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‣ Petrografia e mineralogia de granitos peralcalinos: o Plúton Papanduva, Complexo Morro Redondo (PR/SC); Petrography and mineralogy of peralkaline granits: the Papanduva Pluton, Morro Redondo (PR/SC)

Vilalva, Frederico Castro Jobim
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 09/11/2007 Português
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O Complexo Morro Redondo, com cerca de 250 Km2, é uma das ocorrências mais importantes de granitos de tipo-A da Província Graciosa, uma importante província póscolisional neoproterozóica (ca. 580 Ma) na região sul-sudeste do Brasil. O Complexo aflora nas proximidades de Tijucas do Sul (PR) e Garuva (SC). É formado pelos Plútons Papanduva e Quiriri, em que afloram, respectivamente, rochas graníticas das associações alcalina e aluminosa de granitos de tipo-A, respectivamente; e por rochas vulcânicas ácidas e básico-intermediárias contemporâneas. O Plúton Papanduva, objeto deste trabalho, aflora na porção norte do Complexo, estendendo-se por uma área de cerca de 100 Km2. Constitui-se essencialmente de álcalifeldspato granitos hipersolvus leucocráticos a hololeucocráticos, de granulação média a fina. De acordo com suas estrutruras, texturas e mineralogia, foram individualizadas quatro unidades distintas, denominadas informalmente de A, B, C e D. As Unidades A e B afloram junto às bordas NE e N do plúton, e nas proximidades de zonas de cisalhamento mais importantes. São caracterizadas por teores modais moderados a altos de quartzo (50-60 % modal) e por texturas deformacionais desde cataclásticas (Unidade B) até protomiloníticas (Unidade A)...

‣ Petrografia e química mineral das intrusões Indaiá I e Indaiá II, oeste do Estado de Minas Gerais; Petrography and mineral chemisty from Indaiá I and Indaiá II intrusions, western Minas Gerais State

Silva, Simone da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/04/2008 Português
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A presente dissertação se ocupou da investigação petrográfica e química mineral de rochas ultramáficas, potássica-ultrapotássicas, insaturadas em sílica, de afinidade kimberlítica, das intrusões Indaiá I e Indaiá II, oeste do Estado de Minas Gerais. Estas rochas afloram na Província Ígnea do Alto Paranaíba (PIAP, Cretáceo Superior), dentro de uma área alongada segundo N30W, perfazendo aproximadamente 250 km de extensão e 70 km de largura. As suítes do PIAP encontram-se à margem oeste do Cráton do São Francisco, alojadas em litologias pertencentes próprio Cráton e à Faixa Brasília. Os dados petrográficos, dentro das suas limitações, principalmente no que tange à sobreposição de características entre as rochas dos clãs kimberlitos, lamproítos, kamafugitos, orangeitos e lamprófiros, denotam na intrusão Indaiá I a presença de texturas porfiríticas, compostas de mega e fenocristais anédricos a subédricos de olivina, opacos e mais raramente de enstatita, fixados em matriz afanítica formada de cristais anédricos de olivina (crisolitaforsterita), minerais opacos, monticellita tabular, cristais amarronzados subédricos de perovskita, clinopiroxênio (diopsídio) esverdeado e carbonatos. Já na intrusão II se observa a presença de fenocristais anédricos a subédricos de olivina...

‣ Petrografia e química dos ignimbritos do Cerro Pululus e sua correlação com depósitos da Caldeira Vilama, Puna, Andes Centrais, NW da Argentina; Petrography and chemistry of the ignimbrites of Cerro Pululus and their correlation with deposits of the Vilma Caldera, Puna, Central Andes; northwest Argentina

