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‣ Morfologia dos órgãos genitais masculinos de quati (Nasua nasua, Linnaeus 1766).; .

Franciolli, André Luis Rezende; Programa de Pós-Graduação da FMVZ – USP; Costa, Gerlane de Medeiros; Programa de Pós-Graduação da FMVZ – USP; Mançanares, Celina Almeida Furlanetto; Departamento de Morfologia, Centro Universitário da Fundaçã
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2007 Português
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46.570796%
O objetivo deste trabalho foi descrever a morfologia dos órgãos genitais masculinos em Nasua nasua. Foram utilizados cinco quatis provenientes do Criatório Científico CECRIMPAS (UNIfeob). Os animais ortotanasiados foram fixados em solução de formaldeído a 10% para posterior dissecação. Para microscopia de luz, foram colhidos fragmentos dos órgãos genitais, que foram processados e incluídos em parafina, cortados e corados, para fotodocumentação. Macroscopicamente, o pênis do Nasua nasua não era suspenso e sim preso à pele abdominal, em dois dos animais sexualmente imaturos, enquanto nos três outros animais maduros, o pênis encontrava-se suspenso entre os membros pélvicos. Circundando o prepúcio, na sua porção mais distal, foi observada uma glândula cuja secreção era branca e pastosa. A glande do pênis apresentou uma dilatação proximal (bulbo da glande), de consistência firme à palpação, que era constituída pela parte dilatada do báculo. A posição dos testículos, dentro do escroto, era horizontal. A próstata apresentou-se com formato globoso, circundando a uretra. Microscopicamente, os testículos eram envoltos por uma cápsula de tecido conjuntivo denso, a túnica albugínea testicular. O ducto epididimário era provido de um epitélio pseudoestratificado prismático com estereocílios. A uretra peniana apresentou-se circundada pelo corpo esponjoso e no restante do pênis apresentou o corpo cavernoso (tecido erétil).; Morphology of the male genital organs in the coati (Nasua nasua...

‣ Morphology of arbuscular mycorrhizas in Tabebuia avellanedae Lorentz ex Griseb. (Bignoniaceae); Morfologia de micorrizas arbusculares em Tabebuia avellanedae Lorentz ex Griseb. (Bignoniaceae)

Paulilo, Maria Terezinha Silveira; Universidade Federal de Santa Catarina; Moratelli, Eliane Maria; Universidade Federal de Santa Catarina; Dalla Costa, Murilo; Universidade Federal de Santa Catarina; Santos, Marisa; Universidade Federal de Santa Catarina
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; substrato de cultivo inoculado.; Substratum inoculated. Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2007 Português
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O conhecimento sobre o tipo de morfologia de micorrizas arbusculares é importante uma vez que a função fisiológica das estruturas micorrízicas e reações de defesa do hospedeiro podem apresentar diferenças entre as morfologias Arum e Paris. As raízes de plântulas de Tabebuia avellanedae, colonizadas tanto por população nativa presente no solo de mata utilizado no cultivo ou provindos de inoculação do solo de mata com Glomus clarum e Glomus tunicatum, apresentaram micorrizas arbusculares tanto com morfologia tipo Arum como morfologia tipo Paris, caracterizando uma morfologia do tipo intermediário. A presença de morfologia intermediária poderia ser ecologicamente vantajosa, pois traria aos hospedeiros os benefícios apresentados pelas morfologias Arum e Paris.; The knowledge about de morphology of arbuscular mycorrhizas is important since the physiological function of mycorrhizal structure and defense reactions of host can show differences between the Arum and Paris type morphology. Root seedlings of Tabebuia avellanedae, colonized both by native or inoculated (Glomus clarum and Glomus tunicatum) arbuscular mycorrhizal fungi showed both Arum and Paris type of morphology, characterizing an interrnediary type of morphology. This kind of morphology can bring ecological important since the hosts could take benefit of the advantages of each type of morphology.