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‣ Morfologia e citologia das células compartimentadas em Araucaria angustifolia (BERT.)O.KTZE.(ARAUCARIACEAE)

Mastroberti, Alexandra Antunes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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37.304067%
As células compartimentadas do gênero Araucaria Juss. foram primeiramente descritas como células incomuns, caracterizadas pela ocorrência de partições pécticas no lume celular, formando um sistema de compartimentos. Entretanto, várias questões sobre essas células ainda não haviam sido esclarecidas, por isso, o presente trabalho envolveu a observação e descrição dos estádios de desenvolvimento das células compartimentadas nas plantas jovens e adultas da espécie Araucaria angustifolia, sob microscopia óptica e eletrônica, além de elucidar as funções e a dinâmica celular desempenhada pelas mesmas. A diferenciação das células compartimentadas ocorria ainda no ápice caulinar, iniciando quando a célula aumentava de volume (estádio 1). A mucilagem era continuamente secretada, através do Golgi e retículo endoplasmático rugoso, preenchendo o citoplasma e reduzindo o vacúolo (estádio 2). A quantidade citoplasmática se reduzia, praticamente, em torno do núcleo (estádio 3). Finalmente, a célula era totalmente preenchida de mucilagem, constituída por uma rede lamelar, perdendo sua forma poligonal (estádio 4). Núcleo e citoplasma degeneravam. Com base nesses resultados, constatou-se que as células compartimentadas de Araucaria angustifolia eram semelhantes às células de mucilagem de algumas famílias de dicotiledôneas. A função de controle hídrico foi comprovada...

‣ Estudo morfológico da planta Salvinia Molesta : uma contribuição para a biônica e o design de produto

Steigleder, Ana Paula
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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27.689495%
A análise biônica é uma ferramenta versátil que apresenta grande potencial tecnológico tanto em aplicações industriais como bens de consumo, pois através dela, o designer, pesquisa e busca na biologia indicações e orientações de elementos e mecanismos funcionais e formais que possibilitem o desenvolvimento de produtos. Assim, produtos que necessitem de conforto térmico, impermeabilização de paredes, lajes, telhas e produtos afins ou mesmo problemas como a retirada de resíduos do fundo de embalagens têm na análise biônica soluções inteligentes e otimizadas pela natureza. Desta forma, esta pesquisa teve o objetivo de analisar a morfologia da planta aquática Salvinia Molesta no intuito de investigar a capacidade de repelência da água na superfície da folha, para posteriormente reproduzir suas propriedades visando o desenvolvimento de produtos que necessitem de superfícies impermeáveis. Para esta análise foram realizados distintos métodos de caracterização: microscopia via microscópio estereoscópico, microscopia eletrônica de varredura - MEV, medida do ângulo de contato, medida da histerese do ângulo de contato e análise por dispersão de energia - EDS. Após a compilação destas informações foi desenvolvida uma simulação computacional 3D a qual serviu tanto para a demonstração quanto para uma melhor compreensão do mecanismo de funcionamento da capacidade de repelência de água da planta Salvinia Molesta. A caracterização por microscopia eletrônica de varredura apresentou a estrutura do tricoma onde por sua vez...

‣ Efeitos da radiação ultravioleta-B na organização celular e fisiológica da estrutura foliar de Oryza Sativa (L.) cultivar Epagri 108

Almeida, Sérgio Luiz de
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: [99] p.| il.
Português
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27.87182%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e do Desenvolvimento, Florianópolis, 2013.; A radiação ultravioleta-B (UV-B) afeta muitos processos importantes nas fases de vida das plantas, incluindo a taxa de redução do crescimento, redução da produtividade primaria e mudanças na ultraestrutura. O arroz (Oryza sativa L.) é um dos muitos cereais cultivados no mundo representando cerca de 50% da produção agrícola. Neste estudo, foi examinado o efeito da exposição de O. sativa em radiação natural denominada amostra ambiente (AMB), plantas cultivadas sob radiação fotossinteticamente ativa denominada PAR e plantas cultivadas sob PAR+UV-B por 2 horas diárias durante 30 dias de cultivo in vitro. As amostras foram processadas para microscopia de luz e eletrônica, análise histoquímica e morfologia foliar (índice foliar, área foliar, área foliar específica, tricomas e papilas), biomassa (massa seca e fresca) e teor de proteínas. Radiação PAR+UV-B causou mudanças na ultraestrutura da folha de O. sativa, células do mesofilo no qual incluem aumento da espessura da parede celular e quantidade de plastoglóbulos, redução dos espaços intracelulares...

