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‣ Quartzitos e metaconglomerados auríferos da Sequência da Serra da Boa Vista, borda leste do Quadrilátero Ferrífero, MG, Brasil; Auriferous quartzites and metaconglomerates of the Sequência da Serra da Boa Vista, east Quadrilátero Ferrífero, MG, Brazil

Rossi, Gabriel
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/05/2010 Português
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62.66678%
As ocorrências estudadas da Sequência da Serra da Boa Vista (SSBV) balizam a borda leste do Quadrilátero Ferrífero nos distritos Santa Rita Durão, Bento Rodrigues e Camargos, da cidade de Mariana até a norte de Catas Altas. Sua geologia e as mineralizações de ouro foram enfocados nessa pesquisa baseada em mapeamento 1:25.000, levantamentos estratigráficos detalhados, estudos mineralógico-petrográficos, litogeoquímicos multielementares e das mineralizações auríferas e de morfologia e microgeoquímica de grãos de ouro e minerais associados via MEV-EDS, visando-se a evolução precambriana e a metalogênese do ouro da SSBV, bem como suas relações com as demais rochas da área, principalmente dos supergrupos Minas e Espinhaço. A área compreende um embasamento arqueano granito-gnáissico TTG em contato milonítico com rochas supracrustais do Greenstone Belt Rio das Velhas (Supergrupo Rio das Velhas) e coberturas paleoproterozóicas dos supergrupos Minas e Espinhaço (anteriormente Série Itacolomi) e da SSBV, com coberturas cenozóicas de canga e alúvio-coluvionares. A SSBV é constituída por quartzitos micáceos com estratificações cruzadas acanaladas de pequeno porte a metaconglomerados, caracteristicamente com fuchsita e sulfetos detríticos...

‣ Geologia e metalogênese do ouro da mina do Pari, nordeste do Quadrilátero Ferrífero-MG

Abreu, Gustavo Correa de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/12/1995 Português
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61.85005%
A mina do Pari localiza-se na borda nordeste do Quadrilátero Ferrífero, no município de Santa Bárbara, distrito de Florália, Estado de Minas Gerais. A mina foi lavrada desde o século passado até 1937, por métodos exclusivamente rudimentares; na recuperação do ouro, entretanto, obtinha-se excelentes resultados. A pesquisa geológica da região da Folha Florália 1:25.000 registra os estudos da equipe do convênio USGS-DNPM de cartografia apenas por fotointerpretação e levantamentos de perfis regionais integrados, na escala 1:150.000 (Dorr, 1969), reconhecendo anfibolitos no morro do Pari. Nos trabalhos mais recentes do orientador e sua equipe, com a participação do autor, detectou-se que a mina do Pari se insere no contexto do Supergrupo Rio das Velhas, representado pela presença dos grupos Quebra Osso e Nova Lima em posição estratigráfica normal, e contínuos, regionalmente, até os locais tipo do Quadrilátero Ferrífero, a W. Nos trabalhos dessa pesquisa, realizados durante a reavaliação da mina do Pari, foi possível estudar perfis contínuos de rochas não-intemperizadas (obtidas em sondagens profundas) e elaborar, para o Grupo Nova Lima, uma subdivisão em quatro unidades litoestratigráficas locais, denominadas informalmente...

‣ Geologia e petro-metalogênese da mineralização de ouro da mina São Bento, Quadrilátero Ferrífero - MG

Valladares, Fernando Benegas
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/09/2004 Português
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61.76261%
A mineralização aurífera da mina São Bento, localizada na porção NE do Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais, foi estudada com métodos de campo e laboratoriais mineralógicos-petrográficos e geoquímicos, visando contribuir a petro-metalogênese desse depósito em ambientes greenstone belt arqueano. A mineralização ocorre no Grupo Nova Lima vulcano-sedimentar máfico estratigraficamente médio do greenstone belt arqueano Rio das Velhas (Supergrupo Rio das Velhas) em formações ferríferas bandadas (BIF) de tipo Algoma de fácies óxido com magnetita, carbonato, silicato, sulfeto e mistas. Levantamentos de campo e subsolo confirmam a atitude geral N30-35E/50-55SE do Grupo Nova Lima e sua subdivisão de mapeamento, na área do manifesto, em quatro unidades litoestratigráficas informais, de NW para SE designadas: Formação Ferrífera Inferior, Formação Grafitosa Basal, Formação Ferrífera São Bento e Formação Carrapato. A Formação Ferrífera São Bento, hospedeira da mineralização de ouro foi subdividida informalmente em Membro Ferrífero Basal, com até quatro horizontes mineralizados (Oeste, Middle, São Bento e Leste) e intercalações de BIF estéreis e xistos metapelíticos finos; e Membro Ferrífero do Topo...

