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‣ Fatores psicossociais do trabalho e transtornos mentais comuns em eletricitários

Souza,Suerda Fortaleza de; Carvalho,Fernando Martins; Araújo,Tânia Maria de; Porto,Lauro Antonio
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2010 Português
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723.5142%
OBJETIVO: Identificar aspectos psicossociais do trabalho associados a transtornos mentais comuns em trabalhadores da manutenção de equipamentos e linhas de transmissão de energia elétrica. MÉTODOS: Estudo transversal realizado com 158 trabalhadores do setor de manutenção de uma empresa de energia elétrica no Nordeste do Brasil. A variável independente principal foram os aspectos psicossociais do trabalho, medidos segundo o modelo demanda-controle (trabalho passivo, trabalho ativo, trabalho com baixa exigência e trabalho com alta exigência), e a variável dependente foi a prevalência dos transtornos mentais comuns, medida pelo Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20). As relações entre as variáveis foram analisadas em modelos de regressão logística múltipla, considerando-se nível de significância de 5%. RESULTADOS: A prevalência de transtornos mentais comuns foi de 20,3%, variando segundo as quatro categorias do modelo demanda-controle. O grupo com trabalho de alta exigência apresentou prevalência 2,7 vezes maior em relação ao grupo com trabalho de baixa exigência, após ajuste pelas covariáveis prática de atividade física, lazer, escolaridade e apoio social. CONCLUSÕES: A prevalência de transtornos mentais comuns esteve associada a aspectos psicossociais presentes no trabalho dos eletricitários...

‣ Análise comparativa do registro médico-pericial do diagnóstico de transtornos mentais de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social requerentes de auxílio-doença

Siano,Adriana Kelmer; Ribeiro,Luiz Cláudio; Ribeiro,Mário Sérgio
Fonte: Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 Português
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724.9752%
OBJETIVOS: Analisar comparativamente os registros médico-periciais dos diagnósticos de segurados do INSS requerentes de auxílio-doença apresentando transtorno mental. MÉTODO: Estudo retrospectivo de registros de perícias iniciais realizadas em agências da Previdência Social de Juiz de Fora, MG, entre julho/2004 e dezembro/2006. Foram realizadas análises bivariadas de acordo com o local de realização da perícia, categoria de perito médico examinador e período da avaliação RESULTADOS: Transtornos depressivos leves ou moderados e transtornos persistentes do humor (39,6%) e os transtornos de ansiedade (34,5%) - quadros mais leves que não comprometeriam tanto a capacidade laborativa - foram os diagnósticos mais frequentemente registrados. Dentre as comorbidades, transtornos mentais foram mais frequentes (33,6%) que quadros clínicos, especialmente na agência Riachuelo, entre peritos concursados após 2005 e no quarto período estudado. A concordância entre o diagnóstico do benefício atual e o do benefício anterior foi baixa, inferior a 50% na maioria dos casos, mesmo para transtornos mentais graves e com características clínicas mais bem definidas, como as psicoses. A maior taxa de concordância ocorreu com os transtornos por uso de substâncias psicoativas entre peritos credenciados (66...

‣ Prevalência dos transtornos mentais na população adulta brasileira: uma revisão sistemática de 1997 a 2009

Santos,Élem Guimarães dos; Siqueira,Marluce Miguel de
Fonte: Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 Português
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726.5267%
INTRODUÇÃO: Esta revisão sistemática de literatura se propõe a verificar os índices de prevalência dos transtornos mentais na população adulta brasileira. MÉTODOS: Foram pesquisadas as bases de dados Medline e Lilacs, no período de 1997 a 2009, utilizando os seguintes descritores: "transtornos mentais", "estudos de prevalência", "Brasil" e seus correspondentes em inglês "mental disorders", "cross-sectional studies", "Brazil". Foram excluídos os artigos: sem resumo/abstract, sem descrição de estudo tipo transversal, sem descrição ou referência a estimativas que verificassem a prevalência de transtornos mentais, estudos com populações específicas, estudos com crianças, adolescentes e idosos e, ainda, os estudos escritos em outros idiomas diferentes do português, inglês e espanhol. Esses critérios resultaram na seleção de 25 artigos. RESULTADOS: Nos estudos analisados foram encontrados altos índices de prevalência geral de transtornos mentais na população adulta. Esses índices variaram entre 20% e 56%, acometendo principalmente mulheres e trabalhadores. DISCUSSÃO: Os estudos analisados nesta revisão mostraram um panorama geral dos transtornos mentais na população adulta brasileira, descrevendo como se dá a sua distribuição nessa população...