‣ Morfologia vegetal - órgãos vegetativos das espermatófitas

Simões, M. Paula
Fonte: Textos Didácticos do Departamento de Biologia (mimeog) Publicador: Textos Didácticos do Departamento de Biologia (mimeog)
Tipo: Outros
Português
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47.770996%
INTRODUÇÃO O observador casual da vida vegetal fica frequentemente impressionado com a variedade e diversidade com que é confrontado. Contudo, esta diversidade é aparente, visto todas as plantas desempenharem as mesmas actividades básicas, obedecendo a sua estrutura a um padrão comum. A MORFOLOGIA tem como objectivos: - determinar o que existe de regular e geral na grande multiplicidade de formas e estruturas apresentadas pelos vegetais; - compreender e descrever esta riqueza de formas. Estes objectivos são alcançados através do exame comparativo de muitas formas individuais, de modo a encontrar o plano fundamental de um grupo de formas. Estabelecido este plano, podem--se então determinar os desvios à estrutura geral. Sendo essencial ao estudo da taxonomia botânica, o conhecimento da morfologia é também imprescindível em muitos outros domínios, como por exemplo, em agronomia, silvicultura, horticultura, floricultura, jardinagem, farmacognosia, utilização de material vegetal vivo em sistemas construtivos, entre outros.

‣ Morfologia e anatomia foliar comparada de Buxus sempervirens L. e Buxus balearica Lam. oriundos de diversas regiões da Península Ibérica

Machado, Cláudia Patrícia Martins
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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37.689495%
Dissertação de Mestrado em Engenharia do Ambiente; Buxus é um género exótico introduzido na Península Ibérica (PI) pelas dinâmicas glaciares. Caracterizado por arbustos de folha persistente, o género apresenta aspetos morfológicos peculiares e uma vasta gama ecológica, o que o torna economicamente importante. Existem apenas duas espécies de Buxus presentes na Europa, Buxus sempervirens e Buxus balearica. A primeira encontra-se distribuída pelo centro e sul da Europa, e em Portugal apresenta maior concentração em Trás-os-Montes, nos vales do Rio Sabor e Tua. Por sua vez, B. balearica mostra uma distribuição limitada às Ilhas Baleares e ao sul de Espanha. No presente estudo pretendeu-se caracterizar e estabelecer aspetos que contribuam para a distinção das duas espécies, e determinar variações dentro da mesma espécie em resultado de adaptações às condições edafo-climáticas das regiões. Foi realizado um estudo morfo-anatómico em amostras foliares de exemplares respetivos a 18 populações de Buxus, oriundos da Península Ibérica: 6 populações de B. balearica, 6 de B. sempervirens do Sistema Cantábrico (SC) e 6 de B. sempervirens do Sistema Ibérico (Ib). Este estudo incluiu a análise da anatomia foliar e de aspetos morfo-anatómicos relacionados com a economia da água nas folhas. Verificou-se que as espécies apresentam diferenças morfo-anatómicas. A espécie B. balearica apresenta área foliar e massa por unidade de área da superfície foliar (LMA) superiores...