‣ Evolução petrogenética e metalogenética da mina de ouro do Pari e arredores, NE do quadrilátero ferrífero - MG; Not available.

Abreu, Gustavo Correa de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/03/2005 Português
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61.85866%
A mina do Pari é a principal de várias mineralizações e depósitos de ouro menores, que ocorrem na quadrícula Florália (1:25.000), na região NE do Quadrilátero Ferrífero, hospedadas em rochas metassedimentares, clásticas, químicas e vulcanoclásticas, metavulcânicas máficas e em veleiros de quartzo e quartzo-carbonáticos do Grupo Nova Lima, que é a unidade litoestratigráfica média vulcano-sedimentar máfica e química, do greenstone belt arqueano Rio das Velhas (definido como supergrupo homônimo). As mineralizações de ouro principais da mina do Pari e arredores, Pari Norte, Patrimônio, Gambá e Bahú, foram estudadas no campo, com mapeamento de semidetalhe (escalas 1:25.000 até 1:10.000) e perfilagens detalhadas, com levantamentos de subsolo e sondagens (apenas mina do Pari), incluindo ainda estudos comparativos da mina São Bento e arredores, e das áreas Quebra Osso, Tanque Preto, Serra do Seara, Cambotas e Gongo Soco. Os estudos laboratoriais mineralógico-petrográficos e calcográficos, litogeoquímicos multielementares (FRX, ICP-MS, fire assay-AAS) e dequímica mineral (microssonda eletrônica) visaram caracterizar as associações litológicas regionais e das mineralizações de ouro (minérios, rochas encaixantes imediatas e rochas hospedeiras) para elucidar os diferentes fatores petro-metalogenéticos controladores das mineralizações e sua variação no curso da evolução geológica regional policíclica por orogêneses superimpostas arqueanas até neoproterozóicas/eopaleozoicas. Os resultados foram confrontados com a literatura de outras mineralizações de ouro do Sgr. Rio das Velhas na região do Quadrilátero Ferrífero inclusive de inclusões fluidas...

‣ Enxames de diques máficos do setor sul do Cráton do São Francisco - MG; Not available.

Chaves, Alexandre de Oliveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/06/2001 Português
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53.72425%
O mapeamento geológico e as investigações petrográficas, geoquímicas e geocronológico/isotópicas aqui desenvolvidas, integradas aos dados disponíveis na literatura, permitiram distinguir, numa área da ordem de 30.000'Km POT.2' do setor sul do Cráton do São Francisco, seis manifestações de magmatismo básico na forma de enxames de diques. Registrando importantes eventos geológicos regionais, os enxames, nomeados E1, E2, E3, E4, E5 e E6, guardam características geoquímico/isotópicas bem definidas, apesar das inúmeras similaridades entre seus corpos em escala de afloramento. Com algumas exceções, mostram texturas ígneas subofíticas a intergranulares e uma seqüência de cristalização com augitas e plagioclásios como minerais primários, seguida de opacos, apatita, quartzo e, às vezes, biotita, olivina ou titanita. Feições de saussuritização e uralitização são bastante freqüentes. Diques anfibolíticos, com coronas de granada metamórfica, aparecem no enxame E3. O mais antigo "enxame" de diques máficos, E1 (neoarqueano), está representado basicamente por dois corpos dentro da área investigada, na sua porção extremo-sul, cruzando gnaisses-migmatíticos do Complexo Campo Belo. Eles preservam texturas ígneas granulares hipidiomórficas a intergranulares. Com cerca de 50 Km cada...