‣ Prevalência de transtornos mentais comuns e fatores associados em uma população assistida por equipes do Programa Saúde da Família

Moreira,Juliana Kelly Pinto; Bandeira,Marina; Cardoso,Clareci Silva; Scalon,João Domingos
Fonte: Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 Português
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728.8844%
OBJETIVO: Avaliar a prevalência de casos suspeitos de transtornos mentais comuns em uma população assistida por uma equipe do Programa Saúde da Família e investigar os fatores associados à ocorrência dessa morbidade. MÉTODOS: Pesquisa de levantamento, de corte transversal. A amostra, composta por 277 sujeitos, foi obtida por meio do método de amostragem aleatória do tipo sistemática. Para a coleta de dados, foram aplicados o Self Report Questionnaire (SRQ-20) e um questionário sociodemográfico. RESULTADOS: A prevalência global de casos suspeitos de transtornos mentais comuns na população alvo foi de 43,70%. O sexo feminino apresentou uma taxa de prevalência significativamente mais elevada (48,37%), quando comparado ao sexo masculino (34,41%). A variável "renda familiar" apresentou uma relação inversa com a prevalência de transtornos mentais comuns. A análise de regressão logística indicou que apenas as variáveis "uso de medicamento" e "renda familiar" estavam associadas significativamente à suspeita de casos de transtornos mentais comuns. CONCLUSÕES: Os resultados apontaram uma elevada prevalência de transtornos mentais comuns nessa população alvo, comparativamente aos dados de outros estudos semelhantes...

‣ Infertilidade: associação com transtornos mentais comuns e a importância do apoio social

Cunha,Maria do Carmo Vieira da; Carvalho,João Alberto; Albuquerque,Rivaldo Mendes; Ludermir,Ana Bernarda; Novaes,Moacir
Fonte: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul Publicador: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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726.5267%
INTRODUÇÃO: O diagnóstico da infertilidade pode ser devastador na vida de um casal. Muitas mulheres inférteis percebem a situação como estigmatizante, causadora de sofrimento psíquico e isolamento social. O estudo objetivou determinar as variáveis econômicas, demográficas, interpessoais, sociais e também a prevalência de transtornos mentais comuns na população de mulheres atendidas nos ambulatórios de referência de esterilidade do Hospital Agamenon Magalhães, Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros e Instituto Materno Infantil de Pernambuco e encaminhadas ao Ambulatório de Saúde Mental em Reprodução Humana do Hospital Universitário Oswaldo Cruz. MÉTODO: A pesquisa foi transversal, durante o ano de 2007, com um total de 60 pacientes, que responderam a dois questionários auto-aplicáveis: o Self-Reporting Questionnaire-20 (SRQ-20) e outro, formulado pela pesquisadora. RESULTADOS: Das 60 mulheres pesquisadas, 55% tinham 31 anos ou mais. A prevalência total dos transtornos mentais comuns foi de 53,3%, sendo que a ocorrência de transtornos mentais comuns foi bem mais elevada entre as que tinham 31 anos ou mais do que entre as que tinham até 30 anos (66,7 versus 37%). As que evitavam situações sociais que podiam causar desconforto emocional apresentaram maior incidência de transtornos mentais comuns. CONCLUSÕES: A prevalência dos transtornos mentais comuns e sua associação com enfrentamento social embasam a necessidade de atendimento interdisciplinar...

‣ Em busca das origens desenvolvimentais dos transtornos mentais

Polanczyk,Guilherme V.
Fonte: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul Publicador: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 Português
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726.5267%
INTRODUÇÃO: A psicopatologia desenvolvimental é uma disciplina que integra perspectivas epidemiológicas, sociais, genéticas, desenvolvimentais e de psicopatologia para entender as origens e o curso dos transtornos mentais. Neste artigo, são discutidos abordagens e conceitos utilizados para compreender as origens desenvolvimentais dos transtornos mentais. RESULTADOS: A psicopatologia desenvolvimental entende que os transtornos mentais são possíveis desfechos do processo de desenvolvimento e são dependentes de influências sociais, genéticas e ambientais. Esses diversos fatores estão inter-relacionados de diferentes formas e em diferentes níveis, exercendo um efeito dimensional. São discutidos: a) abordagens para determinar causalidade entre eventos ambientais e transtornos mentais; b) a importância de entendimento dos mecanismos biológicos através dos quais fatores ambientais e genéticos atuam; c) fatores genéticos predizendo a exposição a estressores ambientais; e d) fatores genéticos moderando o efeito de estressores ambientais. CONCLUSÕES: As origens dos transtornos mentais podem ser iluminadas por dados de estudos que utilizam enfoques e conceitos complementares e que integrem influências sociais, genéticas...