‣ Aspectos anatômicos da variegação na folha do cafeeiro

Dedecca,D. M.
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1957 Português
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27.751711%
Dois casos de variegação da fôlha do cafeeiro são estudados sob o ponto de vista anatômico, descrevendo-se, sobretudo, as diferenças histológicas que ocorrem em relação à constituição anatômica das fôlhas verdes, normais. No primeiro caso, as fôlhas variegadas são regulares na forma e na textura e embora exibam os mais diversos tipos de variegação, a sua constituição histológica é bastante idêntica à das fôlhas verdes das plantas normais. A variegação parece ser, então, devida a certos distúrbios no mecanismo da formação da clorofila, resultando no aparecimento de cloroplastos grandes, verdes e normais e cloroplastos pequenos, amarelados e anormais. Os diferentes tipos de variegação observados podem ser atribuídos à distribuição ao acaso de células contendo uma das duas categorias de cloroplastos citados. No segundo exemplo, sòmente um tipo de variegação ocorre em tôda a planta, e o fenômeno mostra-se muito mais complexo, pois as fõlhas além de variegação apresentam diversas irregularidades na forma e na textura da lâmina foliar. Neste caso, o estudo anatômico revelou que os cloroplastos são sempre normais, podendo a variegação ser atribuída à presença de uma hipoderme hialina...

‣ Morfologia e partição de assimilados na batateira em função de época de amostragem e de doses de potássio

Reis Júnior,Roberto dos Anjos; Fontes,Paulo Cezar Rezende
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/1999 Português
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28.015623%
Com o objetivo de avaliar o efeito de época de amostragem e da adubação potássica sobre a morfologia e partição de assimilados na batateira (Solanum tuberosum L.), foram realizados dois experimentos no campo: o primeiro para avaliar o efeito de doses da adubação potássica e o segundo para avaliação do seu efeito residual. Foram aplicadas seis doses de K no campo (0, 60, 120, 240, 480 e 960 kg de K2O ha-1) na forma de sulfato de potássio, em delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições. Tubérculos da cultivar Baraka, uniformemente brotados, foram plantados em espaçamento 0,8 x 0,3 m. Amostraram-se plantas aos 20 e 48 dias após emergência (DAE) para avaliação de área foliar, comprimento de caule, números e produções de matéria fresca e seca de folha, caule e tubérculo e teores de matéria seca de folha e caule. Apenas o comprimento de caule aumentou com as doses de K, resultando em menor sombreamento da batateira. No primeiro experimento, aos 20 DAE, a batateira apresentava, em média, 42 folhas, três hastes, 5.389 cm² de área foliar, 157,1 e 216,4 g de matéria fresca de caule e de folha, respectivamente, e 6,2 e 9,2% de teor de matéria seca de caule e de folha, respectivamente.

‣ Morfologia e anatomia foliar de três morfotipos de Marcetia taxifolia (A. St.-Hil.) DC. (Melastomataceae) na Serra do Cipó, MG

Gardoni,Lívia Cristina de Paiva; Isaias,Rosy Mary dos Santos; Vale,Fernando Henrique Aguiar
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 Português
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37.486394%
Nos campos rupestres da Serra do Cipó, MG, é possível distinguir morfotipos de M. taxifolia com intenso polimorfismo. Os objetivos deste estudo foram caracterizar e interpretar comparativamente a morfologia e a anatomia foliar de três morfotipos em condições de campo e cultivados, relacionando os fenótipos com variações ambientais. Os morfotipos foram denominados "Rosa", "Branco" e "Rosa Cristal" devido à cor das flores e ao aspecto do solo. Foram medidos no campo: altura da planta, área da copa, diâmetro da base caulinar e número de eixos caulinares. Em casa de vegetação, sementes de cada morfotipo germinaram em seu solo de origem e no dos outros dois morfotipos. Lâminas histológicas permanentes e temporárias de folha foram feitas para estudo anatômico. Os parâmetros mais significativos foram altura das plantas, número de caules e área foliar, que nas plantas do campo apresentaram-se maior no morfotipo "Branco" e menores no "Rosa Cristal". O número de eixos caulinares foi significativamente maior em "Rosa Cristal". Marcetia taxifolia apresenta grande plasticidade fenotípica, evidenciada pela heterogeneidade encontrada nos três morfotipos estudados, no campo e em casa de vegetação. A maior divergência ocorreu entre os morfotipos "Rosa Cristal" e "Branco". A plasticidade da espécie é pouco refletida em nível anatômico...