‣ Estudo do relacionamento genético de feições geológicas na região do Espinhaço meridional e adjacências (MG); Not available.

Barbosa, Marx Prestes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/1988 Português
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83.35362%
A região que abrange o Quadrilátero Ferrífero, o Espinhaço Meridional e adjacências, mostra uma evolução policíclica e polimetamórfica complexa. As sequências de gnaisses, migmatitos e granulitos do Complexo Migmatito-granulítico de Minas Gerais, as associações típicas de "granite-greenstone belt" dos supergrupos Rio Paraúna e Rio das Velhas e as sequências metassedimentares dos supergrupos Minas, Espinhaço e São Francisco, de idades que variam do Arqueano ao Proterozóico Superior, mostram graus metamórficos crescentes de oeste para leste. O Fanerozóico está representado principalmente por magmatismo basáltico, provavelmente, de idade Mesozóico. O presente trabalho tem como enfoque principal o estudo fotogeológico regional, com base na interpretação de imagens de baixa resolução do satélite americano de recursos naturais LANDSAT e de mosaicos semicontrolados de RADAR do projeto RADAMBRASIL, aliada a dados geológicos (de reconhecimento de campo e bibliográficos) e geofísicos (aeromagnetométricos e aerocintilométricos). O seu principal objetivo é contribuir para o conhecimento da história evolutiva da região do Espinhaço Meridional, Quadrilátero Ferrífero e áreas adjacentes. Na análise dos dados obtidos da fotointerpretação do reconhecimento de campo e da bibliografia...

‣ Estudo sobre a tectônica de fraturamento na região do Quadrilátero Ferrífero e em partes do complexo migmático-granulítico de Minas Gerais, com base em sensoriamento remoto; Not available.

Santos, Athos Ribeiro dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/11/1986 Português
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63.210986%
A porção sudeste do Estado de Minas Gerais exibe uma evolução policíclica complexa, caracterizada por orogenias pré-cambrianas superimpostas e reativação tectono-magmática fanerozóica. A região estudada engloba o Quadrilátero Ferrífero - uma área clássica de geologia pré-cambriana no Brasil e importante província mineral - e partes do complexo migmatito-granulítico. A área é composta de rochas pré-cambrianas metamórficas, de idades arqueanas a proterozóicas superiores. O fanerozóico é representado por magmatismo basáltico e tectonismo relacionado, que ocorreram principalmente no Mesozóico, e por restritas bacias sedimentares lacústricas, que desenvolveram-se nos períodos terciário e quatrnário. Este estudo, com enfoque principal foto-geológico regional, é baseado na interpretação de produtos de sensoriamento remoto (MSS, RBV e TM do LANDSAT e mosaicos de radar do Projeto RADAMBRASIL) e dados geológicos (de campo e bibliográficos) e geofísicos (gravimétricos). O principal objetivo do trabalho é contribuir para oconhecimento sobre a evolução desta área geologicamente complexa, através da análise do fraturamento regional. Foi realizada uma integração geológica na escala 1:250.000 atravésdos produtos de sensoriamento remoto utilizados...

‣ Petrogênese e evolução crustal pré-cambriana da região de Bateias (quadricula 1: 25.000 NE da folha topográfica Catas Altas 1:50.000) Quadrilatero Ferrífero - MG; Not available.

Davies, Howard-Peter Kombrink
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/09/1993 Português
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63.67289%
O mapeamento lito-estrutural, estratigráfico, de semi-detalhe (esc. 1:25.000), da sub-quadrícula NE da folha topográfica Catas Altas 1:50.000, informalmente denominada de Quadrícula Bateias, evidencia para esta região pré-cambriana a continuação dos principais conjuntos litológicos, crustais e supracrustais que também constituem a parte leste do Quadrilátero Ferrífero, quais sejam: o complexo regional fundamental TTG arqueano constituído de rochas crustais sensu lato graníticas, sequências metavulcano-sedimentares supracrustais arqueanas do greenstone belt, Supergrupo Rio das Velhas, e sequências metassedimentares proterozóicas dos supergrupos Minas e Espinhaço. Um forte condicionamento estrutural, dado por falhas de empurrão de direção principal N-S com caimentos para E, caracteriza a Quadrícula em toda sua extensão, e desenvolveu-se durante o principal evento tectono-metamórfico regional proterozóico, do Ciclo Minas/Espinhaço. Estudos laboratoriais mineralógicos-topográficos e litogeoquímicos complementares, evidenciaram para as rochas sensu lato graníticas do Complexo TTG, composição geral hololeucocrática, natureza poli-metamórfica-retrometamórfica pelo principal evento de metamorfismo regional proterozóicos...

