Página 1 dos resultados de 154 itens digitais encontrados em 0.001 segundos

‣ "Estudo geológico-geocronológico dos terrenos granito-gnáissicos e sequências metavulcanossedimentares da Região do Betara (PR)"; "Geologic-geochronologic study from the granite-gnaissic terranes and metavolcanossedimentary sequences from Betara Region (PR)"

Ribeiro, Ligia Maria de Almeida Leite
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 25/09/2006 Português
Relevância na Pesquisa
17.441097%
A Região do Betara, objeto desta pesquisa, localiza-se a nordeste da Cidade de Curitiba, entre os Municípios de Rio Branco do Sul e Campo Largo. Inclui Rochas granito-gnáissicas proto a miloníticas (Núcleo Betara) e seqüências metavulcanossedimentares de baixo a médio grau metamórfico (Formação Betara). Esses terrenos ocorrem na porção sul da Faixa Ribeira, em meio a seqüências metavulcanossedimentares da Formação Votuverava. Este trabalho teve como objetivo principal realizar estudos geológico-geocronológicos (UPb zircão) de rochas metabásicas associadas à seqüências metavulcanossedimentares (Formação Betara), bem como dos terrenos granito-gnáissicos proto a miloníticos (Núcleo Betara). Na região centro-sul do Betara, foram reconhecidas rochas granodioríticas proto a miloníticas formadas durante o paleoproterozóico (~2200 Ma) com heranças (núcleos de zircões) arqueanas (~2800 Ma). Valores arqueanos (~3200 Ma) foram obtidos através do método Sm-Nd (TDM) indicativos da época de derivação do manto dos protolitos crustais dessas rochas. Estes terrenos são limitados a sul pela Zona de Cisalhamento Lancinha, que baliza o domínio da Faixa Apiaí (à norte) daquele pertencente ao Complexo Atuba (a sul). Neste contexto tectônico...

‣ Estudo Paleomagnético da Suíte Paleoproterozóica Colíder e Máficas Associadas, Sudoeste do Cráton Amazônico; Paleomagnetic Study of Colider Paleoproterozoic Suite and Associated Mafics, Southwestern Amazonian Craton

Santos, Franklin Bispo dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/04/2007 Português
Relevância na Pesquisa
27.13596%
Este trabalho apresenta um estudo paleomagnético realizado em rochas ácidas da Suíte Colíder e rochas máficas associadas, situadas no Norte do Mato Grosso, parte sudoeste do Cráton Amazônico. Foram coletados 5 cilindros e 42 blocos orientados de rochas ácidas e intermediárias (12 sítios) da Suíte Colider e 75 cilindros e 3 blocos orientados de rochas máficas (11 sítios) pertencentes à Intrusiva Guadalupe e à Suíte Intrusiva Flor da Serra localizados nas proximidades de Alta Floresta, Colíder, Terra Nova e Matupá. A Suíte Colíder foi datada pelo método UPb em zircões e apresenta idades entre 1,80 e 1,78 Ga. Para a Intrusiva Guadalupe ainda não existem determinações radiométricas que estabeleçam a sua idade. A investigação da mineralogia magnética feita através de curvas termomagnéticas, de indução magnética e de histerese, além do tratamento térmico e por campos magnéticos alternados, indica a hematita como sendo o principal portador magnético da maioria das rochas ácidas. Por outro lado, as rochas máficas apresentam grãos de titanomagnetita pobre em Ti, a maioria com estrutura de pseudo-domínio simples (PSD). Espécimes destas rochas após as desmagnetizações térmicas e por campos magnéticos alternados apresentaram duas direções de magnetização característica. Uma delas (componente B) é representada por direções norte (sul) com inclinações negativas (positivas) (Dm=187.4°...