‣ Morfologia e anatomia foliar de Bauhinia curvulha Benth. (Leguminosae-Caesalpinioideae)

Rezende,Maria Helena; Cardoso,Lucidalva Alves; Vannucci,Antonio Luciano
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/1994 Português
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37.304067%
Foi realizado o estudo morfológico e anatômico da folha de Bauhinia cumula Benth., espécie de cerrado. As observações foram feitas em folhas adultas, tratadas segundo a metodologia usual utilizada em anatomia vegetal. Foi observado que a espécie apresenta as seguintes características: folhas bilobadas cuja incisão foliar chega próximo à região motora; um par de estipulas membranáceas; um par de nectários extraflorais, localizadaos na base do pulvino proximal; a venação possui padrão acródomo; o pecíolo, que possui dois pulvinos, um proximal e um distai, apresenta epiderme contendo grande quantidade de tricomas tecto res simples e glândulas; a lâmina foliar é anfiestomática com predomínio de estômatos dos tipos anomocítico e paracítico; a epiderme adaxial é monoestratificada, subpapilosa, desprovida de tricomas tectores simples e glândulas; a epiderme abaxial é subpapilosa, apresentando numerosos tricomas tectores simples e glândulas; e o mesofilo é formado predominantemente por parênquima paliçádico.

‣ Efeitos da radiação ultravioleta-B sobre a morfologia foliar de Arabidopsis thaliana (L.) Heynh. (Brassicaceae)

Boeger,Maria Regina Torres; Poulson,Mary
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 Português
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37.87182%
A redução da camada de ozônio resulta no aumento da radiação ultravioleta que atinge a superfície terrestre, especialmente a radiação ultravioletaB (UV-B). O aumento da radiação poderá induzir a mudanças estruturais e fisiológicas nas plantas, influenciando no seu crescimento e desenvolvimento. O objetivo deste trabalho foi determinar os efeitos da radiação UV-B ambiente sobre a morfologia das folhas de Arabidopsis thaliana desenvolvidas em condições controladas. As sementes de A. thaliana cresceram em câmaras de crescimento, com 300 µmol m-2s-1 de radiação fotossinteticamente ativa (PAR) com ou sem 6 kJ m-2 s-1 de radiação UV-Bbe (UV-Bbe; UV-B biologicamente efetiva). Após 21 dias, 10 folhas de cada tratamento (com e sem radiação UV-B) foram coletadas para avaliar área foliar, massa fresca e seca, AEF, densidades estomáticas e de tricomas de ambas as faces da folha, espessura da lâmina foliar e concentração de compostos fenólicos e de clorofila total, a e b. As folhas tratadas com radiação UV-B apresentaram menor área foliar, massa fresca e seca, densidade de tricomas na face adaxial e densidade de estômatos na face abaxial da folha. Entretanto, apresentaram os maiores valores médios de espessura total da lâmina e do mesofilo...

‣ Produção e morfologia do capim de Rhodes em seis maturidades

Tamassia,Luis Fernando Monteiro; Haddad,Cláudio Maluf; Castro,Flávio Geraldo Ferreira; Vendramini,João Maurício Bueno; Domingues,José Luiz
Fonte: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Publicador: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2001 Português
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38.185908%
O manejo adotado para as gramíneas forrageiras afeta sua morfologia, traduzida em porcentagem de folhas, hastes e material morto assim como sua produção de matéria seca. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a produção e a estrutura morfológica (porcentagem de folhas, hastes, material morto) e a relação folha:haste do capim de Rhodes (Chloris gayana Kunth.) durante seu crescimento. O experimento foi desenvolvido em uma pastagem, na cidade de Piracicaba e o delineamento experimental foi de blocos completos casualizados (quatro blocos), com seis cortes (tratamentos) a cada 10 dias, sendo o primeiro 20 dias após o corte de rebaixamento. Foram observados aumento da produção de matéria seca com o decorrer do período experimental, aumentos na altura do capim do número de inflorescências da porcentagem de hastes e de material morto. A porcentagem de folhas e a relação folha:haste diminuiu com o decorrer do período experimental. O aumento no intervalo de cortes altera a morfologia do capim de Rhodes, assim como sua produção e baseando-se nisto, o melhor intervalo para cortes situa-se entre 30 e 40 de crescimento, considerando produção e porcentagem de folhas.