Polo, Liza Angelica
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/10/2008 Português
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Entre 12 e 4Ma, intensas manifestações vulcânicas explosivas ocorrem associadas a formação de grandes caldeiras no platô dos Andes Centrais, lançando mais de 10.000 km3 de material piroclástico e constituindo o Complexo Vulcânico Altiplano Puna (CVAP). O Cerro Pululus, com aproximadamente 178 km2 e 550 m de altura, é uma colina em forma de escudo constituída por três unidades de fluxo ignimbrítico lançadas por um mesmo centro emissor durante os eventos do CVAP. No cume do cerro aflora um corpo intrusivo sub-vulcânico que elevou e deformou os depósitos piroclásticos na forma de um anticlinal. Pululus está localizado na borda sul da Caldeira Vilama, uma das maiores estruturas de colapso do CVAP, que teria sido responsável pela deposição de mais de 1.200 km3 de material piroclástico. O local de emissão dos ignimbritos de Pululus ainda é desconhecido e sua relação com os depósitos da Caldeira Vilama é considerada incerta. A alta concentração de cristais nos púmices evidencia que os depósitos do Cerro Pululus foram originados por um magma porfirítico, apresentando plagioclásio, biotita, quartzo, ferrossilita, enstatita, augita e hornblenda, como minerais principais. As unidades são de composição dacítica e pertencem à série cálcio-alcalina de alto-K...

‣ Evolução magmática do Sill de Limeira: petrografia e geoquímica; Magmatica evolution of the Limeira Sill: petrography and chemistry

Faria, Camila Antenor
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/11/2008 Português
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O Sill de Limeira possui variação composicional ampla e aparentemente contínua, no intervalo entre basalto nas bordas de resfriamento e quartzo monzodiorito grosso na parte mais central exposta até agora nas pedreiras onde é explorado. Abaixo da borda basáltica do topo encontra-se uma camada bastante rica em amígdalas, preenchidas por minerais de origem hidrotermal, seguida pela ocorrência de ocelos de composição quartzo monzonítica. Por toda extensão do sill ocorrem veios riolíticos (em menor proporção, quartzo monzoníticos), de direção preferencial perpendicular às bordas de resfriamento. As rochas são compostas essencialmente por plagioclásio, clinopiroxênio (augita ± pigeonita) e/ou anfibólio, Ti-magnetita, illmenita, além de quartzo e feldspato alcalino (nos termos mais diferenciados). Os minerais acessórios são apatita, filossilicatos, zircão, badeleíta, esfalerita, pirita e allanita; minerais de alteração hidrotermal são zeólitas, calcita, apofilita. Augita tem composição variada entre Fs~20, nas rochas mais primitivas e Fs40 nas mais diferenciadas (quartzo monzodiorito até riolito). O plagioclásio varia desde labradorita até oligoclásio, com predomínio de andesina An50-30 nas rochas mais abundantes. A química de rocha total revela um trend de diferenciação contínuo de composições entre o basalto de borda (~48% SiO2) e o quartzo monzodiorito (~61% SiO2); um hiato entre quartzo monzodiorito e riolito é identificado no intervalo 61-69% SiO2...

‣ Análise de minerais pesados aplicada ao mapeamento geológico na Bacia Paraíba; Heavy minerals analysis applied to geological mapping of Paraíba Basin

Ochoa, Felipe Lamus
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/07/2010 Português
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O mapeamento geológico dos depósitos siliciclásticos aflorantes nas bacias marginais do nordeste brasileiro tem gerado um alto volume de designações estratigráficas ainda abertas às discussões. No intuito de subsidiar a resolução deste problema cartográfico foi escolhida a parte emersa da Bacia Paraíba, mais especificamente as sub-bacias Alhandra e Mirirí. Para isto foi realizada a caracterização mineralógica e petrográfica dos arenitos cenozóicos da Bacia Paraíba, com vistas a identificação de critérios discriminadores entre os diversos depósitos siliciclásticos aflorantes. Derivado deste processo é acrescentado o reconhecimento das áreas fontes desses arenitos e suas implicações na evolução do Cenozóico da Bacia Paraíba. Análises laboratoriais incluíram análises granulométricas, de minerais pesados e morfológica de grãos em 134 amostras de superfície e subsuperfície. Foram estudadas também 5 seções delgadas para testar a petrografia sedimentar como ferramenta no auxílio do mapeamento geológico. A identificação dos minerais pesados transparentes foi feita através microscópio petrográfico, com quantificação dos principais minerais transparentes (100 grãos/lâmina), além de várias contagens independentes (100 grãos/lâmina) das relações transparentes/opacos...