‣ Estudo Paleomagnético de Unidades Paleoproterozóicas do Cráton Amazônico; Paleomagnetic Study of Paleoproterozoic Units from Amazonian Craton

Santos, Franklin Bispo dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/05/2012 Português
Relevância na Pesquisa
27.13596%
Na América do Sul, o Cráton Amazônico representa um componente essencial nas reconstruções de supercontinentes, entretanto, há uma grande escassez de dados paleomagnéticos de qualidade para esta unidade geotectônica, principalmente, para o Proterozóico. Com o intuito de esclarecer a participação do Cráton Amazônico na evolução do ciclo continental, este trabalho apresenta um estudo paleomagnético realizado em quatro unidades geológicas Paleo- a Mesoproterozóicas pertencentes ao Cráton Amazônico. As unidades escolhidas para este estudo foram às rochas vulcânicas do Grupo Surumu (1980-1960 Ma, U-Pb), as soleiras máficas Avanavero (ca. 1780 Ma, U-Pb) ambas situadas no norte do Estado de Roraima (Escudo das Guianas), os enxames de diques Nova Guarita e a intrusiva máfica Guadalupe ambas localizadas no norte do Estado do Mato Grosso (Escudo Brasil-Central). Determinações 40Ar/39Ar realizadas em biotitas de quatro diques de Nova Guarita mostraram resultados coerentes, fornecendo uma idade média de 1418,5 ± 3,5 Ma para a época de intrusão dos diques. Idades U-Pb obtidas em rochas da intrusiva máfica Guadalupe indicam uma idade mínima de 1530 Ma para estas amostras. As análises paleomagnéticas realizadas em mais de 1100 espécimes de rocha através dos tratamentos térmicos e por campos magnéticos alternados revelaram direções características coerentes para as quatro unidades de rochas estudadas: (1) as rochas do Grupo Surumu apresentaram direções noroeste com inclinações positivas. Foi calculada uma direção média Dm = 298...

‣ Geologia e Geoquímica das sequências vulcânicas paleoproterozóicas do Grupo Uatumã na região de São Félix do Xingu (PA), cráton amazônico

Lagler, Bruno
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2011 Português
Relevância na Pesquisa
27.13596%
A região de São Félix do Xingu, localizada no centro-sul do estado do Pará e, geologicamente, no contexto da Província Amazônia Central do Cráton Amazônico. Apresenta em seus arredores um registro extremamente preservado das atividades vulcâno-plutônicas ocorridas durante o final do Paleoproterozóico (1870 - 1880 Ma), agrupadas no Grupo Uatumã, que é dividido na região nas formações Sobreiro e Santa Rosa. Estas rochas foram depositadas sobre o embasamento arqueano, representado pelo Terreno Granito-Greenstone do Sul do Pará e pelo Cinturão de Cisalhamento Itacaiúnas, e unidades paleoproterozóicas, tal como o Granito Parauari. Por fim, estas rochas foram invadidas em ~1860 Ma pelos granitos do tipo A da Suíte Intrusiva Velho Guilherme e recobertas pelas rochas sedimentares da Formação Triunfo. A Formação Sobreiro é a unidade basal. Suas rochas tem filiação cálcio-alcalina e são representadas por vulcânicas e piroclásticas predominantemente intermediárias, com componentes ácidos no topo da sequência. Em estudos de campo são reconhecidas ao menos duas sequências de derrames vulcânicos que variam de andesitos basálticos com fenocristais de augita e magnésio-hastingsita nos derrames basais, para andesito e latito com fenocristais de magnésio-hastingsita e de andesina a labradorita e...

‣ Evolução Crustal da Plataforma Sul Americana, com Base na Geoquímica Isotópica Sm-Nd

Sato, Kei
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/05/1998 Português
Relevância na Pesquisa
17.441097%
A sistemática Sm-Nd é um dos melhores métodos para a investigação dos processos maiores de evolução relativa a formação da crosta continental no tempo geológico. Idades modelo Sm-Nd podem indicar a época dos eventos de diferenciação mantélica e formação da crosta continental juvenil, e as incertezas interpretativas decorrem da falta de informação adequada sobre a química do manto superior e sobre os processos de fracionamento químico durante a diferenciação do magma matélico, bem como sobre os processos secundários que ocorrem em ambiente crustal (mistura de fontes, fracionamento químico entre Sm e Nd durante refusão de material crustal, etc.) Metodologias da sistemática Sm-Nd são apresentadas e aplicadas em rochas da Plataforma Sul Americana. As principais conclusões indicam acreções juvenis com períodos de intensa atividade entre 3,1 e 3,0 Ga ( ~ 8% do volume total da crosta continental), 2,8 e 2,7 ( ~ 20%), 2,2 e 1,9 (~ 40%) e 1.3 e 1,1 (~ 7%). Tais períodos correspondem aproximadamente aos valores mais frequentes observados em escala mundial. A curva de crescimento da crosta continental no tempo geológico indica que cerca de 35% da crosta continental era formada no final do Arqueano (2,5 Ga), mas a maior taxa de acreção de material juvenil ocorreu durante o Paleoproterozóico com 88% de volume acumulado ao final deste período e atingindo a 98% no início do Neoproterozóico...