‣ Degradação ruminal da matéria seca de clones de capim-elefante em função da relação folha/colmo

Mello,Alexandre Carneiro Leão de; Lira,Mário de Andrade; Dubeux Júnior,José Carlos Batista; Santos,Mércia Virginia Ferreira dos; Ferreira,Rinaldo Luiz Caraciolo; Cunha,Márcio Vieira da
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 Português
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37.54331%
Objetivou-se com este trabalho avaliar a influência da relação folha/colmo (F/C) na degradabilidade in situ da MS (DISMS) de clones de capim-elefante. Foram estudados dois grupos de clones de capim-elefante: GRUPO I - Cameroon, Mercker México, Três Rios, Elefante de Pinda e Guaçu/IZ, de alta relação F/C; e GRUPO II - CE 08 A.D., Taiwan A-25, Goiano, CE 03 A.D. e Merc., de baixa relação F/C. Amostras pré-secas e moídas da planta inteira, colhidas aos 60 dias de crescimento no período seco, foram incubadas no rúmen de dois bovinos mestiços nos períodos de 0, 6, 12, 24, 48, 72 e 96 horas, para determinação da DISMS e de suas características. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, em parcelas subdivididas. Não houve diferença significativa entre os grupos de capim-elefante em relação à DISMS. Foram obtidas as seguintes médias para as caratcerísticas de degradação ruminal: 79,40; 69,10; 26,90; 52,60, 20,60% e 5,50%/h para degradabilidade potencial, degradabilidade efetiva, fração solúvel, fração potencialmente degradável, fração não degradada e taxa de degradação, respectivamente. A relação folha/colmo não influenciou a DISMS de clones de capim-elefante.

‣ Morfologia e particao de assimilados na batateira em funcao de epoca de amostragem e de doses de potassio.

REIS JUNIOR, R. dos A.; FONTES, P.C.R.
Fonte: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.34, n 5, p.795-99, maio 1999. Publicador: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.34, n 5, p.795-99, maio 1999.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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28.015623%
Com o objetivo de avaliar o efeito de epoca de amostragem e da adubacao potassica sobre a morfologia e particao de assimilados na batateira (Solanum tuberosum L.), foram realizados dois experimentos no campo: o primeiro para avaliar o efeito de doses da adubacao potassica e o segundo para avaliacao do seu efeito residual. Foram aplicadas seis doses de K no campo (0, 60, 120, 240, 480 e 960 kg de K2O ha-1) na forma de sulfato de potassio, em delineamento de blocos casualizados, com quatro repeticoes. Tuberculos da cultivar Baraka, uniformemente brotados, foram plantados em espacamento 0,8 x 0,3 m. Amostraram-se plantas aos 20 e 48 dias apos emergencia (DAE) para avaliacao da area foliar, comprimento de caule, numero e producoes de materia fresca e seca de folha, caule e tuberculo e teores de materia seca de folha e caule. Apenas o comprimento de caule aumentou com as doses de K, resultando em menor sombreamento da batateira. No primeiro experimento, aos 20 DAE, a batateira apresentava, em media, 42 folhas, tres hastes, 5.389 cm2 de area foliar, 157,1 e 216,4 g de materia fresca de caule e de folha, respectivamente, e 6,2 e 9,2% de teor de materia seca de caule e de folha, respectivamente.; 1999