‣ Petrografia e química mineral de xenólitos mantélicos da intrusão kimberlítica Indaiá, Monte Carmelo, MG

Nannini, Felix
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/06/2011 Português
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O Kimberlito Indaiá, situado 25 km a norte da cidade de Monte Carmelo, na região oeste de Minas Gerais, é intrusivo em granitóides cataclasados associados ao Grupo Araxá, na Faixa de Dobramentos Brasília. O corpo apresenta forma subcircular e diâmetro principal de 220 m na direção NE-SW; em sua porção NE ocorre uma intrusão de kamafugito associada de 120 m de diâmetro. A rocha exibe coloração cinza escura e textura inequigranular bem destacada, sendo constituída por uma matriz afanítica na qual estão dispersos macrocristais de olivina (abundantes), ilmenita, flogopita e piroxênio, além de xenólitos mantélicos e crustais de dimensões variadas. Os xenólitos mantélicos são constituídos, em ordem de abundância, por harzburgitos (41%), lherzolitos (37%), dunitos (14%), mica piroxenitos (6%) e xenólito polimítico (2%). Os harzburgitos, lherzolitos e dunitos exibem, além das fases primárias (olivina, enstatita e diopsídio), teores subordinados de espinélio, cromita, diopsídio, flogopita, ilmenita e raro anfibólio. A textura predominante é grossa (protogranular), ocorrendo subordinadamente as texturas granoblástica e porfiroclástica. Análises químicas por microssonda eletrônica revelaram que as fases silicáticas possuem valores Mg/(Mg+Fe) maiores em harzburgitos e dunitos e menores nos lherzolitos. Os mica piroxenitos (flogopita+enstatita+ilmenita) e os xenólitos polimíticos (olivina+diopsídio+ilmenita+flogopita) apresentam mineralogia mais complexa...

‣ Estudos experimentais de alteração acelerada em rochas graníticas para revestimento

Frascá, Maria Heloisa Barros de Oliveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/06/2003 Português
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As rochas para revestimento tendem, naturalmente, a se alterar pela exposição às novas condições ambientais e de uso, o que pode se acelerar ante as agressividades climáticas, a ação de poluentes atmosféricos e a adoção de procedimentos construtivos e de manutenção inadequados. As deteriorações resultantes são de caráter irreversível. A adoção das medidas preventivas adequadas, melhor recurso disponível, é dificultada pela carência de informações técnicas relativas aos tipos de alterações que podem ocorrer, conforme o tipo rochoso e as condições de uso. A caracterização tecnológica de rochas graníticas selecionadas e estudos experimentais de alteração acelerada, simulando situações como as descritas acima, visaram ao estabelecimento de uma metodologia para ensaios laboratoriais que permitam antecipar as deteriorações do material rochoso e, também, agregar a questão da durabilidade dentre os critérios de escolha dessas rochas para uso como revestimento. Os resultados mostraram deteriorações, em diferentes intensidades e formas (oxidação de minerais, eflorescências, escamações e outros), relacionadas às características intrínsecas de cada rocha, atribuindo-se papel condicionante aos minerais previamente alterados e ao microfissuramento. A petrografia revelou-se a ferramenta mais importante nos estudos de alterabilidade. Foi possível verificar que a qualificação tecnológica da rocha contempla dois aspectos complementares: determinação das propriedades de engenharia (parâmetros físicos e mecânicos) e da alterabilidade.; Rock for cladding or flooring will be naturally weathered when exposed to the new environmental and use conditions. This alteration may be modified or accelerated in contact to climatic aggressiveness...