‣ Evolução geológica proterozóica da região entre Madalena e Taperuaba, Domínio Tectônico Ceará Central (Província Borborema); Not available.

Castro, Neivaldo Araujo de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/02/2005 Português
Relevância na Pesquisa
17.441097%
O Domínio Tectônico Ceará Central (DTCC) compreende o segmento crustal integrante do Sistema Orogênico Borborema situado entre os lineamentos Senador Pompeu (sul) e Sobral Pedro Segundo (norte). Os dados disponíveis (lito-estrutruais, petrográficos, litogeoquímicos, termo-barométricos, geocronológicos e de geofísica aérea) permitem identificar três unidades lito-tectônicas principais: um embasamento de idade paleoproterozóica (com provável envolvimento de material Arqueano), um conjunto de rochas supracrustais e rochas granito-migmatíticas representantes em sua maior parte das raízes de um arco magmático. O Complexo Madalena - AIgodões-Choró (CMACH), ocorre na porção sudeste da área região estudada, constituindo-se no embasamento paleoproterozóico (2,1 Ga) da região. É composto por ortognaísses de composição quartzo-diorítica a tonalítica, aparentemente intrusivos em um sequência meta-vulcanossedimentar bimodal. A maioria das rochas deste embasamento é juvenil tendo ainda porções oriundas de protólitos neoarqueanos. As rochas supracrustais neoproterozóicas, denominadas de Rio Curú-Itataia-Independência (SCRCII), são constituídas por paragnaisses aluminosos, por vezes migmatíticos, metavulcânicas máficas e félsicas...

‣ Evolução paleoproterozoica do Cinturão Mineiro: geocronologia U-Pb, isótopos de Nd-Hf-Sr e geoquímica de rochas plutônicas; not available

Barbosa, Natali da Silva
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/06/2015 Português
Relevância na Pesquisa
27.13596%
O cinturão Mineiro corresponde a um extenso terreno juvenil composto por metagranitoides e sequências supracrustais que compõem a orogenia acrescionária Minas na porção meridional do cráton do São Francisco. A produção da crosta continental ocorreu a partir de 3 arcos magmáticos desde 2,47 Ga, com duração de ca. 380 Ma. Sendo que o arco mais jovem (2,17-2,10 Ga) causou a remobilização de boa parte do antepaís arqueano, conforme dados da literatura. Esta Tese apresenta e interpreta novos dados obtidos em rochas plutônicas (idades U/Pb em zircão - SHRIMP e LA-ICPMS, isótopos de Nd-Sr-Hf e dados geoquímicos) com intuito de melhor caracterizar o ambiente tectônico e as fontes dessas rochas no contexto da evolução crustal. O principal mecanismo atuante foi a fusão da crosta oceânica em subducção com variável contribuição da crosta continental. O ortognaisse Cassiterita, mais antigo identificado no cinturão Mineiro, possui idades U/Pb em zircão entre 2472-2414 Ma com o superimposição metamórfica datada em 2,16-2,04 Ma. Os elementos maiores e menores indicam que o ortognaisse possui afinidade TTG de alto Al2O3 , enquanto que os elementos traços sugerem que o principal mecanismo da diferenciação magmática é a fusão parcial. Como tal...

‣ Evolução dinamica da zona de cisalhamento neoproterozoica de Itabuna-Itaju do colonia e do magmatismo fissural alcalino associado (Sse do Estado da Bahia, Brasil)