‣ Evolução petrogenética e metalogenética da Serra da Boa Vista, Quadrilátero Ferrífero - MG; Not available.

Luchesi, Ivanir
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/08/1991 Português
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62.50782%
A área mapeada está localizada a cerca de 15 km a sul do município de Santa Bárbara, Minas Gerais, na porção leste do Quadrilátero Ferrífero, especificamente na folha Catas Altas. As três unidades litoestratigráficas que a compõem são: a seqüência de rochas metaultramáficas do Grupo Quebra Osso, ocupando a porção ocidental, em contato tectonizado com a sequência de rochas metassedimentares da Serra da Boa Vista (porção central), que está em contato tectônico por falha de empurrão com as rochas do Complexo Gnáissico-Migmatítico, que ocupam a porção oriental. A Serra da Boa Vista, alvo principal deste trabalho, é composta de uma seqüência metassedimentar clástica e subordinadamente química, compreendendo cinco unidades principais, da base para o topo: 1) quartzitos, quartzo-mica-xistos e filonitos do contato; 2) metaconglomerado basal, lenticular e descontínuo; 3) unidade aurífera da Mina do Quebra Osso, composta de quartzo-mica-xistos com fuchsita, grafita e pirita abundante e BiF's a metacherts subordinados; 4) metaconglomerados E/W, com estratificação gradacional e 5) quartzitos Serra da Boa Vista, com quartzitos brancos e subordinadamente quartzo-mica-xistos. O modelo evolutivo proposto envolve dois ciclos sedimentares em bacia tectonicamente ativa...

‣ Geoquímica, Geologia isotópica e aspectos petrológicos dos diques máficos Pré-Cambrianos da região de Lavras (MG), porção sul do Cráton do São Francisco; Not available.

Pinese, José Paulo Peccinini
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 09/06/1997 Português
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60.52657%
Na região de Lavras - Bom Sucesso (Minas Gerais), localizada na porção extremo sul do Cráton do São Francisco alojam-se corpos de diques máficos pré-cambrianos diagnósticos da existência de no mínimo dois enxames. Tais diques, são intrusivos principalmente em crosta arqueana (2790 - 2660 Ma) que foi parcialmente retrabalhada no Paleoproterozóico (2140 - 1980 Ma) sendo que parte deles secciona as supracrustais do Supergrupo Minas na Serra de Bom Sucesso. Orientam-se preferencialmente a N40 graus - 60 graus W, 'N20 POT.0' - '40 POT.o E', N-S e subordinadamente a 'N10 POT.o' - '30 POT.o' W, 'N50 POT.o' - '70 POT.o'E e E-W. Em geral, os diques com direções 'N40 POT.o' - '60 POT.o'W são os mais espessos (até 100m) e os mais longos (até 30 km). Estudos petrográficos e dados de campo permitem subdividir os diques máficos nos seguintes grupos: 1) diques básicos noríticos (DBN); 2) diques básicos - 1 ('DB IND.1'), 3) diques básicos - 2 (DB IND.2); 4) diques metabásicos (DMB); 5) diques anfibolíticos (DA). Similaridades mineralógicas (e.g. presença de biotita como acessório e bronzita) são assinaladas entre os 'DB IND.1' e DBN. Dados geoquímicos revelam que os 'DB IND.1' se constituem no prosseguimento evolutivo dos DBN...