‣ Geologia, petrogênese e aspectos metalogenéticos dos grupos Serra do Itaberaba e São Roque na região das Serras do Itaberaba e da Pedra Branca, NE da Cidade de São Paulo, SP

Juliani, Caetano
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/04/1993 Português
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Os trabalhos desenvolvidos nesta tese tiveram, como principal objetivo, o estudo das rochas supracrustais dos grupos Serra do ltaberaba e São Roque, o relacionamento litoestratigráfico entre eles e a evolução geológica dos litotipos, visando caracterizar parte da evolução crustal do Pré-Cambriano Paulista. A área estudada situa-se a nordeste da cidade de São Paulo, entre as cidades de Guarulhos e Santa Isabel, e compreende cerca de 540 km2, mapeados na escala de 1:25.000, na qual foram mapeadas duas subáreas nas escalas 1:10.000 e 1:2.000 com, respectivamente, 41,5 e 2,6 km2. Diversos métodos de estudos foram adotados nesta pesquisa, incluindo, além dos mapeamentos geológicos, petrografia de rochas e minérios, através de secções delgadas e polidas, caracterização da composição das rochas graníticas, também através de análise modal em amostras com os feldspatos coloridos seletivamente, análise de minerais residuais, difratometria de raios X de minerais e rochas, petroquímica, análise estrutural macro- e microscópica e estudos metalogenéticos comparativos. Os estudos permitiram caracterizar as rochas supracrustais como polideformadas e polimetamorfisadas, subdivisíveis nos grupos Serra do ltaberaba, mais antigo e basal...

‣ Geologia, petrografia e geocronologia das regioes meridional e oriental do complexo de Morungaba, SP

Vlach, Silvio Roberto Farias
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 09/07/1985 Português
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O Complexo Intrusivo de Morungaba, com área de 330 km², aflora ao sudeste do Estado de São Paulo, apresentando forma irregular, alongada segundo SW-NE. É composto principalmente por rochas granitóides com biotita; dioritos são subordinados. O mapeamento faciológico detalhado (escala 1:50.000) das partes meridional e oriental do Complexo (200 km²), permitiu o reconhecimento de 31 facies granitóides (incluindo duas de rochas dioríticas), com características estruturais-petrográficas próprias. A maioria das facies (mapeadas como associações de facies) é agrupada em três Suítes magmáticas, denominadas Rósea, Cinzenta e Porfirítica. A Suíte Rósea é formada por quartzo-monzonitos, granitos 3b e granitos 3a, predominantemente equigranulares de granulação média a grossa e por granitóides-pórfiros, os quais afloram como corpos alongados a sub-circulares, acompanhando as estruturas regionais. No diagrama Q-FA-P, as rochas definem, em parte, tendência calco-alcalina granodiorítica-monzonítica. Nas rochas mais máficas (M' entre 5 e 15) encontra-se a associação máfica biotita + titanita + magnetita '+ OU -' alanita '+ OU -' ilmenita; as rochas mais félsicas (M' 'APROXIMADAMENTE IGUAL A' 5) apresentam biotita '+ OU -' alanita '+ OU -' muscovita + magnetita '+ OU -' ilmenita. Na parte Sul do Complexo...

‣ Jazida de cobre de Surubim, Vale do Curuca, BA: mineralogia, petrografia e petrogenese

Bello, Rosa Maria da Silveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 07/10/1986 Português
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O depósito de cobre de Surubim, com reservas de 14 milhões de toneladas a 0,8% Cu, faz parte da província cuprífera do Vale do Rio Curaçá, localizada na parte norte-nordeste do Estado da Bahia. Ocupa uma área delimitada pelos paralelos 9° 34' e 9° 34' 30"S e meridianos 39° 51'' e 39° 52' 15''W, situando-se cerca de 40 km ao norte da Jazida de Caraíba, a segunda maior do país, com reservas de 140 milhões de toneladas a 1% Cu. A província cuprífera do Vale do Rio Curaçá localiza-se em terrenos de rochas de alto grau metamórfico, representadas por gnaisses e granulitos com núcleos migmatíticos, possuindo uma complexidade estrutural e litológica bastante acentuada. Na área de Surubim foram identificadas três unidades distintas, com bases puramente litológicas: Unidade 1, composta por rochas gnáissicas, com bandamento freqüente, dado pela alternância entre camadas quartzo feldspáticas e camadas onde predominam minerais máficos; Unidade 2, constituída por intercalações de granulitos noríticos, gabronoríticos, gábricos, com proporções variáveis de biotita, e de finas lentes de granulitos plagioclasíticos; e Unidade 3, mineralizada, onde predominam granulitos piroxeníticos e noríticos, com quantidades variáveis de biotita...