Luiz Cesar Correa Gomes
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/02/2000 Português
Relevância na Pesquisa
17.847947%
No estado da Bahia, Brasil, ocorrem diversas províncias filonianas tholeiíticas, espalhadas desde o Arqueano-Paleoproterozóico até o Fanerozóico, e alcalinas, restritas ao MesoNeoproterozóico e normalmente associadas à zonas de cisalhamento (ZC) rúpteis. Entre essas ZC uma foi o objeto de estudo nesta tese: a Zona de Cisalhamento de Itabuna-Itajú do Colônia (ZCIlC).A ZCIlC está localizada na porção SSE do Estado da Bahia. Trata-se de uma ZC intracratônica, de orientação N45°, com 30 km de largura por 150 km de extensão, que apresenta íntima associação crono-genética com sienitos e diques da Suíte Alcalina do Sul da Bahia. A ZCIlC aparece cortada a SW pela Zona de Cisalhamento dúctil-rúptil de Potiraguá (ZCP), de orientação N140o, localizada no limite tectônico entre a Faixa Móvel Araçuaí (Neoproterozóico) e o Cráton do São Francisco (Arqueano-Paleoproterozóico). O estudo de marcadores cinemáticos observados nos planos de falhas, fraturas e diques nestas duas ZC, evidenciou a atuação de duas fases tectônicas. Uma primeira, ligada à uma compressão N-S, causou falhamentos reversos na ZCP e uma transpressão sinistral na ZCIIC. Uma segunda, relacionada à uma compressão E-W, resultou em transtrações sinistral...

‣ Evolução neoproterozóica do grupo Ceará (domínio Ceará central, NE Brasil) : da sedimentação à colisão continental brasiliana

Arthaud, Michel Henri
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
Português
Relevância na Pesquisa
17.628873%
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, 2007.; A Província Borborema (Nordeste do Brasil) exibe o registro de uma evolução geológica precambriana policíclica complexa, iniciada no Arqueano e encerrada, ao final do Neoproterozóico, com a orogenia Brasiliana/Pan-Africana. É a continuação, na América do Sul, da Província Benin/Nigéria (África do Oeste) que apresenta com ela notáveis semelhanças geológicas. A orogenia Brasiliana/Pan-Africana foi responsável, entre 660 e 570 Ma, pela amalgamação final de Gondwana Ocidental. Na África do Oeste, a identificação de zonas de suturas materializadas por rochas metamórficas de alta pressão e seqüências ofiolíticas e de arcos magmáticos oceânicos deixa claro o caráter colisional dessa orogenia que envolveu os cratons São Luis-Oeste Africa e São Francisco-Congo. No nordeste do Brasil, o caráter colisional ou não dessa orogenia ainda é polemico. Por entender que a evolução das coberturas metassedimentares da Província Borborema, do início da sua deposição ao seu envolvimento na orogenia brasiliana, é um elemento chave na compreensão da formação de Gondwana, resolvemos estudar detalhadamente uma porção do Grupo Ceará...

‣ O paleoproterozoico (2.3 a 1.6 ga) do terreno Alto Moxotó, província Borborema : significado e implicações para o gondwana ocidental

Santos, Lauro Cézar Montefalco de Lira
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
Relevância na Pesquisa
27.441099%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, 2012.; O presente trabalho refere-se à evolução tectônica da região de Sucuru (estado da Paraíba) no âmbito Terreno Alto Moxotó (TAM), um domínio tipicamente Paleoproterozoico da Subprovíncia Transversal da Província Borborema. Este trabalho foi dividido em dois artigos científicos. O primeiro artigo tem seu foco na evolução estrutural da região de estudo, além de inferências sobre o metamorfismo associado. A área de estudo é dividida em dois compartimentos tectônicos, um metassedimentar (porção SSE) representado pelo Complexo Sertânia, e um metaplutônico, representado pelo Complexo Floresta (Ortognaisses graníticos a granodioriticos e extensa exposição de migmatitos) e as suítes intrusivas Malhada Vermelha (Rochas máficas-ultramáficas), Pedra D´água (Sheets de ortgnaisses graníticosgranodioríticos) e Serra da Barra (Sienogranítica), este conjunto é cortado ainda por zonas de cisalhamento tangenciais e transcorrentes. Foram reconhecidos três episódios deformacionais. O episódio Dn representa um evento contracional com transporte tectônico para NW-NNW, sendo importantes as zonas de cisalhamento de empurrão de Sucuru e do Carmo. O episódio Dn+1 é de natureza transcorrente e idade ediacarana...