‣ Morfologia foliar e aspectos nutricionais de espécies arbóreas em três estádios sucessionais de floresta ombrófila densa das terras baixas, Paranaguá, PR

Boeger, Maria Regina Torres, 1960-
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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37.486394%
Este estudo é parte de um projeto mais amplo desenvolvido no litoral paranaense, no Parque Estadual do Palmito. Município de Paranaguá, PR cujo objetivo foi avaliar comparativamente o sistema vegetação-solo em três áreas com diferentes idades (14, 27 e 52 anos após corte raso e utilização agrícola por três anos), caracterizando três estádios sucessionais distintos da floresta Ombrófila Densa das Terras Baixas sobre Podzol não hidromórfico. O trabalho aqui apresentado teve como objetivo maior investigar a morfologia folias e o conteúdo de nutrientes foliares das espécies arbóreas que compõem os três diferentes estádios sucessionais acima citados, utilizando a folha como indicador morfológico, associando a ocorrência do escleromorfismo foliar com as condições edáficas já estudadas. Para isso foram selecionadas 4 espécies arbóreas na área de 14 anos, 8 na área de 27 anos e 11 na área de 52 anos, tendo como critério de escolha o Valor de Importância de cada espécie, conforme os levantamentos fitossociológicos anteriores. Foram coletadas folhas de sol de 5 indivíduos de cada espécie para a análise dos seguintes parâmetros: descrição morfológica e anatômica folias, incluindo mensurações dos tecidos...

‣ Morfologia de frutos e sementes e desenvolvimento pós-seminal de Dyckia goehringii Gross & Rauh (Bromeliaceae); Fruit and seed morphology and post-seminal development of Dyckia goehringii Gross & Rauh (Bromeliaceae)

Duarte, Edson Ferreira; Carneiro, Iraídes Fernandes; Rezende, Maria Helena
Fonte: Vera Lúcia Gomes Klein Publicador: Vera Lúcia Gomes Klein
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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27.87182%
v. 6, n.1, p.1-12, 2009.; The knowledge on the reproductive structures and seedling morphology of Bromeliaceae helps understand their propagation strategies better. The aim of this study was to describe the morphology of fruits and seeds as well as seedling development of Dyckia goehringii Gross & Rauh (Bromeliaceae). The fruits are loculicidal and polyspermic capsules, whereas the seeds are ellipsoid and covered by integuments involving an amylaceous endosperm, which contains a small embryo. During the cryptoepigeous emergence, the cotyledon remains inside the seed with a haustorial function. The seed germination process, considered as a protrusion of the cotiledonary sheath, took place four or five days after seeds were sown. Root hairs, primary root, and adventitious roots originated at the base of the cotiledonary sheath. The first leaf emerged from a cleft of the cotyledonary sheath 7 days after germination, and the second one emerged 8 days after germination. The results allowed us to understand the fruit organizational structure, germination process, development of seedlings, and duration of each stage. This information is important for accomplishing germination tests, grading seedling vigor, and understanding the species reproductive ecology.; O conhecimento da morfologia das estruturas reprodutivas e das plântulas das Bromeliaceae amplia o entendimento de suas estratégias reprodutivas. Neste trabalho...

‣ Morphological variation in Paspalum nicorae Parodi accessions, a promising forage; Variação morfológica em acessos de Paspalum nicorae Parodi, forrageira promissora