‣ Auto-relato de diagnóstico médico de asma e transtornos mentais comuns entre funcionários de uma universidade no Rio de Janeiro, Brasil: estudo Pró-Saúde

Nogueira,Katia T.; Lopes,Claudia S.; Faerstein,Eduardo
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2007 Português
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726.5267%
Este estudo investiga a associação entre história de asma e transtornos mentais comuns em funcionários de uma universidade no Rio de Janeiro, Brasil. Dados seccionais da Fase 1 (1999) de um estudo de coorte (Estudo Pró-Saúde) foram coletados entre 4.030 funcionários. A asma foi avaliada mediante auto-relato de diagnóstico médico e a presença de transtornos mentais comuns pelo General Health Questionnaire (GHQ-12). Modelos lineares generalizados foram utilizados para o cálculo de razões de prevalência. A prevalência de asma foi de 11% (444), dos quais 39,7% (176) apresentavam transtornos mentais comuns. História de asma associou-se com renda mais elevada (p = 0,01) e sexo feminino (p = 0,001). A análise ajustada por sexo, idade e renda mostrou associação entre história de asma e transtornos mentais comuns (RP = 1,37; IC95%: 1,22-1,55), e aqueles com menos de dez anos de diagnóstico apresentaram uma prevalência de transtornos mentais comuns mais elevada do que aqueles sem diagnóstico de asma (RP = 1,88; IC95%: 1,32-2,70). Esses achados reforçam a necessidade de atenção por parte das equipes multidisciplinares dos aspectos emocionais dos pacientes com asma, em especial daqueles com menos tempo de convivência com a doença.

‣ Prevalência de transtornos mentais nas tentativas de suicídio em um hospital de emergência no Rio de Janeiro, Brasil

Santos,Simone Agadir; Lovisi,Giovanni; Legay,Letícia; Abelha,Lúcia
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 Português
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726.5267%
Há poucos estudos nacionais sobre prevalência de transtornos mentais nas tentativas de suicídio, os quais utilizararam principalmente dados secundários e instrumentos de rastreamento. O objetivo deste estudo foi estimar a prevalência de transtornos mentais em 96 casos de tentativas de suicídio atendidos em hospital de emergência, Rio de Janeiro, Brasil (2006-2007), utilizando o Composite International Development Interview. A maioria da amostra consistiu em mulheres, jovens, baixa escolaridade e ingestão de medicamentos psicoativos como principal meio. Outros fatores: histórias prévias de tentativa e uso de álcool no momento do agravo. Os transtornos mentais mais freqüentes foram: episódio depressivo (38,9%), dependência de substâncias psicoativas (21,9%), transtorno de estresse pós-traumático (20,8%), dependência de álcool (17,7%) e esquizofrenia (15,6%). A taxa total dos transtornos mentais foi de 71,9%. Tais achados são mais próximos aos estudos em países em desenvolvimento. Além do acesso ao tratamento dos transtornos mentais, são necessárias políticas públicas que enfatizem o controle de meios e respostas sociais à redução do comportamento suicida.

‣ Transtornos mentais maternos graves e risco de malformação congênita do bebê: uma metanálise

Pereira,Priscila Krauss; Lima,Lúcia Abelha; Magnanini,Mônica Maria Ferreira; Legay,Leticia Fortes; Lovisi,Giovanni Marcos
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 Português
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726.1136%
O risco de ter malformações parece ser maior em bebês de mães com transtornos mentais em comparação com bebês de mães sem histórico de transtornos psiquiátricos. O objetivo deste artigo foi realizar uma metanálise dos estudos sobre a associação entre transtornos mentais maternos e malformações congênitas. A revisão consistiu na busca de artigos nas bases MEDLINE, ISIWEB, Scopus, LILACS e SciELO, utilizando-se os descritores: "mental disorders" OR "mental health" OR "psychotic disorders" OR "schizophrenia" AND "congenital abnormalities" OR "birth defects". Foram localizados 108 estudos, sendo selecionados cinco artigos de acordo com os critérios estabelecidos. Estes artigos foram incluídos na metanálise, envolvendo um total de 4.194 crianças de mães com transtornos mentais e 249.548 crianças de mães sem tais transtornos. A medida combinada revelou associação significativa entre exposição a transtornos mentais maternos e risco de malformações (RR = 2,06, IC95%: 1,46-2,67). O presente estudo evidencia a relação entre saúde mental materna durante a gravidez e suas repercussões na saúde do bebê.