‣ Geologia, geocronologia e geoquímica do embasamento granítico paleoproterozóico em natividade, Faixa Brasília Norte

Sousa, Isabela Moreno Cordeiro de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
Relevância na Pesquisa
37.628872%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, 2015.; O embasamento paleoproterozóico da Faixa Brasília corresponde ao terreno granítico exposto no segmento norte da faixa. Ele representa um arco desenvolvido na borda oeste do Cráton do São Francisco, ou um arco acrescionado ao cráton. O embasamento é tradicionalmente dividido em dois domínios: Almas Conceição do Tocantins e Cavalcante-Arraias, nomeados em referência a cidades vizinhas. O primeiro é composto por tonalitos e granodioritos das suítes 1 e 2, intrusivos no Grupo Riachão do Ouro. No segundo, afloram granitos da suíte Aurumina, intrusivos na Formação Ticunzal. A oeste do domínio Almas-Conceição do Tocantins aflora o embasamento Natividade, área estudada neste projeto. O embasamento Natividade é composto por associações geológicas semelhantes às dos outros dois domínios, mas pouco detalhada em pesquisas anteriores. Ele é dividido em suíte Rio do Moleque, suíte Manuel Alves, suíte Xobó e Granito Príncipe, intrusivos na sequência sedimentar Água Suja. Rochas do embasamento foram submetidas a no mínimo dois eventos deformacionais: o primeiro no Paleoproterozóico e o segundo no fim Neoproterozóico. A orogenia paleoproterozóica atingiu fácies anfibolito...

‣ Estratigrafia do Grupo Araí: registro de rifteamento paleoproterozoico no Brasil Central

Tanizaki,Maria Luiza Nascentes; Campos,José Eloi Guimarães; Dardenne,Marcel Augute
Fonte: Sociedade Brasileira de Geologia Publicador: Sociedade Brasileira de Geologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 Português
Relevância na Pesquisa
37.441099%
O Grupo Araí, composto por um conjunto de rochas metassedimentares e metavulcânicas, de baixo grau metamórfico, sobreposto à Suíte Aurumina e à Formação Ticunzal, constitui uma sucessão depositada em uma bacia do tipo rifte intracontinental, cuja evolução iniciou antes de 1,77 Ga no Paleoproterozoico. Esse grupo foi subdividido, classicamente, em Formação Arraias (sequência continental) e Formação Traíras (sequência marinha). Entretanto, a análise, compilação e integração dos dados geológicos no que tange à geologia sedimentar e à tectono-estratigrafia mostraram a necessidade de subdividi-lo em quatro unidades: Água Morna, Arraias, Caldas e Traíras. A Formação Água Morna representa um sistema deposicional fluvial entrelaçado, instituído em uma bacia do tipo SAG-intracontinental, no contexto tectônico da fase pré-rifte, representando a Tectonossequência Água Morna submetida a processos de subsidência termal. A Formação Arraias constitui um espesso pacote de sedimentos continentais, subdividida nos membros Cubículo (leques aluviais)...

‣ Gnaisse Turvo: registro de magmatismo paleoproterozoico no Terreno Paragu? - sudoeste do Cr?ton Amaz?nico, Vila Bela da Sant?ssima Trindade, Mato Grosso

FIGUEIREDO, Fernando Lisboa Pinto de; RUIZ, Amarildo Salina; SOUSA, Maria Z?lia Aguiar de; MACAMBIRA, Moacir Jos? Buenano
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
Relevância na Pesquisa
27.13596%
O Gnaisse Turvo, objeto deste trabalho, corresponde a um ortognaisse polideformado exposto na regi?o de Vila Bela da Sant?ssima Trindade, sudoeste do estado de Mato Grosso. Do ponto de vista geotect?nico, est? inserido no Cr?ton Amaz?nico e representa o embasamento paleoproterozoico do Terreno Paragu?, um dos blocos crustais que formam a Prov?ncia Rondoniana-San Ign?cio (1,55 - 1,3 Ga). Duas f?cies foram identificadas a partir do estudo petrogr?fico: ?granada-anfib?lio-biotita gnaisse formada por granodioritos e ?anfib?lio-biotita gnaisse, mais abundante, de composi??o granodior?tica a sienogran?tica. A parag?nese identificada caracteriza o metamorfismo respons?vel por esses gnaisses como da f?cies anfibolito. A an?lise estrutural caracteriza duas fases de deforma??o em n?vel crustal d?ctil. A mais antiga (F1) ? respons?vel pelo desenvolvimento do bandamento gn?issico, enquanto as estruturas da fase (F2), orientadas segundo a dire??o N30-60W, indicam esfor?os compressivos com transporte tect?nico de SW para NE. A idade m?nima de cristaliza??o do Gnaisse Turvo, definida pelo m?todo Pb-Pb em evapora??o de zirc?o, corresponde a 1651 ? 4 Ma, sendo interpretada como idade de coloca??o do prot?lito ?gneo. Os dados litogeoqu?micos indicam que significativo magmatismo calcioalcalino de alto-K...