‣ O significado dos enclaves microgranulares félsicos na evolução de magmas graníticos: Petrologia dos enclaves do Plúton Salto, Batólito Itu, SP

Pereira, Giovanna de Souza
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 07/05/2013 Português
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O Granito Salto, parte da Província Magmática Itu (~590 Ma), de caráter pós-orogênico, é um plúton composicionalmente variado, constituído por três unidades graníticas principais. O volume principal do plúton é formado por granitos vermelhos inequigranulares a porfiríticos com textura rapakivi e matriz média, que passam a uma variedade com o plagioclásio de cor branca onde a textura rapakivi é mais evidente. Uma segunda unidade, designada granito pórfiro, é caracterizada pela presença de matriz fina da qual se destacam abundantes fenocristais de felspatos (em parte com textura rapakivi), quartzo e hornblenda e ocupa a região centro -oeste do plúton, além de formar pequenos corpos isolados. A unidade granito inequigranular róseo, composicionalmente mais evoluída, ocorre no extremo oeste do plúton, e exibe estruturas indicativas de cristalização em nível crustal raso (miárolos), sendo interpretada como a cúpula do plúton. Enclaves microgranulares félsicos, com formas elipsoidais e composição um pouco menos evoluída que os granitos rapakivi hospedeiros, são uma feição estrutural típica, e alcançam dimensões até 2-3 metros. Enclaves microgranulares mais máficos, com índices de cor de até 20-25...

‣ Estudo da perícia em petrografia sedimentar e sua importância para a engenharia de conhecimento

Abel, Mara
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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Perícia é a capacidade de aplicar habilidades intelectuais para resolver problemas em domínios estratégicos, com um desempenho e qualidade de solução superior à média dos profissionais da área. Ampliar a compreensão do que é a perícia fornece suporte e justificativas para a proposição de novos recursos para aquisição e modelagem de conhecimento na área da Engenharia de Conhecimento. Esta tese apresenta os resultados de um estudo sobre a perícia em Geologia, em especial numa aplicação em Petrografia Sedimentar. A tarefa em questão é especialmente significativa porque, ao contrário das tarefas típicas, cujo estudo tem levado ao desenvolvimento de diversas metodologias de aquisição de conhecimento, essa tarefa aplica primariamente raciocínio baseado na análise de imagens e, secundariamente, busca e métodos analíticos para interpretar os objetos da perícia (no caso, rochas-reservatório de petróleo). O objetivo deste projeto de tese é a identificação dos recursos cognitivos aplicados por especialistas na solução de problemas, que são essencialmente de reconhecimento visual e a representação do que é reconhecido. A interpretação dessas habilidades fornece fundamentos para a proposta de novos recursos para aquisição e modelagem...