‣ Insatisfação corporal e transtornos mentais comuns em adolescentes

Marques,Fernanda de Azevedo; Legal,Eduardo José; Höfelmann,Doroteia Aparecida
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 Português
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726.5267%
OBJETIVO: Verificar a prevalência de insatisfação corporal em adolescentes e sua associação com fatores socioeconômicos, comportamentais, antropométricos e psicossociais, em especial a presença de transtornos mentais comuns. MÉTODOS: Foram estudados adolescentes de uma escola de Itajaí, nos quais foram realizadas medidas antropométricas para análise do índice de massa corpórea. Aplicou-se um questionário sobre dados pessoais e transtornos mentais comuns. O desfecho principal foi a presença da insatisfação corporal, sendo a análise ajustada dos fatores associados realizada por meio da regressão de Poisson. As razões de prevalência e seus respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%) foram calculados. RESULTADOS: Foram avaliados 214 adolescentes (77,5%) com idade média de 12,4 anos e predomínio do sexo feminino (65,4%). A maioria dos adolescentes avaliados foi classificada como eutrófica (79,4%) e 28,0% deles apresentaram escores indicativos de transtornos mentais comuns. A prevalência de insatisfação corporal foi de 74,3%, (IC95% 67,9-80,0). Dentre os fatores associados ao desfecho, destacaram-se: menor escolaridade materna, obesidade abdominal, percepção do estado nutricional como acima ou abaixo do peso...

‣ Prevalência de transtornos mentais comuns e avaliação da qualidade de vida no climatério

Galvão,Lílian Lira Lisboa Fagundes; Farias,Maria Cláudia Saldanha; Azevedo,Paulo Roberto Medeiros de; Vilar,Maria José Pereira; Azevedo,George Dantas de
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 Português
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728.8844%
OBJETIVO: Avaliar a prevalência de transtornos mentais comuns e a qualidade de vida (QV) relacionados à saúde em mulheres no climatério. MÉTODOS: Foram incluídas 191 mulheres (entre 45 e 65 anos) em estudo analítico transversal. Um questionário, contendo informações pessoais, hábitos/saúde e dados demográficos, foi administrado em associação a instrumentos validados para medir qualidade de vida (SF-36, Medical Outcomes Study 36-item Short-Form Health Survey) e estimar a prevalência de transtornos mentais comuns (SRQ-20, Self Reporting Questionnaire). RESULTADOS: Com a utilização do SRQ-20 e empregando ponto de corte de oito ou mais respostas afirmativas, 39,8% das mulheres foram classificadas como apresentando transtornos mentais comuns. Evidenciou-se maior prevalência de transtornos mentais comuns e piores escores de QV nas mulheres com pouca escolaridade, baixa renda familiar e que não exerciam atividades profissionais fora do domicílio. Os escores médios para todos os domínios do SF-36 foram significativamente mais baixos nas mulheres categorizadas por apresentarem transtornos mentais comuns. CONCLUSÃO: A prevalência de transtornos mentais comuns é elevada na amostra de mulheres no climatério e está associada com repercussões negativas sobre sua qualidade de vida. Fatores psicossociais exercem significativa influência...

