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‣ Urban Sociology in the Twenty-First Century

Castells, Manuel
Fonte: CET - Centro de Estudos Territoriais Publicador: CET - Centro de Estudos Territoriais
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /12/2002 Português
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Partindo de uma interrogação que o próprio autor se colocava a si próprio em 1968, sobre a eventual existência de uma sociologia urbana – num posicionamento que rapidamente se colocaria como uma referência fundamental naquela época sobre a questão urbana – o presente texto abre para diversos pressupostos que possam permitir hoje, uma resposta afirmativa à questão então colocada. Comentando os dois paradigmas fundamentais (representados então pelo autor, mas também por H. Lefebvre) que, a partir daquela época, integraram a “nova sociologia urbana”, o autor justifica a obsolescência dessa postura, num contexto de generalizada urbanização à escala global e perante a emergência do que designa de Era Informacional, surgindo assim a necessidade de uma “novíssima” sociologia das cidades. Este novo paradigma é então sustentado em três eixos fundamentais: ao nível funcional, em que a sociedade em rede se organiza em torno da oposição do global e do local; no quadro do conhecimento, em que aquela sociedade se caracteriza pela oposição entre individualismo e comunalismo; ao nível da forma espacial, na base das tensões e articulações entre o espaço de fluxos e o espaço de lugares. No final do artigo...

‣ As ciências do homem e da natureza hoje

Silva, Manuel José Lopes da
Fonte: Colibri Publicador: Colibri
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2001 Português
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A sociedade pos-modema, superficial e consumista, que é gerida por intelectuais e gestores especializados, exibe um grau elevado de burocratização ao serviço dum poder político-econômico policêntrico dominado por gmpos de pressão particulares. E é também extremamente vulnerável e sujeita a crises, por ser carente dum sistema de crenças como assinalou Danial Bell entre outros. As políticas de Ciências e Tecnologia são conduzidas pela Universidade, pela Indústria e pelas Instituições sem fins lucrativos e orientam a designada "comunidade científica". Como "comunidade", segue um "ethos" baseado em quatro "imperativos" ou valores: o universalismo, o comunalismo, o desinteresse e cepticismo organizados, e a autonomia. Estes quatro imperativos de Merton ignoram os valores éticos mais gerais que os investigadores, como pessoas, deveriam respeitar criando-se o grande problema actual da ética científica. A separação entre Ciência e Tecnologia e Ciências Sociais e Humanas está na origem da perplexidade em que se encontram as novas ciências interdisciplinares, como a comunicação, que têm dificuldade em estabelecer o respectivo quadro axiolôgico. A Sociedade da Informação que é apresentada como exemplo...

‣ Comunismo ou comunalismo? A política e o "Ensaio sobre o dom"

Graeber,David; Lanna,Marcos
Fonte: Departamento de Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo - FFLCH/USP Publicador: Departamento de Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo - FFLCH/USP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 Português
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Este artigo aborda o contraste entre uma modalidade de troca explicitamente qualificada por Mauss, na década de 1930, como "comunista" e as modalidades "agonística" e "mercantil". Mauss nunca foi comunista, mas sim um socialista engajado. Como tal, lançou à Revolução Russa seu olhar de etnógrafo, sem deixar de considerar sua importância como "experimento". Vê como inspiração do Ensaio sobre o dom o impacto que lhe causaram tanto uma visita à Rússia comunista no início da década de 1920 como a Nova Política Econômica de Lênin, que reconhecia a impossibilidade de abolição do mercado. Questão implícita do Ensaio é a possibilidade de uma nova sociedade, na qual o Estado englobaria o mercado, ambos entendidos como transformações lógicas e históricas de formas particulares da dádiva, o tributo no caso do Estado.