‣ Caracterização petrografica e geoquimica das rochas encaixantes e dos minerios auriferos da Mina de Morro Velho (Mina Velha) - distrito de Nova Lima - MG

Bienvenido Palacio Alvarado
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 22/08/2003 Português
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81.425186%
A Mina de Morro Velho localiza-se na parte noroeste do Quadrilátero Ferrífero - Minas Gerais, Brasil, e encontra-se encaixada em xistos verdes do Grupo Nova Lima, uma, porção inferior do Supergrupo Rio das Velhas, de idade arqueana. A Mina é dividida em dois blocos, Mina Velha (até 518 metros) e Mina Grande (518 a 2.453 metros). O primeiro bloco, Mina Velha, é o objeto desta pesquisa, que teve como meta principal a determinação das características petrográficas e geoquímicas das rochas encaixantes e dos minérios, visando estabelecer critérios e relações de temporaneidade entre estes elementos. A principal unidade hospedeira de ouro, no Distrito de Nova Uma, é a Lapa Seca, termo utilizado pelos mineiros para designar uma rocha maciça ou finamente bandeada de cor bege a cinza, de textura muito fina e composta por ankerita, dolomita, quartzo e plagioclásio. A sucessão litológica encontrada neste estudo consiste de um conjunto de rochas metasedimentares, representado por diferentes variedades de filitos, meta-litoarenitos e meta-conglomerados. Estes últimos, relacionam-se diretamente às mineralizações auríferas. Eles correspondem ao protólito da chamada Lapa Seca. No contexto da Mina Velha, esses meta-conglomerados são constituídos de fragmentos de rochas ígneas...

‣ Mineralização de ouro paladiado em itobiritos : a jacutinga de Gongo Soco, Quadrilatero Ferrifero, Minas Gerais

Alexandre Raphael Cabral
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/02/1996 Português
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71.32788%
A mina de Gongo Soco tomou-se célebre por volta de 1830 pelo seu minério aurífero de alto teor. Em 30 anos (1826-1856) a companhia inglesa Imperial Brazilian Mining Association produziu 12.887 kg de ouro. Apesar da importância econômica e histórica da mina de Gongo Soco, a gênese de seu minério é ainda pouco conhecida devido, em parte, à inacessibilidade aos antigos trabalhos mineiros subterrâneos. O presente estudo tem contemplado os corpos auríferos recentemente expostos pela lavra de minério de ferro na mina de ferro de Gongo Soco. O empreendimento inglês lavrou estreitos leitos auríferos entremeados concordantemente ao minério de ferro brando de alto teor da formação ferrífera Itabira (FFl), paleoproterozóica, do Quadrilátero Ferrífero (QF), Minas Gerais, Brasil. Os corpos auríferos, conhecidos como jacutinga, eram compostos de hematita especular, talco, caulinita e óxido de manganês, e caracterizava-se pela ausência de minerais sulfurados. A disposição linear dos corpos de minério na direção leste é atribuído à lineação de estiramento com caimento para leste. O ouro tipicamente ocorre como partículas livres ou como inclusões em hematita especular, pirolusita ou goethita. Dois estágios de mineralização aurífera hidrotermal são propostos: (i) um estágio inicial sincrônico à formação da hematita especular e talco e (ü) uma deposição em baixa temperatura...

‣ Genese dos depositos auriferos em metaconglomerados da formação moeda, Quadrilatero Ferrifero, MG : o papel do metamorfismo e associação com a materia carbonosa; Genesis of the metaconglomerate-hosted gold deposits of the moeda formation, Quadrilatero Ferrifero (State of Minas Gerais) : role of the metamorphism and the association with carbonaceous matter

Paulo Fernando Ravacci Pires
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 31/03/2005 Português
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53.73727%
Os metaconglomerados auríferos da Formação Moeda, Supergrupo Minas, encontram-se em porções basais dessa formação, em contato com litotipos do Supergrupo Rio das Velhas. Os metaconglomerados mineralizados formam estreitos horizontes, todavia com teores de ouro elevados, normalmente sotopostos por planos de cisalhamento tangenciais ao acamamento. Os horizontes que hospedam a mineralização aurífera consistem de metaconglomerados suportados por clastos ou matriz arenosa de granulação média; os clastos incluem seixos de quartzo de veio, com dimensões centimétricas, clastos angulosos de metachert e BIF, além de metavulcânicas ácidas. Características consideradas comuns nestes metaconglomerados incluem a presença de pirita arredondada, com ou sem inclusões de material carbonoso, comumente mostrando sobrecrescimento de pirita de segunda geração, pirofilita e, localmente, clorita. Adicionalmente também se observa que os horizontes mineralizados apresentam maior concentração da matéria carbonosa. Estas características se assemelham aos horizontes mineralizados de Witwatersrand, na África do Sul. A formação dos filossilicatos hidratados e da pirita de sobrescimento é atribuída à percolação de fluidos hidrotermais...