‣ Transtornos mentais e comportamentais no Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS) no estado do Rio de Janeiro no período de 1999 a 2010

Pereira,Priscila Krauss; Santos,Simone Agadir; Lima,Lúcia Abelha; Legay,Letícia Fortes; Santos,Jacqueline Fernandes de Cintra; Lovisi,Giovanni Marcos
Fonte: Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 Português
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726.1136%
O objetivo do presente artigo foi realizar uma análise epidemiológica das internações psiquiátricas do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado do Rio de Janeiro. Os dados das internações por transtornos mentais e comportamentais foram coletados do Sistema de Informações Hospitalares (SIH-SUS) no período de 1999 a 2010. A grande maioria dos pacientes era do sexo masculino na faixa etária de 30 a 49 anos e os diagnósticos mais frequentes foram: esquizofrenia, transtornos devido ao uso de álcool e transtornos do humor. Foi observado que o número de internações por transtornos mentais apresentou queda de 70% ao longo do período estudado. As internações por transtornos mentais corresponderam a cerca de 10% do total de hospitalizações ocorridas no estado do Rio de Janeiro, representando o segundo maior gasto com internações e perdendo apenas para as doenças do aparelho circulatório. Dessa forma, o presente artigo reforça que a utilização dos SIS em pesquisas na área da saúde mental pode ser útil não só para prover dados secundários de transtornos mentais, como também para avaliar a efetividade das políticas públicas implementadas e planejar novas ações de saúde.

‣ Índice de massa corporal, percepção do peso corporal e transtornos mentais comuns entre funcionários de uma universidade no Rio de Janeiro

Veggi,Alessandra Bento; Lopes,Claudia S; Faerstein,Eduardo; Sichieri,Rosely
Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP Publicador: Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 Português
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726.5267%
OBJETIVO: Foi testada a hipótese de que a autopercepção inadequada do peso corporal, com ou sem obesidade, estaria associada aos transtornos mentais comuns (TMC). MÉTODO: Foram analisados dados de um corte transversal de 4.030 funcionários de uma universidade no Rio de Janeiro, que participaram da Fase 1 (1999) de um estudo longitudinal (Estudo Pró-Saúde). Os participantes (de 22 a 59 anos) preencheram um questionário, que incluiu a avaliação da presença de transtornos mentais comuns através do General Health Questionnaire (GHQ-12). O índice de massa corporal (IMC=kg/m²) foi calculado com base em medidas de massa corporal e estatura, e os participantes classificaram seu peso corporal nas seguintes categorias: muito acima do ideal, um pouco acima do ideal, ideal, um pouco abaixo do ideal, muito abaixo do ideal. RESULTADOS: Entre as mulheres, 58,3% daquelas com índice de massa corporal menor que 25,0 kg/m² consideraram-se acima do peso ideal; entre os homens, esse percentual foi de 23,5%. Através da análise multivariada por regressão logística ajustada por idade, renda, atividade física recreativa, morbidade auto-referida e índice de massa corporal, observou-se uma forte associação entre a presença de transtornos mentais comuns e a percepção de peso muito acima do ideal entre as mulheres (OR=1...

‣ Perfil dos idosos com transtornos mentais assistidos em ambulatórios do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (SP); Profile of the elderly with disorders assited in hospital outpatient clinics of the State University of Campinas (SP - BRAZIL)

Tiago Rodrigo Biasoli
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/07/2015 Português
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726.3589%
Em decorrência do aumento significativo de pessoas acima de 60 anos com transtornos mentais, é necessário conhecer as características destes sujeitos, com o intuito de promover uma melhor assistência em saúde, assim como identificar os possíveis fatores de risco associados à incidência destas doenças. Em função disso, esta pesquisa teve como o objetivo principal a caracterização sociodemográfica (gênero, idade, escolaridade, estado conjugal) e clínica (número de consultas, tempo de tratamento, número de ambulatórios frequentados e óbitos) de 318 idosos com algum tipo de transtornos de humor, entre os 1131 idosos atendidos em Ambulatórios Especializados na atenção ao idoso, do Hospital de Clínicas da Unicamp no período de 2008 a 2013. Os dados foram coletados dos prontuários do Serviço Digital de Arquivo Médico. A análise dos dados foi realizada utilizando-se os testes Qui-Quadrado (para valores esperados menores que 5). Para avaliar a associação dos transtornos de humor com as demais variáveis, foram realizadas análises de regressão logística univariada, para a verificação de associações isoladas. Em seguida, foram realizadas com os mesmos desfechos análises de regressão logística multivariada pelo método de entrada manual (enter) das variáveis independentes. Para todas as análises foram adotadas um valor de p menor ou igual a 0...