‣ Geologia precambriana da região de Nova Era, extremo NE do Quadrilátero Ferrífero - MG; Not available.

Guarnieri, Lucia Baroni
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/09/2003 Português
Relevância na Pesquisa
18.051372%
A região de Nova Era, de ~800 km2, a NE do Quadrilátero Ferrífero, MG, na zona de transição do Cráton do São Francisco para o Cinturão Móvel Atlântico, foi mapeada em escala 1:50.000 como fundamento para estudos litoestratigráfico-estruturais, petrográficos, metamórfico-geotermobarométricos, geoquímicos e de evolução crustal precambriana. Gnaisses, migmatitos e metagranitóides TTG retrabalhados (TTG) são as rochas arqueanas mais antigas da região, de maior expressão no domínio SW. O Gnaisse Monlevade (GnM), um conjunto de gnaisses bandados e xistos vulcano-sedimentares, foi dividido em três unidades litoestratigráficas, do topo para a base, de gnaisses félsicos, metapelíticos e anfibolíticos máfico-ultramáficos predominantes, e duas litológicas, de formações ferríferas bandadas (BIF) e rochas metaultramáficas. O GnM é contínuo e correlacionado aos grupos Nova Lima e Quebra Osso do greenstone belt arqueano Rio das Velhas. Metagranitóides Borrachudos (GB) tardi-arqueanos transicionam em corpos contíguos para Metagranitóides Foliados com Fluorita (MGF) pelo principal metamorfismo regional progressivo paleoproterozóico. Têm composições de álcali feldspato granitos com fluorita hololeucocráticos e contatos gradacionais tectono-metamórficos e metassomáticos de feldspatização potássica com os TTG e gnaisses félsicos do GnM. O Gnaisse bandado heterogêneo (GnH)...

‣ Caracterização de um sistema epitermal "High Sulfidation" paleoproterozóico na Província Aurífera do Tapajós, Pará; Not available.

Nunes, Carmen Maria Dantas
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/03/2001 Português
Relevância na Pesquisa
27.13596%
O sistema epitermal "high sulfidation" estudado, aqui denominado Prospecto X1, localiza-se na Província Aurífera do Tapajós, no sudoeste do Estado do Pará. Geologicamente inserido no Cráton Amazônico, no contexto do Escudo Brasil Central, o Prospecto XI é constituído por um conjunto de vulcânicas e vulcanoclásticas riolíticas a dacíticas do Grupo Iriri (1,88 - 1,89 Ga) constituem estruturas vulcânicas cônicas ou alongadas sobrepostas a monzogranitos vermelhos, com pórfiros riolíticos a dacíticos associadas. As alterações hidrotermais afetaram ignimbritos riolíticos a dacíticos, principalmente em zonas de brechas hidrotermais de conduto, associadas a possíveis paleocrateras menores capeadas zonas de intensa silicificação e hematitização. A seqüência ignimbrítica foi afetada por intensa alteração argílica avançada que obliterou parte das texturas originais, caracterizada pela assembléia pirofilita + quartzo + andalusita + sericita + pirita + hematita + alunita + rutilo '+ OU -' diásporo '+ OU -' caolinita-illita '+ OU -' woodhouseita-svanbergita '+ OU -' enargita-luzonita. Alunita de veio ocorre no topo da estrutura e sua ocorrência estende-se até 100 m de profundidade associada a vuggy silica. Dacito basal ('DA ORDEM DE' 240 m de profundidade) apresenta-se propilitizado e...

