercício atual da obstetrícia e a não residência na Bahia. A análise dos dados foi feita através do programa estatístico Epiinfo e para análise das correlações foi adotado intervalo de confiança de 95%. RESULTADOS: Foram entrevistados 301 obstetras, dos quais 90,3% reconheciam a transmissibilidade vertical do vírus da hepatite B e 81,7% solicitavam algum exame para detecção de hepatite B durante o pré-natal de suas pacientes. Sessenta e seis por cento dos médicos entrevistados referiram o AgHBs como o marcador sorológico mais adequado para avaliar a presença de infecção pelo VHB. Apenas 13...

‣ Hepatite crônica B oculta: prevalência e aspectos clínicos em população de elevada endemicidade de infecção pelo vírus da hepatite B na Amazônia Ocidental Brasileira

Barros Júnior,Gildo Maia; Braga,Wornei Silva Miranda; Oliveira,Cintia Mara Costa de; Castilho,Márcia da Costa; Araújo,José de Ribamar
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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37.35538%
Recentemente é descrito estado de persistência do vírus da hepatite B denominado hepatite crônica B oculta. Sua prevalência e fisiopatologia são desconhecidas. O objetivo deste estudo foi avaliar a ocorrência dessa entidade clínica em pacientes da Amazônia brasileira. De 51 pacientes anti-HBc total reativos testados pela reação em cadeia da polimerase, 17% foram positivos. Não observamos associação com fatores de risco clássicos de infecção pelo vírus da hepatite B, testes bioquímicos, hematológicos e histopatologia. No entanto, os pacientes ictéricos e reativos para o anti-HIV apresentaram associação com a presença do ADN-vírus da hepatite B. Os resultados demonstram a ocorrência da hepatite crônica B oculta, entre nossos doentes, porém, com taxas de prevalência abaixo do esperado para a região. Acreditamos que, apesar do tamanho da amostra avaliada ser pequeno, sua ocorrência poderia ter sido maior se empregássemos primers para a região S, C e X do genoma do vírus da hepatite B, aumentando a sensibilidade do teste.

‣ Esteato-hepatite relacionada ao vírus da hepatite C: perfil clínico-histológico

Pereira,João Eduardo; Cotrim,Helma Pinchemel; Freitas,Luiz Antônio Rodrigues de; Paraná,Raymundo; Portugal,Marcelo; Lyra,Luiz Guilherme
Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2006 Português
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INTRODUÇÃO: Esteatose ocorre com freqüência na hepatite crônica pelo vírus C (HCV) e parece estar relacionada a fatores clínicos e/ou virológicos. Contudo, a presença de esteato-hepatite, uma condição indutora de fibrose, tem sido pouco estudada. OBJETIVO: Estudar a associação de HCV com esteato-hepatite em material de biópsia hepática, correlacionando-a com dados clínicos. MÉTODOS: As biópsias hepáticas de pacientes com HCV foram avaliadas quanto a atividade, estádio e presença de alterações morfológicas de esteato-hepatite. Os dados morfológicos foram correlacionados a parâmetros clínicos que incluíam: consumo alcoólico, IMC, colesterol, triglicérides, glicemia, exposição a petroquímicos e genótipo viral. RESULTADOS: Esteato-hepatite foi encontrada em 42 de 252 (16,6%) pacientes com HCV. Entre os 42 casos, critérios para obesidade, diabetes e dislipidemia foram encontrados em 16,7%; 16,7% e 21,4%, respectivamente. O genótipo 3 esteve presente em 38,1% dos casos. Fatores de risco para esteato-hepatite não-alcoólica (NASH) foram encontrados em 73% dos casos em genótipos diferentes do 3, enquanto tais fatores foram presentes em 37,5% dos casos com genótipo 3 (p = 0,05). O padrão morfológico mais freqüente foi a esteatose macrovacuolar de moderada intensidade (61...

‣ Preval??ncia e fatores associados ao anticorpo contra o v??rus da hepatite ???C??? em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 atendidos no Hospital Universit??rio Dr. Miguel Riet Corr??a Jr. ??? Rio Grande, RS