‣ Recensiones

Fonte: Alianza Editorial : Centro de Estudios Constitucionales (España) Publicador: Alianza Editorial : Centro de Estudios Constitucionales (España)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //1995 Português
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Gabriel Tortella. El desarrollo de la España contemporánea: Historia económica de los siglos XIX y XX (Por Richard Herr).-- Mercedes Cabrera. La industria, la prensa y la política, Nicolás María Urgoiti (1869- 1931) (Por Juan Pablo Fusi Aizpurúa).-- Juan Hernández Andreu y José Luis García Ruiz. Lecturas de Historia empresarial (Por Gregorio Núñez Romero-Balmas).-- Luis Javier Coronas Vida. La economía agraria de las tierras de Jaén (1500-1630) (Por Luis Garrido González).-- José Manuel Castaño Blanco. Sayago a la luz del Catastro de Ensenada. Respuestas Generales. Luis Ángel Sánchez Gómez. Sayago. Ganadería y comunalismo agropastoril. Luis Ángel Sánchez Gómez. Las dehesas de Sayago. Explotación, trabajo y estructura social (Por Ricardo Robledo).-- Pedro Sanz Legaristi. El ferrocarril anglo-vasco y la Restauración en Álava (ISHO- 1931) (Por Carlos Larrinaga Rodríguez).-- Antonio López Ontiveros y Rafael Mata Olmo. Propiedad de la tierra y reforma agraria en Córdoba (1932-1936) (Por Luis Enrique Espinoza Guerra).-- COMPAÑÍA SEVILLANA DE ELECTRICIDAD. Cien años de historia (Por Juan Manuel Mates Barco).-- Eugenia Matas. AS Finanças Públicas portuguesas da Regeneragao a Primeira Guerra Mundial. Nuno Valerio. As Finanças Públicas portuguesas entre as duas guerras mundiais. (Por Francisco Comín).-- Jaime Reis. O atraso económico portugués em perspectiva histórica: estudos sobre a economía portuguesa na segunda metade do século XIX (1830-1930) (Por Santiago Zapata Blanco).-- Juan Carlos Garavaglia y Juan Carlos Grosso. Puebla desde una perspectiva microhistórica. La villa de Tepeaca y su entorno agrario: población...

‣ Urban Sociology in the Twenty-First Century

Castells, Manuel; USC and Universitat Autonòma de Barcelona
Fonte: DINÂMIA'CET-IUL Publicador: DINÂMIA'CET-IUL
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 20/02/2012 Português
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Partindo de uma interrogação que o próprio autor se colocava a si próprio em 1968, sobre a eventual existência de uma sociologia urbana- num posicionamento que rapidamente se colocaria como uma referência fundamental naquela época sobre a questão urbana- o presente texto abre para diversos pressupostos que possam permitir hoje, uma resposta afirmativa à questão então colocada. Comentando os dois paradigmas fundamentais representados então pelo autor, mas também por H. Lefebvre) que, a partir daquela época, integraram a "nova sociologia urbana", o autor justifica a obsolescência dessa postura, num contexto de generalizada urbanização à escala global e perante a emergência do que designa de Era lnformacional, surgindo assim a necessidade de uma "novíssima" sociologia das cidades. Este novo paradigma é então sustentado em três eixos fundamentais: ao nível funcional, em que a sociedade em rede se organiza em tomo da oposição do global e do local; no quadro do conhecimento, em que aquela sociedade se caracteriza pela oposição entre individualismo e comunalismo; ao nível da forma espacial, na base das tensões e articulações entre o espaço de fluxos e o espaço de lugares. No final do artigo, o autor sistematiza temas para uma sociologia urbana do século XXI...

‣ El difícil camino hacia la modernización

Castien Maestro, Juan Ignacio
Fonte: Murcia : Universidad de Murcia, Departamento de Sociología y Trabajo Social Publicador: Murcia : Universidad de Murcia, Departamento de Sociología y Trabajo Social
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Português
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Las actuales revoluciones árabes deben ser entendidas dentro de una perspectiva histórica. Examinaremos los complejos y contradictorios procesos de modernización por los que han atravesado estas sociedades a lo largo de los últimos siglos. Haremos un especial énfasis en el carácter parcialmente exógeno de esta modernización. También en el fortalecimiento que a veces ha conllevado de ciertos fenómenos “tradicionales”, como el clientelismo y el comunalismo. La naturaleza oligárquica de las sociedades y de los Estados árabes ha sido, en gran medida, una consecuencia de todos estos desequilibrios. Las revoluciones actuales en contra de este estado de cosas han sido posibles gracias a la formación de unas amplias coaliciones sociales. Pero está todavía por ver en qué medida estas coaliciones lograrán una superación genuina de este clientelismo y este autoritarismo, en vez de su reproducción bajo formas renovadas.; ABSTRACT The recent Arab revolutions must be understood from a historical perspective. We will examine the complex and contradictory processes of modernization which these societies have undergone in the course of the last centuries. We will highlight the parcially exogenous nature of this modernization as well as the strengthening of some 'traditional' phenomena such as clientelism and communalism involved with it. The oligarchic nature of Arab societies and States has mainly been a consequence of all those imbalances. The recent revolutions against the current state of affairs have been possible thanks to the formation of broad social coalitions. Nevertheless...