‣ Depósito vulcanogênico polimetálico (Zn, Pb, Cu ± (Ag-Bi)) Artulândia, Arco Magmático Paleoproterozóico Campinorte, Brasil Central

Filgueiras, Bernardo de Carvalho
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
Relevância na Pesquisa
27.628872%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação, 2015.; O depósito polimetálico recém descoberto na região de Artulândia – GO está hospedado na sequência Metavulcanossedimentar de Artulândia. À sequência estão associadas rochas intrusivas, aflorando na Zona Interna da Faixa Brasília, entre o Complexo de Barro Alto e a Sintaxe dos Pirineus. Até então, estas rochas tinham contexto geológico pouco definido. Dessa forma, o objetivo desse estudo é a caracterização genética da mineralização, além da caracterização geológica, geoquímica e geocronológica da Sequência Metavulcanossedimentar de Artulândia. A Sequência de Artulândia consiste de rochas supracrustais, compostas por rochas metavulcânicas félsicas e básicas, em menor proporção, e rochas metassedimentares clásticas e químicas, que ocorrem como lentes. Associados a estas rochas ocorrem corpos de composição tonalítica a granodiorítica. Análises químicas de rocha total realizadas em rochas metavulcânicas bimodais indicam magma peraluminoso, de assinatura tectônica em contexto intra-placa. As rochas intrusivas apresentam assinatura calci-alcalina de médio potássio, caráter meta a peraluminoso e assinatura tectônica de magmas originados em arcos magmáticos similares a adakitos. Idade U-Pb em zircão para Sequência é de 2.142 Ma...

‣ Síntese geológica e geocronológica do Cráton São Luís e do Cinturão Gurupi na região do Rio Gurupi (NE-Pará / NW-Maranhão)

Klein, Evandro Luiz; Moura, Candido Augusto Veloso
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2003 Português
Relevância na Pesquisa
27.13596%
A região do Gurupi, na fronteira norte dos estados do Pará e Maranhão, é historicamente dividida em dois domínios geocronológicos (Rb-Sr, K-Ar): um paleoproterozóico (Cráton São Luís), outro neoproterozóico (Cinturão Gurupi). Dados geocronológicos em zircão (evaporação de Pb), recentemente disponibilizados, além de dados inéditos aqui apresentados, contemplam a maioria das unidades litoestratigráficas e litodêmicas regionais e, juntamente com poucos dados de Sm-Nd em rocha total, mostram ser o período entre 2,0 e 2,2 Ga a época de formação da quase totalidade das unidades rochosas (juvenis ou não). Apenas um granitóide possui idade de cristalização neoproterozóica (~0,55 Ga) e o Arqueano apresenta-se somente como vestígio em cristais herdados de zircão e em idades modelo Sm-Nd (T DM) de protólitos de algumas unidades. A avaliação das características composicionais, metamórficas, estruturais, geofísicas e geocronológicas das diversas unidades sustenta a divisão prévia em dois domínios, mas mostra que o domínio (cinturão) Gurupi possui história orogênica paleoproterozóica comum ao domínio (cráton) São Luís. O domínio Gurupi possui características de orógeno colisional, enquanto que o domínio São Luís possui características acrescionárias e ambos participaram da colagem orogênica Paleoproterozóica (2...

‣ Contribuição à Geologia e à Geocronologia do Terreno Rio Capibaribe (TRC, Província Borborema); Contribution to the Geology and Geochronology of the Rio Capibaribe Terrane (TRC, Borborema Province)

Neves, Benjamim Bley de Brito; Spröesser, Walter Mauricio; Petronilho, Liliane Aparecida; Souza, Solange Lucena
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2013 Português
Relevância na Pesquisa
27.13596%
O Terreno Rio Capibaribe (TRC) foi definido ao sul - sudeste da Zona Transversal da Província Borborema (parte SE da Paraíba e parte NE de Pernambuco). Seus limites convencionais são grandes zonas de cisalhamento, a Congo - Cruzeiro do Nordeste (ao norte e noroeste) e o lineamento Pernambuco, ao sul. Esse terreno apresenta embasamento gnáissico-migmatítico do Paleoproterozoico e faixas móveis neoproterozoicas, do Eotoniano e do Criogeniano-Ediacarano. O embasamento desse TRC está recortado por várias intrusivas paleo, mesoproterozoicas (devidamente reestruturadas pelos ciclos mais jovens) e neoproterozoicas, de diferentes natureza e proveniências (ligadas ao desenvolvimento de arcos magmáticos, zonas de cisalhamento etc.), sendo destacáveis aqueles grandes corpos calcioalcalinos, de diferentes grupos composicionais. O TRC era conhecido em escalas pequenas, principalmente nos mapas geológicos dos estados acima mencionados, executados no início deste século. Apesar de várias teses e outros trabalhos científicos de vulto no TRC, ele foi considerado aquele terreno menos privilegiado em termos de dados sobre sua evolução geocronológica, motivos indutores da presente pesquisa. Foram realizadas várias seções geológicas e ampla consulta bibliográfica concomitante à realização de determinações geocronológicas pelos métodos Sm-Nd (ca. 60)...