‣ Evolução geológica da "Bacia do Camaquã" (Neoproterozóico e Paleozóico inferior do Escudo Sul-riograndense, RS, Brasil) : uma visão com base na integração de ferramentas de esteatigrafia, petrografia e geologia isotópica

Borba, Andre Weissheimer de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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27.183196%
O presente trabalho demonstra a aplicação integrada de ferramentas de estratigrafia, petrografia e geologia isotópica ao entendimento da evolução geológica das unidades sedimentares da “Bacia do Camaquã”, localizada no Escudo Sul-rio-grandense (RS, Brasil). As ferramentas utilizadas foram a análise faciológica, a estratigrafia de seqüências, a petrografia sedimentar e as análises isotópicas pelos sistemas Sm-Nd em rocha total e 40Ar/39Ar em K-feldspatos. Os resultados estão reunidos em cinco artigos, publicados ou submetidos a periódicos internacionais, e permitiram a proposição de arcabouços estratigráficos e modelos evolutivos para cada uma das unidades focalizadas: Formação Maricá, Grupo Bom Jardim e Formação Santa Bárbara. A sedimentação da Formação Maricá iniciou com sistemas fluviais com transporte para sudeste e proveniência a partir de um bloco granito-gnáissico de idade Paleoproterozóica. Áreas-fonte vulcânicas foram disponibilizadas ao longo do tempo, o que sugere a existência de vulcanismo sindeposicional. A posição da Formação Maricá, exclusivamente recobrindo rochas de assinatura mantélica juvenil do Neoproterozóico (unidades Cambaí e Vacacaí), contrasta com os dados obtidos...

‣ Mapeamento e documentação de feições visuais diagnósticas para interpretação em sistema baseado em conhecimento no domínio da petrografia; The diagnostic visual feature mapping and documentation in a knowledge-base system for interpretation in the Petrographic domain

Victoreti, Felipe Ingletto
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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Nos domínios visuais, interpretações são iniciadas pela identificação de feições em imagens que irão, posteriormente, dar suporte aos processos mais abstratos de inferência. Para desenvolver sistemas de conhecimento neste tipo de domínio é necessário buscar a melhor representação do conhecimento visual para ser utilizado pelos métodos de inferência. A representação em formato simbólico deste conhecimento auxilia na captura do conhecimento implícito presente em imagens, permitindo seu uso nos processos de raciocínio, mesmo aceitando que parte desse conhecimento não é externalizado e, em conseqüência, não poderá ser representado adequadamente. Estudos recentes têm utilizado anotação de imagens como uma maneira capaz de auxiliar na explicitação do conhecimento, ampliando a expressividade dos formalismos de representação e permitindo o registro das informações associadas às imagens. Embora anotações de imagens flexibilizem a captura do conhecimento, ontologias são associadas às anotações para garantir a formalização do conhecimento nas imagens, suprindo os termos de domínio que podem ser usados para anotar e auxiliar a uniformização da linguagem nas consultas. O objetivo desse trabalho é capturar e documentar o conhecimento visual que dá suporte à inferência nas tarefas de interpretações. Nesse trabalho é elaborada uma maneira de identificar objetos em imagens que contenham feições diagnósticas através da utilização de uma ontologia de domínio pré-existente. Essa identificação de objetos é explorada para permitir a localização física de uma determinada feição em um objeto real. O resultado disso é a identificação de feições em uma imagem tendo-se um referencial de posição segundo um sistema de coordenadas espacial...

‣ Geologia, Petrografia e metamorfismo dos Grupos Serra do Itaberaba e São Roque a noroeste da cidade de São Paulo (SP); Not available.

Martin, Marco Aurélio Bonfá
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/09/2000 Português
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Esta dissertação teve como objetivo principal a petrografia dos grupos Serra do Itaberaba e São Roque a noroeste da cidade de São Paulo. Os estudos petrográficos enfatizaram as relações de cristalização dos minerais com as foliações (análisemicroestrutural) acompanhados do estudo do metamorfismo para a caracterização litoestratigráfica dos grupos São Roque e Serra do Itaberaba. Esses procedimentos permitiram demonstrar a existência do Grupo Serra do Itaberaba (Mesoproterozóico),que constitui a base das supracrustais e subdivide-se nas formações Morro da Pedra Preta, basal e vulcanossedimentar, Nhanguçu, representada por sedimentos manganesíferos e carbonáticos, e Pirucaia, composta por sedimentos clásticos maisquartzosos. O Grupo São Roque (Neoproterozóico) foi caracterizado na região como posicionado discordantemente sobre o Grupo Serra do Itaberaba através de zonas de empurrão. Está representado por uma seqüência predominantemente metassedimentaronde foram individualizadas, na base, a Formação Morro Doce, contendo metarcóseos e metaconglomerados depositados em ambiente de leques aluviais, e a Formação Pirapora do Bom Jesus, de ambiente vulcanossedimentar e com contribuiçãocálcio-pelítica e carbonática. Segue a deposição da Formação Boturuna...