‣ Analise estatistica de lineamentos extraidos de imagem LANDSAT-TM da porção Norte do Quadrilatero Ferrifero, Minas Gerais

Giorgio Benedito Sartorato
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em //1998 Português
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71.539697%
A extração de lineamentos de produtos de sensoriamento remoto é uma técnica que pode auxiliar a caracterização preliminar de possíveis áreas mineralizadas em nivel regional. Uma análise estatística de lineamentos permite, além de um simples controle destes, uma correlação entre os diversos parâmetros analisados e possíveis áreas mineralizadas em ambientes semelhantes. A área utilizada como modelo para esta análise situa-se na porção norte do Quadrilátero Ferrífero, e é constituida pelo embasamento granito-gnáissico e rochas correlacionadas aos Supergrupos Rio das Velhas, Minas e Espinhaço. Nesta região há importantes minas de Au e Fe. Os lineamentos obtidos a partir do tratamento de imagem digital LANDSA T - TM, foram extraídos independentemente de seu comportamento dúctil ou rúptil. A partir da análise estatística destes, procurou-se correlacionar os resultados obtidos com as principais caracteristicas geológicas e ocorrências de minas na região. A base geológica-estrutural utilizada foi gerada a partir da compilação de trabalhos de mapeamento executados no Quadrilátero Ferrífero (vide mapa anexo). Constatou-se a existência de três direções preferenciais para os lineamentos observados. A primeira (NE-SW) teria características dúcteis (acamamento regional); a segunda (NW-SE) é intensamente observada na área...

‣ Integração de dados de geofísica aérea aplicada a geologia e à prospecção mineral no Distrito Esmeraldífero de Itabira-Ferros, Quadrilátero Ferrífero, MG

Carvalho, Leila Márcia Mendes
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
Português
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63.535356%
Tese (Doutorado em Geologia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2006.; A área de Itabira-Ferros está situada na região do Quadrilátero Ferrífero, Estado de Minas Gerais e é conhecida pelas abundantes ocorrências de esmeralda. A área é caracterizada por seqüências vulcanossedimentares tipo greenstone belts (Supergrupo Rio das Velhas) e formações ferríferas bandadas paleoproterozóicas do Supergrupo Minas inseridas dentro de corpos graníticos (Suíte Borrachudos). A formação da esmeralda é atribuída à interação de fluidos pegmatíticos com rochas máficasultramáficas do Supergrupo Rio das Velhas. O presente trabalho apresenta o processamento de dados, o qual teve como propósito o estudo e a análise de informações geofísicas aéreas e a integração dos mesmos com dados geológicos, para determinar prováveis zonas de mineralização de esmeralda. Os resultados obtidos com as interpretações deste aerolevantamento foram analisados individualmente e integrados entre si. O resultado deste estudo tem dois objetivos específicos: O primeiro ilustra a aplicação dos dados geofísicos no mapeamento geológico-estrutural, e o segundo à prospecção mineral. No primeiro caso procurou-se evidenciar a utilização das informações derivadas da aerogeofísica como suporte e detalhamento das atividades de mapeamento geológico e caracterização estrutural. No segundo caso...