Reis, Camila Aparecida de Oliveira dos; Dall'Agnol, Miguel; Nabinger, Carlos; Schifino-Wittmann, Maria Teresa
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Português
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27.751711%
Paspalum nicorae Parodi é uma forrageira perene, apomítica, tetraplóide, nativa no Rio Grande do Sul, com tolerância ao pastejo e adaptada a solos arenosos e a secas moderadas. Como passo inicial para o melhoramento, uma caracterização morfológica considerando pilosidade da folha, cor da bainha, da folha e da nervura central, hábito de crescimento, altura da planta, número e comprimento de racemos, comprimento e largura da folha foi realizada em 53 acessos coletados no Rio Grande do Sul, Brasil, que são parte de um programa de melhoramento de espécies de Paspalum. Os resultados mostraram que 35,84% dos acessos tinham folhas completamente pilosas, 73,58% tinham bainha verde, 54,71% venação central esbranquiçada e 50,94% hábito decumbente. A cor da folha foi estimada por dois métodos, cartela de cores e colorímetro Os acessos foram classificados como 76,92% verdes, 13,45% amarelo esverdeados e 9,62% como verde acinzentados pelo primeiro, e 59,62% acinzentados, 32,69% amarelo acinzentados, 5,77% amarelos e 1,92% cinza escuros pelo segundo método. O comprimento do racemo variou de 9,40 a 1,30 cm, o número de racemos de um a seis (sendo que 48,73% dos acessos tinham quatro racemos), o comprimento e a largura da folha de 36...

‣ Produção e morfologia do capim de Rhodes em seis maturidades; Yield and plant morphology of Rhodes grass at six maturities

Tamassia, Luis Fernando Monteiro; Haddad, Cláudio Maluf; Castro, Flávio Geraldo Ferreira; Vendramini, João Maurício Bueno; Domingues, José Luiz
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2001 Português
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38.185908%
O manejo adotado para as gramíneas forrageiras afeta sua morfologia, traduzida em porcentagem de folhas, hastes e material morto assim como sua produção de matéria seca. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a produção e a estrutura morfológica (porcentagem de folhas, hastes, material morto) e a relação folha:haste do capim de Rhodes (Chloris gayana Kunth.) durante seu crescimento. O experimento foi desenvolvido em uma pastagem, na cidade de Piracicaba e o delineamento experimental foi de blocos completos casualizados (quatro blocos), com seis cortes (tratamentos) a cada 10 dias, sendo o primeiro 20 dias após o corte de rebaixamento. Foram observados aumento da produção de matéria seca com o decorrer do período experimental, aumentos na altura do capim do número de inflorescências da porcentagem de hastes e de material morto. A porcentagem de folhas e a relação folha:haste diminuiu com o decorrer do período experimental. O aumento no intervalo de cortes altera a morfologia do capim de Rhodes, assim como sua produção e baseando-se nisto, o melhor intervalo para cortes situa-se entre 30 e 40 de crescimento, considerando produção e porcentagem de folhas.; The grass cutting time interval affects pasture yield and morfology in terms of leaf...

‣ Variação morfológica em acessos de Paspalum nicorae Parodi, forrageira promissora; Morphological variation in Paspalum nicorae Parodi accessions, a promising forage

Reis, Camila Aparecida de Oliveira dos; Dall'Agnol, Miguel; Nabinger, Carlos; Schifino-Wittmann, Maria Teresa
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/2010 Português
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27.751711%
Paspalum nicorae Parodi é uma forrageira perene, apomítica, tetraplóide, nativa no Rio Grande do Sul, com tolerância ao pastejo e adaptada a solos arenosos e a secas moderadas. Como passo inicial para o melhoramento, uma caracterização morfológica considerando pilosidade da folha, cor da bainha, da folha e da nervura central, hábito de crescimento, altura da planta, número e comprimento de racemos, comprimento e largura da folha foi realizada em 53 acessos coletados no Rio Grande do Sul, Brasil, que são parte de um programa de melhoramento de espécies de Paspalum. Os resultados mostraram que 35,84% dos acessos tinham folhas completamente pilosas, 73,58% tinham bainha verde, 54,71% venação central esbranquiçada e 50,94% hábito decumbente. A cor da folha foi estimada por dois métodos, cartela de cores e colorímetro Os acessos foram classificados como 76,92% verdes, 13,45% amarelo esverdeados e 9,62% como verde acinzentados pelo primeiro, e 59,62% acinzentados, 32,69% amarelo acinzentados, 5,77% amarelos e 1,92% cinza escuros pelo segundo método. O comprimento do racemo variou de 9,40 a 1,30 cm, o número de racemos de um a seis (sendo que 48,73% dos acessos tinham quatro racemos), o comprimento e a largura da folha de 36...