‣ Transtornos mentais comuns em trabalhadores: revisão sistemática da literatura

Busetti, Marcela Vargas
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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731.53336%
Os Transtornos Mentais Comuns são definidos como transtornos de ansiedade, depressão e somatoformes e sua alta prevalência está relacionada ao crescimento do sofrimento psíquico nas organizações de trabalho. Essa dissertação investigou, através da literatura, a prevalência e os fatores associados aos Transtornos Mentais Comuns em trabalhadores. O Artigo I, denominado “Prevalência e fatores associados aos Transtornos Mentais Comuns em trabalhadores: revisão sistemática da literatura”, teve como objetivo verificar a prevalência e fatores associados aos Transtornos Mentais Comuns em trabalhadores brasileiros. A partir desse estudo foi possível identificar a prevalência de Transtornos Mentais Comuns para diversas profissões nos anos de 2004 a 2013. Os resultados apontam uma importante variação de prevalência que vai de 6,1% a 83,3%.Os principais fatores associados foram sexo, renda, diagnóstico de alguma doença e aspectos psicossociais do trabalho. O Artigo II, denominado “Transtornos Mentais Comuns em mulheres: uma análise de gênero” teve como objetivo descrever e analisar aspectos genéticos, de personalidade e sociais que podem estar relacionados aos Transtornos Mentais Comuns em mulheres. As reflexões a respeito dos determinantes sociais relacionados ao adoecimento psíquico feminino permite compreender o contexto dessas mulheres a fim de refletir sobre possíveis intervenções psicossociais.; The Common Mental Disorders are defined as anxiety disorders...

‣ Perfil epidemiológico dos transtornos mentais e comportamentais nos municípios da microrregião de Criciúma/SC

Concer, Gabriela Sartor
Fonte: Universidade do Extremo Sul Catarinense Publicador: Universidade do Extremo Sul Catarinense
Tipo: Monografia de Curso de Pós-graduação Lato Sensu
Português
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731.7201%
Monografia apresentada à Diretoria de Pós-Graduação da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, para a obtenção do título de Especialista em Saúde Mental.; Introdução: Os transtornos mentais e comportamentais representam um sério problema de saúde pública, visto sua alta prevalência e o impacto que causa na vida dos que possuem a doença. No Brasil, estima-se que do orçamento do SUS, 2,3% seja gasto com saúde mental, e que a prevalência de transtornos mentais e comportamentais seja de 20,0%, sendo que 3,0% da população geral sofra com quadros severos e persistentes e 12,0% necessitem de algum atendimento em saúde mental, seja contínuo ou eventual. Objetivo: Estimar o perfil epidemiológico de internações pelo SUS dos pacientes com transtornos mentais e comportamentais residentes nos municípios da microrregião de Criciúma/SC no período de 1998 a 2009. Metodologia: Estudo observacional, ecológico, descritivo e temporal. Foi calculada a taxa pela divisão do número de internações pelo SUS por transtornos mentais e comportamentais pela população no mesmo local e período e multiplicou-se por 1.000. Resultados: No período de 1998 a 2009 ocorreram 16.829 internações no SUS pelos transtornos mentais e comportamentais na microrregião de Criciúma...

‣ Common mental disorders in clinical practice; Transtornos mentais comuns na prática clínica

Brunoni, André Russowsky
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 18/12/2008 Português
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728.93164%
Histórico: A prevalência de transtornos mentais comuns na população e nos ambulatórios gerais e de especialidade é elevada, o que faz com que os médicos clínicos sejam os principais responsáveis pela identificação, triagem, tratamento e encaminhamento de grande parte dos pacientes portadores de transtornos psiquiátricos. Desta maneira, o conhecimento destas condições pelo médico clínico é essencial no diagnóstico e tratamento dos transtornos mentais. Objetivo: O objetivo deste artigo é rever os principais tópicos relacionados a três transtornos mentais comuns na prática clínica – os transtornos de humor, os transtornos de ansiedade e os transtornos somatoformes e que são os mais prevalentes na cidade de São Paulo. Resultados: O rastreamento dos transtornos depressivos (prevalência ao longo da vida: 17%) deve ser feito em qualquer consulta clínica através do questionamento de anedonia e humor deprimido. Os transtornos afetivos bipolares (3-5%) devem ser descartados antes do diagnóstico de depressão unipolar, uma vez que o erro diagnóstico pode levar a um aumento da gravidade do quadro. Os transtornos de humor, bem como os transtornos ansiosos (8%), podem ser atualmente manejados de forma bastante segura com vários tipos de antidepressivos. Por outro lado...