‣ Geometria do Sinclinal Gandarela baseada na deconvolução Euler 2D e 3D: quadrilátero ferrífero (MG)

Oliveira,Natália Valadares de; Endo,Issamu; Oliveira,Luiz Gabriel Souza de
Fonte: Sociedade Brasileira de Geofísica Publicador: Sociedade Brasileira de Geofísica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 Português
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60.527515%
A deconvolução Euler, baseada na equação homogênea de Euler, é uma técnica poderosa que pode ser utilizada na estimativa de profundidades médias de fontes magnéticas ou de corpos magnéticos. Este procedimento, aliado a interpretação de dados geológico-estruturais, possibilitou a caracterização da geometria em profundidade da região do Sinclinal Gandarela, localizado na porção centro-norte do Quadrilátero Ferrífero. Sua estruturação é definida como uma dobra reclinada cujo traço axial se orienta segundo a direção NE-SW e a charneira, localizada na sua porção meridional, apresenta caimento moderado para SE. Em termos litológicos, é formado por metassedimentos pertencentes ao Supergrupo Minas, estando em contato com as seqüências vulcano-sedimentares do Supergrupo Rio das Velhas e as rochas que compõem o embasamento arqueano (Complexo Metamórfico Caeté). Os resultados alcançados a partir da deconvolução de Euler 2D e 3D aplicada em dados magnetométricos levantados pelo projeto aerogeofísico Brasil-Alemanha permitiram estimar as profundidades médias de fontes magnéticas possivelmente associadas às formações ferríferas (Formação Cauê e Grupo Nova Lima). Permitiu também caracterizar a morfologia da estrutura sendo confirmada por modelagens magnetométricas 2D executadas na região.

‣ Geologia precambriana da região de Nova Era, extremo NE do Quadrilátero Ferrífero - MG; Not available.

Guarnieri, Lucia Baroni
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/09/2003 Português
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52.934873%
A região de Nova Era, de ~800 km2, a NE do Quadrilátero Ferrífero, MG, na zona de transição do Cráton do São Francisco para o Cinturão Móvel Atlântico, foi mapeada em escala 1:50.000 como fundamento para estudos litoestratigráfico-estruturais, petrográficos, metamórfico-geotermobarométricos, geoquímicos e de evolução crustal precambriana. Gnaisses, migmatitos e metagranitóides TTG retrabalhados (TTG) são as rochas arqueanas mais antigas da região, de maior expressão no domínio SW. O Gnaisse Monlevade (GnM), um conjunto de gnaisses bandados e xistos vulcano-sedimentares, foi dividido em três unidades litoestratigráficas, do topo para a base, de gnaisses félsicos, metapelíticos e anfibolíticos máfico-ultramáficos predominantes, e duas litológicas, de formações ferríferas bandadas (BIF) e rochas metaultramáficas. O GnM é contínuo e correlacionado aos grupos Nova Lima e Quebra Osso do greenstone belt arqueano Rio das Velhas. Metagranitóides Borrachudos (GB) tardi-arqueanos transicionam em corpos contíguos para Metagranitóides Foliados com Fluorita (MGF) pelo principal metamorfismo regional progressivo paleoproterozóico. Têm composições de álcali feldspato granitos com fluorita hololeucocráticos e contatos gradacionais tectono-metamórficos e metassomáticos de feldspatização potássica com os TTG e gnaisses félsicos do GnM. O Gnaisse bandado heterogêneo (GnH)...

‣ O Complexo metamórfico Bonfim setentrional (Quadrilátero Ferrífero, MG) : litoestratigrafia e evolução geológica de um segmento de crosta continental do arqueano; not available

Carneiro, Maurício Antonio
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 23/11/1992 Português
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O Complexo Metamórfico Bonfim é um segmento de crosta continental situado a Oeste da Serra da moeda e a sul da Serra dos Três Irmãos, no Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais. A partir do mapeamento geológico realizado na porção setentrional deste complexo (escala 1:25.000), constatou-se a presença de uma grande variedade de rochas de natureza predominante metamórfica e subordinadamente ígnea. Em continuidade, a realização de estudos petrográficos (241 seções delgadas), geoquímicos em rocha total (67 análises envolvendo elementos maiores, menores, traços e terras raras) e geocronológicos (52 determinações radiométricas em minerais e rochas, pelos métodos U/Pb, Rb/Sr e K/Ar), permitiu agrupar os litotipos mapeados em oito unidades litoestratigráficas. Tais unidades são aqui informalmente designadas de Gnaisses Alberto Flores, Anfíbolitos Paraopeba, Gnaisses Souza Noschese, Tonalitos Samambaia, Anfibolitos Candeias, Granitos Brumadinho, Metadiabásios Conceição de Itaguá e Diabásios Santa Cruz. A evolução geológica deste complexo tem início no Arqueano Médio (3,2 Ga) e foi constatada através da herança isotópica U/PB nos zircões dos Gnaisses Alberto Flores, por meio de uma discórdia envolvendo um núcleo (com 2920 Ma) e o seu sobrecrescimento (com 2772 \'+ OU -\' 6 Ma). Entretanto...