‣ Morfologia das domácias foliares de Miconia sellowiana Naudin (Melastomataceae)

Larcher, Letícia; Universidade Federal do Paraná; Boeger, Maria Regina Torres; Universidade Federal do Paraná; Brito, Alline Flores; Goldenberg, Renato; Universidade Federal do Paraná
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 08/10/2011 Português
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http://dx.doi.org/10.5007/2175-7925.2012v25n1p1Domácias são cavidades encontradas na superfície foliar que proporcionam condições físicas para a existência de artrópodes, caracterizando uma relação mutualística. Apesar da importância ecológica das domácias, poucos estudos descrevem sua estrutura e relação com o ambiente. Miconia sellowiana apresenta domácias na face abaxial da folha e estudos prévios sobre essa espécie, oriundas de duas fitofisionomias, indicaram a influência  dos fatores ambientais sobre a morfologia foliar. Assim, esse estudo analisou comparativamente a morfologia das domácias foliares de M. sellowiana e a influência dos fatores ambientais nestas estruturas. Folhas provenientes da Estepe-gramíneo-lenhosa e da Floresta Ombrófila Mista foram coletadas para a análise da espessura e a área das domácias, assim como a área, a massa seca e a espessura do limbo. As folhas de M. sellowiana apresentaram apenas um tipo de domácia, na face abaxial e basal da folha, com uma estrutura anatômica mais simples do que a lâmina foliar na qual estão localizadas, com ausência de estômatos e de mesofilo dorsiventral, sugerindo que a capacidade fotossintética das domácias é menor que a da lâmina foliar. A variação morfológica nas domácias entre as duas áreas/regiões ocorreu apenas no tamanho...

‣ Morfo-anatomia foliar comparativa de espécies conhecidas como espinheira-santa: Maytenus ilicifolia (Celastraceae), Sorocea bonplandii (Moraceae) e Zollernia ilicifolia (Leguminosae); Comparative leaf morpho-anatomy of species known as espinheira-santa: Maytenus ilicifolia (Celastraceae), Sorocea bonplandii (Moraceae) and Zollernia ilicifolia (Leguminosae)

Machado, Andresa Vieira; Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis; Santos, Marisa; Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Classificação Hickey; Classificação Hickey Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2004 Português
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Maytenus ilieifolia (Celastraceae) é a verdadeira espinheira-santa. Entretanto, Sorocea bonplandii (Moraceae) e Zollernia ilicifolia (Leguminosae) são freqüentemente confundidas, devido à semelhança morfológica das folhas. Foi usado material fresco e fixado em glutaraldeído 2,5%, em tampão fosfato de sódio 0,1M, pH 7,2. Para microscopia eletrônica de varredura as amostras foram desidratadas e depois imersas em HMDS. A folha de M. ilieifolia é oblonga estreita, de S.bonplandii é obovada oblongolanceolada e a de Z. ilicifolia é elíptica estreita. As folhas das três espécies são dorsiventrais e hipoestomáticas. Só Z. ilicifolia apresenta estrato subepidérrnico ac1orofilado, na face adaxial. Os estômatos são do tipo paracítico em M. ilicifolia e Z. ilicifolia e do tipo anomocítico emS. bonplandii. Tricomas ocorrem em Z.ilicifolia e em S.bonplandii, não tendo sido encontrados em M. ilicifolia. Apenas S. bonplandii apresenta vasos laticíferos. A forma e disposição dos tecidos na nervura central, no bordo e no pecíolo apresentam diferenças nas três espécies. Os resultados revelaram que algumas características morfoanatômicas da folha podem ser utilizadas na distinção entre as três espécies.; Maytenus ilicifolia (Celastraceae) it is the true espinheira-santa. However Sorocea bonplandii Moraceae) and Zollernia ilicifolia (Leguminosae) are confused frequently...