Sparvoli, Juc??li M??rcia Hendges
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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Disserta????o(mestrado) - Universidade Federal do Rio Grande, Programa de P??s-Gradua????o em Enfermagem, Escola de Enfermagem, 2004.; A hepatite C e o diabetes mellitus tipo 2 apresentam substancial morbidade, complica????es devastadoras e mortalidade significativa. A preval??ncia do diabetes mellitus tipo 2 est?? aumentando exponencialmente, adquirindo caracter??sticas epid??micas. A preval??ncia global da hepatite C cr??nica ?? estimada em 3%. No Brasil, a preval??ncia da infec????o varia de 0,9 a 2,8%. O v??rus da hepatite C pode ser transmitido parenteralmente e, raramente, por rela????o sexual. O anti-VHC ?? o marcador utilizado para seu rastreamento. Esta infec????o causa primariamente doen??a hep??tica. A epidemia da hepatite C ampliou sua dimens??o quando foram constatadas diversas manifesta????es extra-hep??ticas. Recentemente, a possibilidade da associa????o da hepatite C com o diabetes mellitus tipo 2 tem despertado muito interesse. Contudo, a exist??ncia desta associa????o ainda desperta pol??mica. Disso surgiu a necessidade de estudos experimentais, epidemiol??gicos e cl??nicos. Realizamos um estudo prospectivo observacional em 454 pacientes com diabetes mellitus tipo 2, atendidos no Centro Integrado de Diabetes do Hospital Universit??rio Dr. Miguel Riet Corr??a Jr....

‣ Epidemiologia da Infecção pelo Vírus da Hepatite B em Assentamento Rural em Mato Grosso do Sul, Brasil Central; Epidemiology of infection by hepatitis B virus in rural settlement in Mato Grosso do Sul, Brazil Central

Rodrigues, Fabiana Perez
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Enfermagem (FEN); Faculdade de Enfermagem - FEN (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Enfermagem (FEN); Faculdade de Enfermagem - FEN (RG)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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Hepatitis B virus (HBV) infection has been responsible for the largest number of chronic hepatitis illness throughout the world as well as its sequelae: cirrhosis and hepatocellular carcinoma. In Brazil, a low endemic country for hepatitis B, the most of the information on this infection has been limited to urban populations. Data about hepatitis B epidemiology in rural settlement are rare. Thus, the aim of this study was to investigate the epidemiological profile of hepatitis B virus infection in individuals living in a rural settlement (Itamarati I) from Mato Grosso do Sul, Brazil. Initially a cross-sectional study was carried out. Then HBV susceptible individuals were vaccinated against HBV and their vaccine response were evaluated. Participants were recruited following a random selection of their families. All family member aged ≥ 2 years who agreed to take part into the study was recruited by signing an Informed Consent Form. Then, 10-ml-blood sample was taken for detecting HBV markers: HBsAg, anti-HBs and total anti-HBc by using commercial kits. HBsAg positive samples were retested for HBeAg and anti-Hbe markers. Hepatitis B vaccine was offered to all individuals who were identified as susceptible to infection...

‣ Soroprevalência de hepatite B e hepatite C em Monte Negro, Rondônia, Região Amazônica Ocidental Brasileira; Seroprevalence of hepatitis B virus and hepatitis C virus in Monte Negro in the Brazilian western Amazon region

El Khouri, Marcelo; Duarte, Leandro Savoy; Ribeiro, Rafael Bernadon; Silva, Luis Fernando Ferraz da; Camargo, Luis Marcelo Aranha; Santos, Vera Aparecida dos; Burattini, Marcelo Nascimento; Corbett, Carlos Eduardo Pereira
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/02/2005 Português
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OBJETIVOS: O presente estudo foi realizado em Monte Negro, Rondônia, Amazônia Oriental, onde um projeto de acadêmicos de Medicina da Universidade de São Paulo promoveu assistência médica à população rural. O objetivo foi determinar a soroprevalência de Hepatite B e Hepatite C, investigar os fatores de risco para sua infecção e avaliar o status imunológico vacinal contra Hepatite B nesta região. MÉTODOS: O estudo é uma pesquisa de corte transversal de soroprevalência, compreendendo 267 voluntários que tiveram suas amostras sanguíneas coletadas após preenchimento de um questionário. As amostras foram analisadas em São Paulo usando kits comerciais pesquisando anticorpos contra Hepatite B (AgHBs, Anti-HBs e Anti-HBc) e Hepatite C . Um banco de dados montado através do questionário foi analisado em relação aos resultados sorológicos com testes uni-, bi-, e multivariado, considerando ± = 5%. RESULTADOS: A soroprevalência do VHB encontrada foi de 61.79% e do Hepatite C, 0.38%. A análise dos possíveis fatores de risco mostrou que a prevalência de Hepatite B aumenta com a idade, especialmente após a adolescência, além de ser maior em aqueles nascidos em Rondônia. A exposição à vacinação contra Hepatite B foi maior em indivíduos jovens e aqueles nascidos em Rondônia. CONCLUSÃO: Monte Negro é uma região altamente endêmica para Hepatite B ...