‣ Contribuição à petrografia de pedra britada; Contribution to Crushed Stone Petrography

Pinho, Deyna
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/04/2007 Português
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O conhecimento das propriedades físico-químicas da composição mineralógica dos agregados é de extrema importância para o não comprometimento da obra em que serão empregados. Desse modo, o conhecimento da petrografia, mineralogia e geologia das rochas-fonte para brita também são extremamente necessárias. O principal objetivo deste trabalho foi gerar informações sobre a geologia, mercado produtor e petrografia das rochas-fonte da pedra britada nas principais regiões produtoras do país. As informações disponíveis neste segmento da mineração são escassas, principalmente devido às próprias características do setor onde os investimentos em pesquisas geológicas geralmente são escassas e por vezes pouco exigidas. Os cinco principais pólos produtores de pedra britada, alvos de estudo deste trabalho, incluem as cinco maiores regiões metropolitanas do país: São Paulo,Minas Gerais, Rio de Janeiro , Paraná , Rio Grande do Sul. São locais que possuem diferentes rochas-fonte de brita para cada centro produtor, devido à diversidade geológica e abundância daquelas nestes centros. Assim sendo, na região de São Paulo capital a principal rocha-fonte utilizada são granitos e gnaisses provenientes do Embasamento; na região de Belo Horizonte são os calcários provenientes do Grupo Bambuí; na região do Rio de Janeiro capital são os sienitos alcalinos...

‣ Petrografía y procedencia de rocas silíceas en La Payunia (Malargüe, provincia de Mendoza)

Salgán,María Laura; Bertotto,Gustavo Walter; Mabel Garrido,Mirta
Fonte: Intersecciones en antropología Publicador: Intersecciones en antropología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 Português
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Las materias primas líticas empleadas por los grupos cazadores recolectores que poblaron La Payunia (Mendoza, Argentina) desde el Holoceno tardío son principalmente rocas silíceas disponibles en la región. Estudios recientes han permitido definir dos sectores de abundante disponibilidad de estas rocas (Norte y Sur), y un sector Central donde son escasas. Con el objeto de avanzar en la definición de una base regional de recursos líticos y caracterizar los afloramientos silíceos detectados, se realizaron muestreos en canteras y sitios arqueológicos siguiendo criterios de diferenciación macroscópica. Los objetivos planteados en este trabajo son: 1) presentar la caracterización petrográfica de las rocas silíceas disponibles en La Payunia; 2) informar sobre su distribución espacial; y 3) discutir los alcances de la petrografía para los estudios de procedencia arqueológica en el sur de Mendoza. Los resultados obtenidos indican que las diferencias macroscópicas y petrográficas entre canteras no aportan criterios diagnósticos sólidos de diferenciación; sin embargo, los estudios petrográficos permitieron inferir los ambientes de formación de estas rocas y definir áreas de disponibilidad regional potencial.