‣ Comunismo ou comunalismo? A política e o "Ensaio sobre o dom"

Graeber, David; Lanna, Marcos
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2005 Português
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Este artigo aborda o contraste entre uma modalidade de troca explicitamente qualificada por Mauss, na década de 1930, como "comunista" e as modalidades "agonística" e "mercantil". Mauss nunca foi comunista, mas sim um socialista engajado. Como tal, lançou à Revolução Russa seu olhar de etnógrafo, sem deixar de considerar sua importância como "experimento". Vê como inspiração do Ensaio sobre o dom o impacto que lhe causaram tanto uma visita à Rússia comunista no início da década de 1920 como a Nova Política Econômica de Lênin, que reconhecia a impossibilidade de abolição do mercado. Questão implícita do Ensaio é a possibilidade de uma nova sociedade, na qual o Estado englobaria o mercado, ambos entendidos como transformações lógicas e históricas de formas particulares da dádiva, o tributo no caso do Estado.; This article analyses the contrast between an exchange modality characterized by Mauss in the 1930's as "communist" and two others: agonistic and mercantile. Mauss was never a communist, but rather was a socialist. As such, he experienced the Russian Revolution as an ethnographer would, at the same time he considered it "an experiment". An important inspiration of the Essai sur le don was the impact he had visiting Russia and Lenin's "New Economic Policy"...

‣ Género y la religión politizada en Mauricio1

Ramtohul,Ramola
Fonte: Sociedad y religión Publicador: Sociedad y religión
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2014 Português
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En este trabajo se analiza la dimensión de género de la religión politizada en Mauricio, un país que se caracteriza por tener una sociedad plural con divisiones fuertemente enraizadas, y cuya población está compuesta por migrantes de Francia, el continente africano, India y China. Por miedo a la dominación hindú, la población se ha dividido en torno de la cuestión de la independencia2 aquí que un 44% de los ciudadanos votaran en contra. El miedo a la dominación hindú en un Mauricio independiente conllevó al aumento de la competencia entre las distintas comunidades y grupos religiosos con el objeto de obtener representación en el parlamento. Mientras Mauricio avanzaba hacia la independencia al final del reinado colonial, la religión se politizaba cada vez más. Así, la representación basada en identidades étnicas, religiosas o comunitarias quedó consagrada en la Constitución y en el sistema electoral. Este artículo sostiene que la religión politizada en Mauricio conlleva una significativa dimensión de género porque ha ocasionado la marginalización de género y de las mujeres en las instituciones políticas y en el Parlamento, al mismo tiempo que ha debilitado al Movimiento de Mujeres. Las mujeres, poniendo en juego sus múltiples identidades e identificándose con los conflictos de la religión politizada...

‣ El dilema corporativo del comunalismo forestal

Garibay,Claudio
Fonte: Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social Publicador: Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2007 Português
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En el presente artículo se reflexiona sobre el impacto de la empresa forestal comunitaria en la transformación del orden social de la comunidad campesina indígena tradicional. En el orden material se analiza la transformación de una economía centrada en el núcleo familiar hacia otra de carácter colectivista y de alcance aldeano. En el orden de la reciprocidad social se verá la transformación de una modalidad liberal en una corporada; y en el orden político la evolución hacia un autogobierno centralizado y un poder fuerte. Este proceso de transformación se ilustra con el asombroso caso de la comunidad de San Pedro el Alto, población de ascendencia zapoteca ubicada en la Sierra Sur de Oaxaca.

‣ El comunalismo: cambio de paradigma en la antropología mexicana a raíz de la globalización

Korsbaek,Leif
Fonte: División de Ciencias Sociales y Humanidades, UAM-Unidad Xochimilco Publicador: División de Ciencias Sociales y Humanidades, UAM-Unidad Xochimilco
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 Português
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En el texto se discuten tres temas antropológicos: el problemático concepto de "comunidad", la institución conocida como el "sistema de cargos", un súper éxito en la antropología mesoamericana (y en la andina) y el desarrollo a lo largo de los últimos 20 años del enfoque conocido como el "comunalismo", que pone al alcance de los pueblos indígenas (originarios) los métodos y conocimientos que hasta la actualidad han sido el monopolio de los pueblos "avanzados" europeos y norteamericanos.