‣ Reavaliação e novos dados geocronológicos (Pb/Pb e K/Ar) da região do quadrilátero ferrífero e adjacências

Endo, Issamu; Machado, Rômulo
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Geociências
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2002 Português
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Os estudos geocronológicos efetuados no Quadrilátero Ferrífero e regiões adjacentes têm sido fundamentais para a elucidação dos processos geodinâmicos relacionados à formação e consolidação deste segmento crustal. São reconhecidos dois conjuntos estratigráficos maiores: o Supergrupo Rio das Velhas e unidades correlatas, e o Supergrupo Minas. O evento geológico melhor caracterizado (U/Pb, em zircão) está associado à deposição, metamorfismo e magmatismo do Supergrupo Rio das Velhas. O magmatismo associado ao evento metamórfico principal desta unidade se deu no intervalo entre 2.780 Ma e 2.730 Ma. Rochas vulcânicas do Grupo Nova Lima (base do Supergrupo Rio das Velhas) apresentaram idade (U/Pb, em zircão) de 2.770 Ma. Datações (Pb/Pb) em rochas carbonáticas do Supergrupo Minas forneceram idades de cerca de 2.420 Ma. Granitóides intrusivos na seqüência basal do Supergrupo Minas forneceram idades de 2.612 Ma (U/Pb, em zircão) e 2.608 Ma (Pb/Pb, em zircão por evaporação). A idade do magmatismo Transamazônico está bem registrado em granitos alojados em descontinuidades crustais ocorridos em torno de 2.120 Ma. O ciclo Brasiliano foi responsável pelo reequilíbrio isotópico diferenciado do sistema K/Ar. São controversos os parâmetros tectônicos como vergência e polaridade metamórfica dos eventos arqueanos e paleoproterozóicos.; Geochronological investigations have clarified the geodynamic process and ages of the Rio das Velhas Supergroup and Minas Supergroup...

‣ O SUPERGRUPO RIO DAS VELHAS DA FAIXA MATEUS LEME-PITANGUI - PARTE MERIDIONAL DO CRÁTON DO SÃO FRANCISCO, MG – E SEU SISTEMA DE ALTERAÇÃO HIDROTERMAL

Romano, Antônio Wilson
Fonte: Centro de Pesquisa Professor Manoel Teixeira da Costa - IGC - UFMG Publicador: Centro de Pesquisa Professor Manoel Teixeira da Costa - IGC - UFMG
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 24/02/2013 Português
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The studied area is located at the southern São Francisco Craton, between the northwest comer of the Quadrilátero Ferrífero and the Upper Proterozoic Bambui basin. The region comprises Archaean granite-gneisses and two supracrustal sequences: a) The Archaean Rio das Velhas Supergroup, which consists of a thick sequence of a greenstones associated with metamorphic felsic volcanites, volcano-clastic and sedimentary rocks; and b) the overlying Early Proterozoic Minas Supergroup with its widespread banded iron formations. Two major deformational events are present. The oldest Dn event can be detected only in the Rio das Velhas rocks and produced large folds with mainly E-W trending axis. The latter Dn+1 of Transamazonian age (±2,0 Ga) is a progressive deformational event, that has also affected the Minas Supergroup. It produces NW-SE to NE-SW folds associated to conspicuous planar and linear structures. This event envolved to a NW-vergent thurst system with the development of a strong stretch lineation. This event also produced strike-slip faults interpreted as tear-faults parallel to the direction of the thrusts. This paper deals with the large hydrothermal alteration which has affected the lower volcanoclastics rocks of the Rio das Velhas Supergroup. This alteration has been produced by a solfataric hydrothermal system in mesothermal P-T conditions. It produced a high aluminium mineralogical assemblage of corundum...