‣ Prevalência de transtornos mentais nas tentativas de suicídio em um hospital de emergência no Rio de Janeiro, Brasil

Santos,Simone Agadir; Lovisi,Giovanni; Legay,Letícia; Abelha,Lúcia
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 Português
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726.5267%
Há poucos estudos nacionais sobre prevalência de transtornos mentais nas tentativas de suicídio, os quais utilizararam principalmente dados secundários e instrumentos de rastreamento. O objetivo deste estudo foi estimar a prevalência de transtornos mentais em 96 casos de tentativas de suicídio atendidos em hospital de emergência, Rio de Janeiro, Brasil (2006-2007), utilizando o Composite International Development Interview. A maioria da amostra consistiu em mulheres, jovens, baixa escolaridade e ingestão de medicamentos psicoativos como principal meio. Outros fatores: histórias prévias de tentativa e uso de álcool no momento do agravo. Os transtornos mentais mais freqüentes foram: episódio depressivo (38,9%), dependência de substâncias psicoativas (21,9%), transtorno de estresse pós-traumático (20,8%), dependência de álcool (17,7%) e esquizofrenia (15,6%). A taxa total dos transtornos mentais foi de 71,9%. Tais achados são mais próximos aos estudos em países em desenvolvimento. Além do acesso ao tratamento dos transtornos mentais, são necessárias políticas públicas que enfatizem o controle de meios e respostas sociais à redução do comportamento suicida.

‣ Auto-relato de diagnóstico médico de asma e transtornos mentais comuns entre funcionários de uma universidade no Rio de Janeiro, Brasil: estudo Pró-Saúde

Nogueira,Katia T.; Lopes,Claudia S.; Faerstein,Eduardo
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2007 Português
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Este estudo investiga a associação entre história de asma e transtornos mentais comuns em funcionários de uma universidade no Rio de Janeiro, Brasil. Dados seccionais da Fase 1 (1999) de um estudo de coorte (Estudo Pró-Saúde) foram coletados entre 4.030 funcionários. A asma foi avaliada mediante auto-relato de diagnóstico médico e a presença de transtornos mentais comuns pelo General Health Questionnaire (GHQ-12). Modelos lineares generalizados foram utilizados para o cálculo de razões de prevalência. A prevalência de asma foi de 11% (444), dos quais 39,7% (176) apresentavam transtornos mentais comuns. História de asma associou-se com renda mais elevada (p = 0,01) e sexo feminino (p = 0,001). A análise ajustada por sexo, idade e renda mostrou associação entre história de asma e transtornos mentais comuns (RP = 1,37; IC95%: 1,22-1,55), e aqueles com menos de dez anos de diagnóstico apresentaram uma prevalência de transtornos mentais comuns mais elevada do que aqueles sem diagnóstico de asma (RP = 1,88; IC95%: 1,32-2,70). Esses achados reforçam a necessidade de atenção por parte das equipes multidisciplinares dos aspectos emocionais dos pacientes com asma, em especial daqueles com menos tempo de convivência com a doença.

‣ Transtornos mentais maternos graves e risco de malformação congênita do bebê: uma metanálise

Pereira,Priscila Krauss; Lima,Lúcia Abelha; Magnanini,Mônica Maria Ferreira; Legay,Leticia Fortes; Lovisi,Giovanni Marcos
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 Português
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O risco de ter malformações parece ser maior em bebês de mães com transtornos mentais em comparação com bebês de mães sem histórico de transtornos psiquiátricos. O objetivo deste artigo foi realizar uma metanálise dos estudos sobre a associação entre transtornos mentais maternos e malformações congênitas. A revisão consistiu na busca de artigos nas bases MEDLINE, ISIWEB, Scopus, LILACS e SciELO, utilizando-se os descritores: "mental disorders" OR "mental health" OR "psychotic disorders" OR "schizophrenia" AND "congenital abnormalities" OR "birth defects". Foram localizados 108 estudos, sendo selecionados cinco artigos de acordo com os critérios estabelecidos. Estes artigos foram incluídos na metanálise, envolvendo um total de 4.194 crianças de mães com transtornos mentais e 249.548 crianças de mães sem tais transtornos. A medida combinada revelou associação significativa entre exposição a transtornos mentais maternos e risco de malformações (RR = 2,06, IC95%: 1,46-2,67). O presente estudo evidencia a relação entre saúde mental materna durante a gravidez e suas repercussões na saúde do bebê.