‣ O complexo Atuba: um cinturão paleoproterozóico intensamente retrabalhado no Neoproterozóico

Siga Júnior, O; Basei, M. A. S; Reis Neto, J. M; Machiavelli, A; Harara, O. M
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1995 Português
Relevância na Pesquisa
37.441099%
Os estudos realizados nos terrenos localizados entre os Cinturões Ribeira (N) e Dom Feliciano (S) permitiram caracterizar a existência de três domínios geotectônicos com evoluções próprias e distintas: Domínios Luis Alves, Curitiba e Paranaguá. O Complexo Atuba se insere no âmbito do Domínio Curitiba, que se limita a noroeste com as seqüências metassedimentares dos Grupos Açungui e Setuva, e a sudeste com os gnaisses granulíticos do Domínio Luis Alves, contatos esses que se fazem por importantes zonas de cisalhamento. Predominam no Domínio Curitiba rochas gnáissicas bandadas, migmatíticas, do fácies anfibolito, representadas principalmente por biotita-anfibólio-gnaisses contendo leucossomas de composições tonalitogranodioríticas além de graníticas, que compõem o aqui denominado Complexo Atuba. Caracteriza-se por migmatitos formados no Paleoproterozóico (2.000 ± 200 Ma), remigmatizados no Neoproterozóico (600± 20 Ma), período esse em que as isotermas atingiram temperaturas superiores a 500 ºC. O padrão estrutural observado é indicativo de uma tectônica controlada em grande parte por cisalhamento, com importante componente lateral, e transporte relativo em direção a sul-sudeste. As rochas pertencentes ao Complexo Atuba representam terrenos relativamente profundos...

‣ GEOLOGIA DA REGIÃO DE JEQUERI-VIÇOSA (MG), ORÓGENO ARAÇUAÍ MERIDIONAL

Gradim, Daniel Tavares; Queiroga, Gláucia Nascimento; Novo, Tiago Amâncio; Noce, Carlos Maurício; Pedrosa-Soares, Antônio Carlos; Romano, Antônio Wilson; Martins, Maximiliano; Alkmim, Fernando Flecha de; Basto, Camila Franco; Suleiman, Moisés Abraã
Fonte: Centro de Pesquisa Professor Manoel Teixeira da Costa - IGC - UFMG Publicador: Centro de Pesquisa Professor Manoel Teixeira da Costa - IGC - UFMG
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 11/02/2013 Português
Relevância na Pesquisa
27.441099%
RESUMO: A característica fundamental da região de Jequeri-Viçosa, situada no extremo sul do Orógeno Araçuaí, é a abundância de rochas metamórficas, ortoderivadas e paraderivadas, de fácies anfibolito alto e granulito. O embasamento paleoproterozóico é representado, a oeste, por ortognaisses tonalíticos a graníticos do Complexo Mantiqueira e, a leste, por ortognaisses charno-enderbíticos do Complexo Juiz de Fora. Ambos os complexos incluem anfibolitos e exibem intensidades variáveis de migmatização. O contato entre eles é marcado pela zona de cisalhamento transpressiva destral de Abre Campo, interpretada como uma sutura paleoproterozóica reativada no Neoproterozóico. O Anfibolito Santo Antônio do Grama e rochas meta-ultramáficas associadas (Córrego do Pimenta) representam restos ofiolíticos ediacaranos, colocados ao longo da Zona de Cisalhamento de Abre Campo. Assentada sobre o embasamento, na parte oeste da área, ocorre uma associação metavulcano-sedimentar neoproterozóica do Grupo Dom Silvério, composta por xistos diversos e quartzito. Na porção leste da área mapeada, a cobertura metassedimentar neoproterozóica é atribuída ao Grupo Andrelândia que inclui paragnaisse migmatítico e raro quartzito. Corpos de hidrotermalito quartzoso...