‣ Análisis de procedencia de la Formación Falda Ciénaga (Ordovícico Medio, Puna Argentina) por petrografía sedimentaria, elementos trazas e isotopía de Nd

Zimmermann,Udo; Luna Tula,Gabriela; Marchioli,Alfredo; Narváez,Gaspar; Olima,Héctor; Ramírez,Alejandro
Fonte: Revista de la Asociación Argentina de Sedimentología Publicador: Revista de la Asociación Argentina de Sedimentología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 Português
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La Formación Falda Ciénaga aflora entre Salar de Pocitos (24°24'59,5''S 66°55'18,0''W) y la Sierra Calalaste (26°11'52,5''S 67°41'02''W) en la Puna Austral. Incluye arenitas feldespáticas, cuarzosas de grano fino, bien seleccionadas, con cuarzos redondeados; grauvacas subordinadas dominadas por cuarzo y líticos sedimentarios, limolitas y pelitas. Las composiciones de arenitas y grauvacas varían entre 65-78 % Qt , 3-19 % F y 0-22 % L. Las sedimentitas no contienen líticos volcanogénicos ni rocas volcánicas sinsedimentarias. El material fue transportado de fuentes ubicadas al sudoeste y sudeste. Los elementos trazas y tierras raras muestran relaciones muy típicas para la corteza continental superior diferenciada (Th/Sc 0,75-2,81, promedio 1,8; Th/U 3-5,9, promedio 4,15; LaN/YbN 4,69-8,57, promedio 6,75). Una suave anomalía negativa de Ta en algunas muestras reflejaría la influencia del material volcanoclástico, que se interpreta como relicto del arco volcánico activo en el Ordovícico Inferior en el borde oeste de Gondwana (Arco volcánico Puna-Famatina). No ha sido posible observar este registro en la petrografía de los líticos. Debido a ciclos de resedimentación esta información desapareció en el registro petrográfico. Las concentraciones de Hf...

‣ Análisis petrográfico de areniscas de la formación castillo (Albiano) en la faja plegada de San Bernardo, cuenca golfo San Jorge, Argentina

Tunik,Maisa A; Paredes,José M; Fernandez,María I; Foix,Nicolás; Allard,José O
Fonte: Revista de la Asociación Geológica Argentina Publicador: Revista de la Asociación Geológica Argentina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 Português
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Con el objeto de analizar las variaciones espaciales en la petrografía sedimentaria de la Formación Castillo (Albiano) se caracterizó el relleno arenoso de canales fluviales en tres áreas de la faja plegada de San Bernardo, Chubut. Estas tres regiones geográficas y geológicas presentan variaciones en el sistema fluvial, y por tanto en el ordenamiento de sus facies, que también se ve reflejado en la petrografía de la unidad. Para el análisis de las modas detríticas se identificaron variedades de cuarzo, feldespato y líticos presentes en las areniscas. El análisis petrográfico de las diferentes regiones, permitió identificar áreas con redes de drenaje pequeñas y de carácter local (región 2) en donde la composición de la fracción clástica permite inferir áreas de aporte locales, y redes de drenaje de mayor jerarquía y grado de integración (región 4) que reflejan un área de aporte regional. Estas diferencias también se observan en diagramas ternarios de procedencia, los que muestran un cambio del área de procedencia dentro de un arco transicional, cercano al campo de un arco no disectado para muestras de redes de drenaje locales, a un arco disectado para muestras de redes de drenaje de dimensiones regionales. El análisis de la fracción clástica y sus componentes reveló también que la porosidad secundaria observada en las areniscas es mayormente producto de alteración diagenética de los componentes neovolcánicos. Sin embargo...

‣ Breve historia de la petrografía y de la mineralogía de menas metalíferas en el SEGEMAR

Cucchi,Rubén J; Pezzutti,Norma E
Fonte: Serie correlación geológica Publicador: Serie correlación geológica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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Esta breve historia se realizó con la aspiración de homenajear a todos aquellos profesionales que hicieron petrografía y mineralogía de menas metalíferas en una de las instituciones más antiguas del país, el Servicio Geológico Minero Argentino, organismo oficial abocado a la investigación y desarrollo de la Geología. Abarca el período que va desde 1904 hasta la última anotación en los Libros de Registros de Preparaciones microscópicas en 1988 y comprende, además, a la petrografía fundamentalmente aplicada a la alteración hidrotermal y a la "calcografía" efectuadas en los Planes de Exploración Geológico-Mineros desde 1966 hasta la creación del SEGEMAR en 1996.